A primeira vez que ele me comeu no cu aconteceu três semanas depois daquela madrugada. Meu marido tinha viajado de novo. As crianças já estavam dormindo. Eu tinha mandado Pedro subir pro quarto “para me ajudar com uma coisa”. Ele entrou e me encontrou de quatro na cama, de camisola erguida até a cintura, sem calcinha, com o rosto apoiado no travesseiro e as mãos abrindo minhas próprias nádegas. — Hoje eu quero sentir você aqui — falei, a voz já embargada de tesão. — No meu cu. Pedro ficou em silêncio por alguns segundos. Depois ouvi o barulho do cinto e da calça caindo. Ele se ajoelhou atrás de mim. Senti os dedos grossos dele tocando minha xoxota ensopada, pegando bastante do meu suco e passando tudo no meu cu. Um dedo entrou devagar. Eu gemi alto. Ele meteu até o fim, girou, abriu, depois colocou o segundo. A ardor era gostosa. Fiquei rebolando contra a mão dele enquanto ele me preparava. Quando tirou os dedos, senti a cabeça enorme do pau dele encostar bem no meio da minha bunda. Ele estava molhado de porra e do meu mel. Empurrou. A glande abriu meu cu com dificuldade. Doeu. Doeu de verdade. Eu cravei as unhas no lençol e soltei um gemido agudo, quase um choro. — Devagar… porra, devagar… Pedro parou com só a cabeça dentro, latejando. Ficou me acariciando as costas, esperando. Eu respirava fundo, tentando afrouxar. Quando o ardor diminuiu um pouco, balancei a bunda para trás, pedindo mais. Ele foi entrando centímetro por centímetro. Cada vez que avançava, eu sentia meu cu sendo forçado a engolir aquele pau grosso demais. Parecia que ia rachar. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas eu não pedia para parar. Quando ele finalmente enterrou tudo, até o saco bater nas minhas nádegas, eu estava tremendo inteira. Nunca tinha me sentido tão cheia na vida. O pau dele parecia chegar em algum lugar profundo demais. Eu mal conseguia respirar. — Tá… tá todo dentro? — perguntei, a voz falhada. — Todo, senhora. O cu da senhora comeu inteiro. Ele começou a se mexer. Estocadas curtas no início, só para eu me acostumar. O atrito era absurdo. Eu sentia cada veia, cada movimento. Minha xoxota escorria tanto que o líquido descia e molhava o pau dele enquanto ele me fodia o cu. Devagar ele foi aumentando o ritmo. As estocadas ficaram mais longas, mais profundas. O barulho molhado do meu cu engolindo aquele pau encheu o quarto. Eu já não aguentava ficar quieta. Rebolava para trás, pedindo mais, gemendo alto, xingando. — Isso… fode meu cu… assim… mais fundo, porra… Pedro segurou minha cintura com força e começou a meter de verdade. Cada investida fazia minha bunda bater contra o corpo dele. Eu gozei primeiro, com o cu apertando o pau dele em espasmos. Ele rosnou e continuou, mais rápido, mais pesado. Em determinado momento ele cuspiu na minha bunda, passou a saliva com o dedo ao redor do pau e meteu ainda mais fundo. Eu gritei no travesseiro. Quando ele gozou, enterrou até o talo e descarregou lá dentro. Senti os jatos quentes batendo no fundo do meu cu, um atrás do outro. Foi demais. Gozei de novo só com a sensação da porra dele me enchendo. Ele ficou alguns segundos parado, ofegante, ainda totalmente enterrado. Depois começou a sair devagar. Meu cu fez um barulho molhado e obsceno quando a cabeça do pau saiu, e um fio grosso de porra escorreu logo em seguida, descendo pelas minhas bolas e molhando a cama. Pedro se deitou ao meu lado. Eu continuei de quatro por um tempo, com a bunda no ar, sentindo o cu latejar e a porra dele vazar aos poucos. Ele passou a mão na minha bunda e empurrou um pouco da porra de volta para dentro com o dedo. — A senhora aguentou inteiro — ele falou, quase orgulhoso. Eu só consegui rir, ainda ofegante, com a cara molhada de lágrima e suor. — Amanhã você vai ter que me foder de novo. Quero sentir essa porra escorrendo o dia inteiro. E ele fodeu. Na manhã seguinte, antes das crianças acordarem, me comeu no cu de novo, dessa vez comigo sentada em cima dele, descendo devagar até engolir tudo. Desde aquele dia, meu cu virou tão viciado quanto minha xoxota. Pedro nunca mais precisou pedir. Bastava eu ficar de quatro e abrir a bunda que ele já sabia o que fazer. — A Castelhana Porto Alegre — RS
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