Ela chegou à praia de mão dada com o marido. O microbiquíni era quase inexistente: dois triângulos minúsculos na frente que mal cobriam os mamilos e, embaixo, um fio tão fino que o tecido desaparecia entre os lábios da buceta. Por trás, o fio dental sumia completamente no meio das nádegas, deixando o cuzinho à mostra a cada passo. A pele já brilhava de protetor solar. Nada por baixo. Nada escondendo. O marido escolheu um lugar bem no meio da areia, perto da água, onde o movimento de pessoas era constante. Eles estenderam a canga. Ela se deitou de bruços primeiro. O fio do biquíni se perdeu entre as nádegas. O cuzinho rosado ficou completamente exposto. Várias cabeças se viraram. — Abre um pouco mais as pernas — murmurou ele. Ela obedeceu. As coxas se separaram. O fio sumiu ainda mais. A buceta e o cuzinho ficaram à vista de quem passasse por trás. Um grupo de homens jogando futevôlei parou de olhar para a bola. Um deles deixou a bola cair. O marido se sentou ao lado e passou a mão pela nádega dela, puxando o fio lateralmente. O cuzinho ficou ainda mais exposto. Depois puxou o tecido da frente para o lado. Os lábios da buceta se abriram. A umidade já brilhava sob o sol. — Agora vira de barriga para cima. Ela virou. O microbiquíni de baixo era só um fio. Ele puxou o tecido para o lado e prendeu atrás da coxa. A buceta depilada ficou completamente descoberta, os lábios abertos, o clitóris inchado ao sol. O cuzinho também aparecia quando ela flexionava as pernas. Pessoas passavam. Olhares demoravam. Um casal mais velho desviou o olhar rápido. Dois jovens pararam a alguns metros, fingindo mexer no celular, mas as câmeras apontavam na direção dela. Um homem sozinho se deitou na areia bem na frente, de óculos escuros, e não tirou os olhos. O marido passou dois dedos devagar pela fenda dela, abrindo os lábios na frente de todos. — Está vendo quanta gente está olhando para a sua buceta e para o seu cuzinho? Ela gemeu baixo. Ele espalhou a umidade até o ânus, o dedo circulando o buraquinho rosado bem à vista. Depois enfiou a ponta do dedo só um pouco, o suficiente para o músculo se contrair na frente de quem observava. Um dos jovens engoliu em seco. O homem de óculos ajustou a bermuda. Ela se sentou, as pernas abertas, o tecido do biquíni ainda puxado para o lado. A buceta e o cuzinho ficaram expostos para a metade da praia. O marido se ajoelhou na frente dela, fingindo passar protetor, e abriu ainda mais os lábios com os dedos. — Deixa eles verem tudo. Várias pessoas agora olhavam sem disfarçar. Um grupo de homens mais atrás comentava baixo. Uma mulher passou e soltou um “nossa…” audível. O marido retirou a mão, mas não ajeitou o biquíni. Deixou a buceta e o cuzinho descobertos. — Fica assim. Vamos entrar na água. Eles caminharam até o mar. A cada passo o fio balançava, revelando tudo. Na água rasa ele a segurou pela cintura e ergueu uma perna dela, deixando a buceta e o ânus ainda mais visíveis para quem estava na areia. Quando voltaram, ela se deitou de novo de bruços, pernas abertas, o fio completamente deslocado. O cuzinho e a buceta brilhando ao sol, à mercê de todos os olhares. O marido se deitou ao lado, a mão descansando na nádega dela, o polegar ocasionalmente abrindo o cuzinho para quem passasse ver melhor. — Próxima vez — sussurrou ele — a gente deixa alguém tocar.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.