O RETORNO DA CONSULTA AO GINECOLOGISTA, PARA MOSTRAR OS EXAMES
Ela voltou ao consultório sozinha. Vestido curto, sem nada por baixo. Levava os exames na mão. O médico a recebeu com o mesmo profissionalismo de sempre e pediu que se sentasse. — Os resultados estão todos normais — disse ele, folheando os papéis. Ela cruzou as pernas e depois as abriu um pouco, o tecido do vestido subindo. — Doutor… estou sentindo uma ardência. Aqui embaixo. Desde a última consulta. Acho que precisa examinar de novo. Ele olhou para ela por um segundo a mais. Depois assentiu e pediu que se deitasse na maca e colocasse os pés nos estribos. Ela subiu, ergueu o vestido até a cintura e abriu as pernas. A buceta já estava úmida. O médico calçou as luvas, puxou o banquinho e se posicionou entre as coxas dela. A luz do foco iluminou tudo. Os dedos enluvados abriram os lábios com cuidado. Ele tocou a entrada, espalhou o gel e introduziu dois dedos, movendo-os devagar, pressionando as paredes. — Onde exatamente arde? — perguntou, a voz mais baixa. — Mais fundo… e quando aperta aqui — ela guiou o polegar dele até o clitóris. Ele esfregou o ponto indicado em círculos firmes enquanto os dedos entravam e saíam. O som molhado ficou claro. Ela estava encharcada. As pernas nos estribos tremeram. O médico retirou as luvas devagar, sem se afastar. — Vou examinar sem a luva. Para sentir melhor a temperatura e a textura. Os dedos nus tocaram a buceta dela. Quentes. Ele abriu os lábios, esfregou o clitóris com o polegar e enfiou dois dedos de novo, agora sem barreira. Moveu-os com mais força, curvando, procurando o ponto que a fazia tremer. Ela gemeu. — Doutor… Ele se levantou, abriu a calça e tirou o pau já duro. Segurou a base e passou a cabeça grossa pela fenda molhada, subindo e descendo, untando de umidade. — Vai doer? — perguntou ele, ainda no tom clínico. — Não. Mete. Ele encaixou e enterrou tudo de uma vez. Fundo. Até as bolas. Ela arqueou as costas na maca, gemendo alto. Ele segurou as coxas dela abertas nos estribos e começou a foder com estocadas firmes e profundas. O som molhado de pele batendo ecoava no consultório. A luz do foco mostrava tudo: o pau saindo brilhante e entrando de novo, os lábios se abrindo em volta dele, o clitóris inchado. Ele acelerou, metendo com força, a mesa rangendo levemente. Ela gozou primeiro, a buceta apertando o pau dele em ondas fortes, gemendo sem se conter. Ele continuou, mais rápido, mais fundo, até gozar dentro, jatos quentes enchendo ela enquanto segurava as coxas com força. Ficou enterrado alguns segundos, latejando. Depois saiu devagar. Um fio grosso de porra escorreu pela buceta dela, descendo em direção ao cuzinho, bem iluminado pelo foco. Ele ajeitou a calça, ainda ofegante, e olhou para ela deitada, as pernas abertas, a porra vazando. — A ardência deve passar — disse, a voz rouca. — Mas se voltar… marque outro retorno. Ela desceu da maca com as pernas trêmulas, a porra escorrendo pela coxa interna. Ajeitou o vestido e pegou a bolsa. — Vou marcar.
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