DESVIGINANDO O CUZINHO DA NINFETA EVANGÉLICA



Duas semanas depois daquela primeira noite no salão da igreja, Ana já não era a mesma.
Ela ainda ia aos cultos, ainda carregava a Bíblia, ainda respondia “amém” com a voz baixa. Mas agora, quando os olhos se cruzavam no meio da congregação, ela corava e apertava as pernas. Eu já tinha gozado dentro dela três vezes. Já tinha feito ela chupar até o fundo. Já tinha gozado no rosto dela e visto o sêmen escorrer pelo queixo enquanto ela murmurava “perdão, Senhor”.
Mas o cuzinho ainda estava intacto.
Naquela noite chovia. Eu a levei para o quarto dos fundos da casa de oração, o mesmo lugar onde os jovens costumavam guardar instrumentos. A porta trancada, só a luz fraca de um abajur. Ana estava de joelhos no colchão improvisado, a saia levantada até a cintura, a calcinha branca já molhada e puxada para o lado. Eu a fodi de quatro, devagar no começo, depois com força, até ela gozar gemendo no travesseiro para não fazer barulho.
Quando tirei o pau, ele ainda estava duro e brilhante do gozo dela. Empurrei a cabeça contra o cuzinho fechado.
Ana se contraiu inteira.
— Não… — sussurrou, a voz trêmula. — Lá não. Eu nunca… ninguém nunca…
— Eu sei — respondi, passando o polegar pelo buraquinho apertado, sentindo como ele pulsava de medo. — Por isso mesmo.
Espalhei o gozo dela e um pouco de saliva ao redor. O dedo indicador pressionou. Ana arquejou, a bunda tremendo. O anel de músculo resistiu, depois cedeu um pouco. Entrei só a ponta do dedo. Ela soltou um gemido agudo, quase um soluço, e cravou as unhas no colchão.
— Dói…
— Respira.
Empurrei mais fundo. O dedo sumiu até a junta. O cuzinho dela era quente, seco no começo, apertando com força desesperada. Eu mexi devagar, girando, abrindo caminho. Ana choramingava, a testa apoiada no travesseiro, as coxas tremendo. Quando adicionei o segundo dedo, ela soltou um grito abafado e tentou se afastar. Segurei o quadril dela com a outra mão.
— Fica quieta.
Os dois dedos entraram. O aperto era absurdo. Eu abri e fechei, sentindo o músculo ceder aos poucos. Ana soluçava, misturando dor e algo mais sujo. A buceta dela escorria de novo, pingando no colchão.
Quando tirei os dedos, o buraquinho ficou um pouco aberto, vermelho, pulsando. Encostei a cabeça do pau ali. Ana olhou por cima do ombro, os olhos cheios de lágrimas e pavor.
— Vai partir… vai partir tudo…
— Não vai.
Empurrei.
O cuzinho resistiu. A cabeça abriu o anel com dificuldade, entrando centímetro por centímetro. Ana gritou no travesseiro, o corpo inteiro tenso. Eu segurei firme e continuei. O pau sumiu devagar, engolido pelo aperto impossível. Quando enfim estive todo dentro, até as bolas encostarem na bunda dela, parei.
Ela tremia sem parar. O cuzinho contraía ao redor de mim em espasmos, tentando me expulsar e me sugar ao mesmo tempo. Eu acariciei a lombar dela.
— Já está dentro. Inteiro.
Ana só conseguia gemer. Lágrimas escorriam pelo rosto. Comecei a me mexer. Curto no começo, só a cabeça saindo e entrando. Depois mais fundo. O atrito era seco e quente, o cuzinho dela se abrindo e fechando em volta do pau com um barulho molhado e obsceno. A cada estocada ela soltava um som quebrado, entre dor e prazer.
— Mais… devagar… — pediu, a voz rouca.
Eu obedeci por uns minutos. Depois agarrei os quadris dela com as duas mãos e comecei a foder de verdade. O pau entrava até o fundo, o saco batendo na buceta molhada. Ana gozou de novo sem eu tocar nela, o corpo se contraindo tão forte que quase me milhei. O cuzinho apertou de um jeito selvagem e eu gozei lá dentro, jatos quentes enchendo o intestino dela enquanto ela soluçava e tremia.
Quando tirei, o cuzinho ficou aberto, vermelho, escorrendo sêmen branco. Ana caiu de lado no colchão, as pernas abertas, a respiração irregular. Olhou para mim com os olhos vermelhos.
— Você… estragou tudo — sussurrou, mas a mão dela já buscava meu pau de novo, ainda meio duro, sujo do próprio gozo e do sangue fino que tinha saído.
Eu sorri e passei o polegar pelo buraquinho dilatado.
— Ainda não. Ainda tem mais.
E naquela mesma noite, depois de limpar o pau na saia dela, eu enfiei de novo. Mais fundo. Mais forte. Até o cuzinho da evangélica aprender a engolir tudo sem gritar.

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Comentários


foto perfil usuario aventura.ctba

aventura.ctba Comentou em 01/09/2026

Amei seu conto amor, me deu muito tesão enquanto lia! Claro que teve meu voto! Postei um novo conto, adoraria um comentário seu e se gostar vote ok? bjinhos Ângela

foto perfil usuario klavfarbr

klavfarbr Comentou em 31/08/2026

Mais um cuzinho feminino evangélico apertado desvirginado na pressão 💘 💘 💘




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Ficha do conto

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mestrern

Nome do conto:
DESVIGINANDO O CUZINHO DA NINFETA EVANGÉLICA

Codigo do conto:
271120

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
31/08/2026

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9

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