EXIBICIONISMO PARA O MOTORISTA DO UBER E FAZENDO ELE GOZAR NA SUA BOCA...
Ela entrou no Uber sozinha. O vestido curto subiu quando se acomodou no banco de trás. Por baixo, nada. Nenhuma calcinha. As coxas se abriram um pouco e a buceta já úmida ficou parcialmente à mostra. O motorista, um homem de uns trinta anos, olhou pelo retrovisor. O olhar desceu e travou. Ela ergueu o vestido até a cintura, deliberadamente, e abriu as pernas por completo. A fenda molhada, os lábios entreabertos, o clitóris inchado ficaram completamente expostos. — Pode olhar — disse ela, a voz baixa. — Meu marido gosta quando eu mostro. O carro reduziu a velocidade por um segundo. O motorista olhou de novo, a respiração já mais pesada. Ela se inclinou para a frente, entre os bancos, e pousou a mão na coxa dele. Depois subiu até o volume marcado na calça. — Posso chupar? Ele engoliu em seco e assentiu. Ela abriu o botão e o zíper, puxou o pau duro para fora e envolveu com a boca sem hesitação. Chupou fundo, a língua rodando a cabeça, a mão massageando as bolas. O motorista gemeu, uma mão no volante, a outra nos cabelos dela. Ela chupava com vontade, engolindo quase inteiro, saliva escorrendo pelo queixo. O carro seguia em velocidade constante. De vez em quando ele olhava para baixo e via a cabeça dela subindo e descendo no pau dele. — Vou gozar — avisou ele, a voz rouca. Ela não tirou a boca. Acelerou o ritmo, chupando mais fundo. Ele gozou em jatos quentes, enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, continuou chupando até o último espasmo, depois limpou a cabeça do pau com a língua. O motorista ajeitou a calça com uma mão só, ainda ofegante. Ela se sentou de volta, o vestido ainda erguido, a buceta latejando à mostra, e deixou ele olhar pelo retrovisor o resto do caminho. Quando o carro parou em frente de casa, ela desceu, o gosto dele ainda na boca. Entrou, encontrou o marido na sala e foi direto até ele. Beijou-o fundo, a língua entregando o gosto da porra do motorista. O marido correspondeu, a mão já subindo sob o vestido, sentindo a buceta molhada. Ela se afastou só o suficiente para falar, a voz ainda rouca: — Abri as pernas no banco de trás… deixei ele ver tudo. Depois chupei o pau dele até ele gozar na minha boca. Engoli tudinho. O marido a puxou de novo para o beijo, os dedos já entrando nela. — Conta de novo — murmurou contra a boca dela. — Mais devagar. Quero cada detalhe.
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