Ela ligou para a clínica na manhã seguinte. A voz da secretária era educada. — Gostaria de marcar um retorno com o doutor. É sobre a ardência que voltou. A secretária consultou a agenda. — Ele tem um horário amanhã às quatorze horas. Só a senhora? — Só eu. Confirmou o horário e desligou. O marido estava ao lado, ouvindo. Passou a mão por baixo do vestido dela e enfiou dois dedos na buceta ainda sensível da noite anterior. — Amanhã você vai de novo. Sem calcinha. E dessa vez deixa ele gozar fundo. Quero que volte para casa pingando. No dia seguinte ela chegou pontualmente. Vestido curto, nada por baixo. A secretária a mandou esperar. Quando a porta do consultório se abriu, o médico a chamou pelo nome. Ela entrou. A porta se fechou. Ele estava de jaleco, mas os olhos já desceram para as coxas dela. — A ardência voltou? — perguntou, a voz baixa. — Sim. Mais forte. Ele não pediu que se deitasse de imediato. Apenas apontou para a maca. — Sobe. Pés nos estribos. Vestido erguido. Ela obedeceu. Deitou, abriu as pernas e encaixou os calcanhares. O vestido subiu até a cintura. A buceta já estava úmida, os lábios entreabertos sob a luz do foco. O médico se posicionou entre as coxas dela sem calçar luvas. Os dedos nus abriram a fenda, esfregaram o clitóris e entraram fundo de uma vez. Moveu-os com força, o polegar pressionando o ponto inchado. — Continua ardendo aqui? — perguntou, enquanto os dedos fodiam ela. — Sim… mais fundo. Ele retirou os dedos, abriu a calça e tirou o pau já duro. Passou a cabeça grossa pela buceta, untando de umidade, e enterrou tudo de uma estocada só. Fundo. Até as bolas. Ela gemeu alto, as unhas cravando na maca. Ele segurou as coxas dela abertas nos estribos e começou a meter com força, a mesa rangendo. O som molhado ecoava. A luz do foco mostrava o pau saindo brilhante e sumindo de novo dentro dela. — Dessa vez vou gozar bem fundo — falou ele, a voz rouca, metendo mais rápido. Ela gozou primeiro, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. Ele continuou, estocadas profundas e pesadas, até gemer e despejar jatos quentes bem no fundo, segurando as coxas dela com força enquanto latejava dentro. Ficou enterrado vários segundos. Depois saiu devagar. Um fio grosso de porra escorreu imediatamente, descendo pelo cuzinho e manchando o papel da maca. Ele ajeitou a calça, ainda ofegante, e olhou para ela deitada, as pernas abertas, a porra vazando. — Se a ardência voltar de novo… marca outro retorno. Da próxima vez vou colocar o espéculo. Quero deixar você bem aberta enquanto eu meto. Ela desceu da maca com as pernas trêmulas. A porra escorria pela coxa interna enquanto ajeitava o vestido. Pegou a bolsa e olhou para ele. — Vou marcar assim que chegar em casa.
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