Ela estava só de camiseta larga quando a campainha tocou. Por baixo, nada. Nenhuma calcinha. As coxas nuas, a buceta já úmida de antecipação. O marido abriu a porta e ficou de lado, deixando a visão livre. O entregador, um rapaz de uns vinte e poucos anos, segurou a caixa de pizza e olhou para dentro. Ela estava parada no meio da sala, a camiseta subindo um pouco demais. — Boa noite — disse ele, a voz já rouca. O marido pegou a caixa, mas não fechou a porta. — Entra. Vou pegar o dinheiro. O rapaz deu um passo para dentro. A porta ficou entreaberta. Ela se virou de costas, fingindo procurar a carteira. A camiseta subiu. As nádegas nuas e a fenda brilhante ficaram completamente à mostra. O marido se aproximou por trás dela, ergueu a camiseta até os seios e a virou de frente para o entregador. As pernas um pouco abertas. A buceta depilada, molhada, bem à vista. — Pode tocar — disse o marido, calmo. — Ela quer. O entregador hesitou só um segundo. Depois estendeu a mão. Os dedos tocaram primeiro a coxa interna, quente, e depois deslizaram até a fenda. Ele abriu os lábios dela com dois dedos, sentindo a umidade escorrer. O polegar encontrou o clitóris inchado e esfregou devagar em círculos. Ela gemeu baixo, as pernas tremendo. O marido segurou a camiseta erguida, observando. — Mais fundo — ordenou o marido. O rapaz enfiou dois dedos dentro dela. A buceta apertou em volta. Ele moveu os dedos para dentro e para fora, o polegar ainda no clitóris. O som molhado encheu a sala. Ela estendeu a mão, abriu o botão e o zíper da calça do entregador e puxou o pau para fora. Estava duro, grosso, já pingando. Ela envolveu com a mão e começou a masturbá-lo com firmeza, o polegar espalhando o pré-gozo pela cabeça. O entregador gemeu, os dedos ainda dentro dela, mais rápidos agora. Os quadris dele empurravam a mão dela. Ela apertou mais, acelerou o ritmo, enquanto ele enfiava os dedos fundo e esfregava o clitóris com força. — Goza na mão dela — disse o marido, a voz baixa e controlada. O rapaz não aguentou. O corpo tremeu. Ele gozou em jatos quentes, espirrando na mão dela, no pulso, em algumas gotas que alcançaram a coxa dela. Ao mesmo tempo, os dedos dele continuaram se movendo, fazendo ela gozar também, as pernas fraquejando, a buceta pulsando em volta dos dedos dele enquanto ela gemia sem conseguir se conter. Por alguns segundos os dois ficaram parados, respirando pesado. O pau do entregador ainda latejava na mão dela, coberto de porra. Os dedos dele ainda enterrados nela, encharcados. O marido tirou a mão do rapaz com calma, pegou um papel toalha e limpou os dedos dele. Depois limpou a mão dela e a coxa. — Pode ir. Obrigado pela pizza. O entregador ajeitou a calça com mãos trêmulas, o rosto vermelho, ainda ofegante. Pegou a caixa vazia e saiu quase tropeçando. A porta se fechou. O marido se virou para ela, ainda com a camiseta erguida, a buceta brilhando e um pouco da porra do rapaz escorrendo na coxa. — Próxima vez — murmurou ele, passando os dedos por ela e sentindo o quanto ainda estava molhada — a gente deixa ele gozar dentro.
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