DESVIRGINANDO A NINFETA EVANGÉLICA



Tudo começou três semanas antes daquela noite na igreja.
Ana trabalhava no café da livraria cristã perto da faculdade. Eu entrava sempre no mesmo horário, pedia um café preto e ficava sentado na mesa do fundo, fingindo ler. Na verdade, só olhava para ela.
Ela servia com um sorriso tímido, a blusa sempre fechada até o último botão, o cabelo preso, a voz baixa. Nunca usava maquiagem. Quando se inclinava para limpar a mesa, a saia se esticava sobre as coxas e eu via o contorno da calcinha. Uma vez ela notou meu olhar e corou até as orelhas. Abaixou a cabeça e murmurou um “com licença, irmão” quase inaudível.
Eu comecei a falar com ela. Perguntas inocentes: sobre o retiro que estava chegando, sobre o culto de jovens, sobre o livro que ela estava lendo. Ana respondia com frases curtas, mas cada dia ficava um pouco mais tempo parada na minha mesa. Um dia eu “acidentalmente” toquei os dedos dela ao pegar o troco. Ela tremeu. Não puxou a mão imediatamente.
Na semana seguinte, inventei que precisava de ajuda com um versículo difícil. Pedi para ela me explicar depois do expediente. Ficamos sozinhos no café quase vazio. Eu me sentei ao lado dela, bem perto. O joelho dela tremia debaixo da mesa. Quando expliquei o texto, deslizei a mão pela coxa dela, por cima da saia, devagar. Ana prendeu a respiração.
— Isso… não é certo — sussurrou, mas não se afastou.
Eu continuei subindo a mão, apertando a carne macia. Ela fechou os olhos. A respiração ficou irregular. Quando meus dedos chegaram perto da virilha, ela engoliu em seco e murmurou:
— Eu nunca… ninguém nunca me tocou assim.
Saímos juntos naquela noite. Eu a levei até o ponto de ônibus, mas em vez de deixá-la ir, puxei-a para o beco escuro atrás da livraria. Beijei-a pela primeira vez. A boca dela era doce, inexperiente, assustada. Ela gemeu quando minha língua entrou. As mãos dela apertaram minha camisa como se estivesse se afogando. Eu enfiei a mão por baixo da blusa, toquei o sutiã de algodão, senti o mamilo endurecido. Ana soltou um gemido abafado contra minha boca e se afastou de repente, ofegante, os olhos cheios de culpa.
— Eu não posso… Deus está vendo…
Mas no dia seguinte ela me mandou mensagem. A primeira mensagem da vida dela para um homem. “Você vai no culto de jovens amanhã?”
Eu fui. Sentei ao lado dela. Durante o louvor, minha mão deslizou novamente pela coxa dela, agora por baixo da saia. Os dedos tocaram a calcinha de algodão. Estava úmida. Ana apertou as pernas, mas não me impediu. Ficou olhando para o púlpito, os lábios tremendo, enquanto eu acariciava o clitóris por cima do tecido. Quando o pastor pediu para todos fecharem os olhos e orarem, ela gozou em silêncio, a mão apertando a minha com força, as unhas cravadas na minha pele.
Depois do culto, ela me esperou do lado de fora. Os olhos baixos.
— Eu odeio o que você faz comigo — disse, a voz rouca. — Mas… eu não consigo parar de pensar.
Eu a levei para o carro. No estacionamento escuro, beijei o pescoço dela, chupei a orelha, enfiei a mão de novo por baixo da saia. Dessa vez puxei a calcinha para o lado e enfiei um dedo. Ana se contorceu no banco, mordeu o ombro dela para não gritar. Estava apertada, molhada, virgem. Eu masturbei ela devagar até ela gozar de novo, tremendo, chorando baixinho de prazer e vergonha.
— Amanhã tem o retiro — sussurrei no ouvido dela, enquanto ela ainda tremia. — Fica até o final. Eu vou te esperar no salão depois que todo mundo for embora.
Ana olhou para mim, os olhos brilhando no escuro.
— Eu tenho medo…
— Eu sei.
Ela assentiu, pequena, derrotada.
— Eu vou ficar.
Naquela noite, antes de descer do carro, ela me beijou de volta pela primeira vez. A língua dela ainda era insegura, mas faminta. Quando se afastou, sussurrou quase sem voz:
— Não me faça esperar muito.
Eu sorri.
Três semanas de toques proibidos, de olhares culpados, de orgasmos roubados em lugares sagrados. Três semanas para transformar a menina que só sabia orar na mulher que, na noite seguinte, se deitaria de pernas abertas no banco da igreja e me pediria para entrar mais fundo.
