Ela entrou no consultório com o marido. O vestido curto e sem nada por baixo. O médico, um homem de uns quarenta anos, educado, pediu que ela se deitasse na maca e colocasse os pés nos estribos. O marido se sentou na cadeira ao lado, bem próximo, com visão direta. Ela subiu na maca, abriu as pernas e encaixou os calcanhares. O vestido subiu até a cintura. A buceta depilada e já úmida ficou completamente exposta sob a luz clara do consultório. O médico calçou as luvas, puxou o banquinho e se posicionou entre as coxas dela. — Vou começar o exame — disse ele, profissional. Os dedos enluvados tocaram primeiro os lábios externos, abrindo-os com cuidado. A luz do foco iluminou tudo: a fenda, o clitóris, a entrada. O marido observava sem desviar o olhar. O médico espalhou o gel lubrificante. Os dedos deslizaram para cima e para baixo, abrindo os lábios, expondo o clitóris inchado. Ele pressionou levemente, examinando. Ela segurou a respiração. O toque era clínico, mas a excitação já fazia a buceta latejar. Ele introduziu dois dedos devagar, sentindo as paredes. Moveu-os em círculos, pressionando pontos específicos. O polegar acabou encostando no clitóris por acidente — ou não. Ela mordeu o lábio. O marido falou baixo, só para ela ouvir: — Relaxa. Deixa ele ver e sentir tudo. O médico continuou o exame, os dedos entrando e saindo com movimentos firmes, o polegar agora esfregando o clitóris de forma mais deliberada enquanto avaliava. O som molhado ficou audível. Ela estava encharcada. — Está bem sensível aqui — comentou o médico, a voz um pouco mais rouca. Ele manteve os dedos dentro, curvados, enquanto o polegar fazia círculos firmes no clitóris. A pressão aumentou. Ela começou a tremer. As pernas nos estribos se abriram ainda mais. O marido segurou a mão dela. O médico não parou. Continuou o movimento, examinando e estimulando ao mesmo tempo. Os dedos entravam fundo, o polegar esfregava sem pausa. O foco de luz mostrava tudo em detalhes: a buceta se abrindo, o clitóris inchado, a umidade escorrendo pela luva. Ela gozou de repente, forte. A buceta apertou os dedos dele em ondas, um gemido escapou, as coxas tremeram nos estribos. O orgasmo foi longo, visível, a umidade aumentando sob a luz. O médico manteve os dedos dentro até ela parar de contrair. Depois retirou devagar, a luva brilhando. Tirou as luvas com calma, ainda entre as pernas dela, e olhou para o marido. — Exame concluído. Está tudo normal. Ela continuou deitada, as pernas abertas, a buceta ainda latejando e molhada à vista dos dois. O marido passou a mão pela coxa dela, os dedos tocando a umidade. — Da próxima consulta — murmurou ele — a gente pede para ele usar o espéculo e deixar aberto mais tempo.
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