A primeira vez que quase fomos pegos aconteceu numa terça-feira. Meu marido tinha chegado da viagem na noite anterior. Eu estava com o cu ainda sensível das trepadas com Pedro durante a ausência dele, mas isso só piorava minha vontade. Passei a manhã inteira molhada, apertando as coxas, lembrando do pau grosso do criado enterrado na minha bunda. Por volta das onze, meu marido anunciou que ia resolver umas coisas no escritório e só voltaria no fim da tarde. Assim que o carro saiu do portão, eu fui atrás de Pedro. Não teve conversa. Arrastei ele pro banheiro do corredor, o mesmo que dava pro quarto de hóspedes. Fechei a porta, ergui o vestido, tirei a calcinha e subi na pia. Abri as pernas. — Rápido. Mete no meu cu. Pedro não precisou de mais nada. Cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez. Eu soltei um gemido alto demais. Ele tapou minha boca com a mão e começou a meter com força, sem piedade. O barulho molhado do meu cu engolindo o pau dele ecoava no banheiro. Eu estava escorrendo tanto que o líquido descia pela bunda e pingava no chão. Foi aí que ouvimos o barulho do portão. O carro do meu marido. Pedro parou na hora, ainda totalmente enterrado no meu cu. Nossos olhos se encontraram. Meu coração disparou. — Ele voltou — eu sussurrei contra a mão dele. Escutamos a porta da frente abrir. A voz do meu marido chamando: — Amor? Esqueci o carregador! Pedro começou a sair devagar, mas eu segurei a bunda dele. — Não tira. Fica quieto. Ficamos parados, ele enterrado até o fundo no meu cu, os dois engessados de medo e tesão. Meu marido subiu a escada. Os passos dele se aproximaram do corredor. Parou bem na frente da porta do banheiro. — Tá alguém aí? Pedro latejou dentro de mim. Eu quase gozei só com isso. Respondi com a voz mais normal que consegui: — Sou eu, amor. Tô no banheiro. Já saio. Ele ficou mais dois segundos ali. Depois ouvimos os passos indo em direção ao quarto. A gaveta abrindo. Ele resmungando que não achava o carregador. Pedro, ainda com o pau enterrado no meu cu, começou a se mexer de leve. Estocadas mínimas, quase imperceptíveis. Eu mordia a mão dele para não gemer. Meu marido passou de novo na frente da porta. — Vou lá no escritório buscar. Qualquer coisa me liga. — Tá bom — respondi, a voz embargada. A porta da frente bateu. O carro ligou. Só então Pedro tirou a mão da minha boca e começou a me foder de verdade. Bruto. Rápido. Fundo. Eu gozei em segundos, tremendo na pia, com o cu apertando o pau dele. Ele me virou de costas, me dobrou sobre a privada e meteu ainda mais forte. A mão dele no meu cabelo, me puxando para trás a cada estocada. — Quase pegou a gente — ele falou no meu ouvido, ofegante. — Quase pegou o marido da senhora me vendo foder esse cu. Eu só conseguia gemer. Ele gozou dentro, empurrando fundo, enchendo meu cu de porra enquanto eu ainda tremia. Quando tirou, um fio grosso escorreu na hora. Pedro pegou minha calcinha do chão, limpou o pau nela e depois enfiou a calcinha de volta em mim, empurrando a porra para dentro. — Deixa assim. Quero que a senhora passe o dia com minha porra escorrendo no cu enquanto conversa com ele. Saí do banheiro de pernas bambas. Meu marido realmente tinha esquecido o carregador e só voltou no fim da tarde. Durante o jantar, eu estava sentada na mesa com ele e as crianças, o cu latejando, a calcinha ensopada, sentindo a porra de Pedro vazar devagar cada vez que eu me mexia na cadeira. Em determinado momento meu marido olhou pra mim e falou: — Você tá estranha hoje. Aconteceu alguma coisa? Eu só sorri, apertei as coxas e respondi: — Nada, amor. Só estou um pouco cansada. Por baixo da mesa, a porra de Pedro continuava escorrendo. — A Castelhana Porto Alegre — RS
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