A sedução estava completa.
O resto, você já sabe. Ana 18 aninhos, virgem, a filha do pastor. A pureza era o único tesouro que ela ainda podia oferecer a Deus.
Até aquela noite.
O retiro de jovens tinha acabado mais cedo. A maioria dos irmãos já tinha ido embora. Ana ficou para ajudar a guardar as cadeiras no salão da igreja. Eu fiquei também. Não por caridade.
Quando a última luz se apagou e só restou a claridade fraca que entrava pelas janelas altas, eu a empurrei suavemente contra a parede de madeira. Ela soltou um suspiro abafado, os olhos enormes, a boca entreaberta.
— Não… a gente não pode…
Eu não pedi permissão. Beijei-a. A língua dela era tímida, quase assustada, mas não se afastou. Quando meus dedos desceram pela blusa e apertaram o seio ainda preso no sutiã de algodão simples, ela gemeu contra minha boca. Um gemido pequeno, culpado, molhado de desejo.
— Eu sou virgem… — sussurrou, quase chorando. — Eu prometi…
— Então vai deixar de ser hoje — respondi, já puxando a saia dela para cima.
As calcinhas eram brancas, de algodão, com um lacinho ridículo na frente. Eu as puxei para o lado e passei dois dedos pela fenda dela. Estava encharcada. O corpo traía a boca. Ana mordeu o lábio inferior com força quando eu enfiei o primeiro dedo. A abertura era apertada, quente, virgem de verdade. O hímen ainda estava lá, fino e resistente.
Levei-a até o banco da primeira fileira. Deitei-a de costas, abri as pernas dela e ajoelhei entre elas. A língua tocou o clitóris inchado e ela se contorceu, as mãos apertando o banco de madeira como se fosse se afogar.
— Ai… Senhor… isso é pecado…
Eu continuei lambendo, chupando, empurrando a língua dentro dela até ela tremer e gozar pela primeira vez na vida, com um soluço abafado e as coxas apertando minha cabeça.
Quando me levantei e abri a calça, o pau já estava duro e pesado. Ana olhou. Os olhos se encheram de medo e curiosidade ao mesmo tempo. Eu esfreguei a cabeça na entrada molhada dela, sentindo o calor.
— Vai doer — avisei.
Ela assentiu, pequena, resignada.
Empurrei.
O hímen cedeu com um estalo quase audível. Ana soltou um grito curto, agudo, e cravou as unhas no meu ombro. Eu parei por um segundo, todo dentro dela, sentindo o aperto impossível, a carne quente e virgem se abrindo ao redor do meu pau. Sangue misturado com o gozo dela escorria pelas minhas bolas.
Comecei a foder devagar. Cada estocada arrancava um gemido dela, primeiro de dor, depois de algo mais sujo. A saia estava amassada na cintura, a blusa aberta, os seios pequenos saltando a cada embalo. Eu chupava os mamilos enquanto enfiava fundo, fundo, até o saco bater na bunda dela.
— Mais forte… — ela sussurrou de repente, a voz rouca de quem acabou de descobrir o pecado. — Por favor…
Eu agarrei as coxas dela, levantei as pernas e fodi com força. O banco rangia. O som molhado de pau entrando e saindo ecoava no salão vazio. Ana chorava e gozava ao mesmo tempo, a boca aberta, os olhos revirados, murmurando “meu Deus, meu Deus” como se ainda estivesse orando enquanto eu a arrebentava.
Quando senti que ia gozar, puxei para fora, virei-a de quatro no banco e enfiei de novo. A bunda dela tremia. Segurei o cabelo dela e fodi até o fundo, até ela gritar meu nome pela primeira vez. Gozei dentro. Jatos quentes enchendo o útero virgem dela, escorrendo pelas coxas, misturado com o sangue da perda.
Ana ficou de joelhos no banco, a bunda no ar, o sêmen escorrendo pela fenda vermelha e inchada. Respirava ofegante. Quando olhou para trás, os olhos estavam molhados, mas não de arrependimento.
— A gente… a gente precisa se arrepender — sussurrou.
Eu limpei o pau na saia dela e sorri.
— Depois. Agora você vai chupar até eu ficar duro de novo.
E ela obedeceu. A boca que só tinha orado agora se abria para o pecado, ainda com gosto do próprio sangue e do meu gozo.
Naquela igreja vazia, sob a cruz de madeira, a virgem evangélica aprendeu a foder. E gostou.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


