Uma noite, reunindo coragem, confessei: — Eu gostaria de sentir novamente o pênis do marido da Marta. E… se você quisesse… participar. Gustavo ficou em silêncio longo. Depois perguntou, com a voz rouca: — Você quer que eu fique só olhando… ou que eu entre também? Respondi que queria os dois. Que o amava e que a curiosidade era grande demais. Ele concordou. Planejamos tudo. Num dia em que Marta viajou, convidamos Klaus para jantar. Preparei uma roupa ousada, jantar afrodisíaco e bastante bebida. O clima ficou sensual. Em determinado momento Gustavo se levantou, beijou minha boca e disse baixinho: — Vou para o quarto. Quando estiverem prontos… me chamem. Ou melhor: venham. Ficamos sozinhos. A música tocava baixo quando Klaus me puxou para dançar. Colou o corpo no meu e eu senti o volume duro cutucar minhas coxas. Em minutos estávamos nus no tapete. Quando segurei aquele membro, a impressão foi de ter agarrado um braço. Marta tinha sido modesta. Klaus me lambuzou o rosto e os seios com a secreção da glande, depois me ergueu pelas nádegas e tentou entrar. Só a ponta passou. Quando chegou a parte mais grossa, trancou. Ele apertou forte e empurrou. O grito que soltei foi alto. A dor dilacerante me atravessou. Ele ficou imóvel até o espasmo passar. Eu comecei a rebolar devagar. Pouco a pouco o tronco abria caminho. Quando finalmente encostei nos testículos dele, sentí o preenchimento absoluto. Comecei a gozar naquele pau monstruoso. Foi nesse momento que Gustavo apareceu na porta do quarto, só de cueca, o olhar escuro de desejo. Ele se aproximou sem pressa, se ajoelhou atrás de mim e beijou minha nuca. — Continua — murmurou. — Quero ver você levar tudo. Klaus me penetrou com estocadas longas e profundas enquanto Gustavo passava as mãos pelo meu corpo, apertava meus seios, descia até o clitóris e me masturbava no mesmo ritmo. Eu gemia entre os dois. Gustavo se levantou, tirou a cueca e colocou o pau na minha boca. Eu o chupava com voracidade enquanto Klaus me fodia sem piedade. Depois Gustavo se deitou no sofá e me puxou para cima dele. Eu me sentei de costas, encaixando o pau do meu marido na boca da frente, ainda alargada e escorregadia. Klaus se posicionou atrás. Com cuidado, e com bastante saliva e o próprio leite que já escorria de mim, ele foi empurrando o membro enorme no meu ânus. A pressão foi insuportável no começo. Eu gemia alto, quase gritando, enquanto os dois entravam juntos — um na frente, o outro atrás. Gustavo segurava meu rosto e me beijava. Klaus me segurava pelas nádegas e ia fundo. Eu me sentia completamente preenchida, usada, desejada pelos dois ao mesmo tempo. O orgasmo veio em ondas violentas. Eu me contraía nos dois paus, urinando de prazer enquanto Klaus descarregava jatos quentes e copiosos dentro do meu cu e Gustavo gozava fundo na minha vagina. O excesso escorria por entre as minhas coxas, misturando o leite dos dois. Não paramos ali. Troquei de posição várias vezes. Chupei os dois ao mesmo tempo. Fiquei de quatro enquanto um me comia e o outro me dava na boca. No final, Klaus me fodeu de novo na frente enquanto Gustavo me masturbava e me mandava gozar olhando nos olhos dele. Quando finalmente paramos, eu estava destruída de prazer, as pernas bambas, a pombinha e o cu inchados e abertos. Klaus se vestiu e foi embora depois de prometer voltar. Gustavo me carregou para a cama, me limpou com carinho e me comeu de novo, devagar, sentindo como eu estava larga e molhada por causa do outro. Hoje vivemos um ménage aberto, intenso e completamente nosso. Às vezes Klaus vem. Às vezes somos só nós dois. Mas a noite em que os dois me tomaram ao mesmo tempo continua sendo a mais forte da minha vida. S., Quaraí – RS
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.