271077 - EXIBICIONISMO E FUDENDO COM O ENTREGADOR DE PIZZA - Categoria: Exibicionismo - Votos: 5
271074 - EXIBICIONISMO E GOZANDO COM O MOTORISTA DO UBER - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
271072 - EXIBICIONISMO PARA O ENTREGADOR DE PIZZA - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
271071 - EXIBICIONISMO NA PRAIA - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
271070 - EXIBICIONISMO NO CINEMA - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
271039 - EXIBICIONISMO NO SUPERMERCADO - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
271021 - EXIBICIONISMO NA SAPATARIA - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4
270843 - A NOITE DO DIÁCONO COM A ESPOSA... - Categoria: Fantasias - Votos: 3
270766 - A REAÇÃO DO DIÁCONO E A CHEGADA EM CASA... - Categoria: Fantasias - Votos: 4
270597 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A PREPARAÇÃO E O PRÓXIMO MOTEL... - Categoria: Fantasias - Votos: 3
270534 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O CONTO DO DIA SEGUINTE... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
270521 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A NOITE DE SUELEN COM O MARIDO DIÁCONO... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
270497 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O ENCONTRO COM O PASTOR E O RETORNO PARA CASA... - Categoria: Fantasias - Votos: 3
270300 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O ENCONTRO COM O PASTOR... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
270275 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A INICIAÇÃO DE SUELEN... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
270204 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A PREPARAÇÃO DE SUELEN - Categoria: Fantasias - Votos: 3
270200 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A REAÇÃO DE SUELEN... - Categoria: Fantasias - Votos: 1
270158 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A CONVERSA ENTRE AS MULHERES... - Categoria: Fantasias - Votos: 3
270060 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O PASTOR MENCIONANDO A ESPOSA DO DIÁCONO... - Categoria: Fantasias - Votos: 3
270030 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O SEGREDO DO PASTOR... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
269846 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, GRAVANDO A FODA NO MOTEL PARA O CORNO ASSISTIR... - Categoria: Fantasias - Votos: 5
269840 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O PRÓXIMO CULTO .. - Categoria: Fantasias - Votos: 5
269838 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A NOITE DO CORNO COM A ESPOSA PUTA... - Categoria: Fantasias - Votos: 5
269837 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O DIA SEGUINTE... - Categoria: Fantasias - Votos: 4
269773 - FUDENDO A EMPREGADA NEGRA - Categoria: Fantasias - Votos: 12
269722 - TENTAÇÃO NO ÔNIBUS - Categoria: Fantasias - Votos: 8
269716 - ENCOXANDO A MORENA DO ÔNIBUS E FUDENDO O SEU CUZINHO - Categoria: Fetiches - Votos: 4
269712 - DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A CHEGADA EM CASA... - Categoria: Fantasias - Votos: 5
269688 - DESEJO PROIBIDO: ENTRE IRMÃOS, A PRIMEIRA GOZADA NA BOCA DELA... - PARTE 8 - Categoria: Incesto - Votos: 3
269631 - DESEJO PROIBIDO: ENTRE IRMÃOS, DESVIRGINANDO O CUZINHO DA IRMÃ - PARTE 8 - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil mestrern
mestrern

Nome do conto:
DESVIRGINANDO A NINFETA EVANGÉLICA

Codigo do conto:
271103

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
30/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0