FUDENDO O CUZINHO DE LARISSA, A NINFETA EVANGÉLICA
Na segunda-feira, por volta das duas da tarde, a mãe de Larissa saiu para o trabalho noturno. A casa ficou vazia. Roberto mal tinha terminado de abrir a porta dos fundos quando ela já o puxou para dentro. Estava só de camiseta larga e calcinha. Sem calça, sem sutiã. Os seios balançavam livres por baixo do tecido fino. — Fiquei pensando nisso o domingo inteiro — murmurou ela, já ajoelhando na sala. — No culto, enquanto o pastor falava de pureza… eu só conseguia lembrar do seu pau me enchendo. Ela abriu a bermuda dele, tirou o pau já duro e engoliu até o fundo, babando, chupando com vontade. Roberto segurou o cabelo dela e fodeu a boca por alguns minutos, até não aguentar mais. — Levanta. Larissa se levantou. Ele a virou de costas contra a parede, puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos na buceta molhada. Ela já estava pronta. Mas não era isso que ele queria hoje. — Vira de quatro no sofá. Ela obedeceu na hora, apoiando os joelhos no assento e o peito no encosto, a bunda empinada. Roberto ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas e cuspiu no cu apertado e rosado. O polegar circulou o furinho, pressionando devagar até entrar. Larissa soltou um gemido longo, meio surpreso, meio excitado. — Vai doer?… — Um pouco. Mas você pediu pra ser castigada, não foi? Ele tirou o polegar, posicionou a cabeça do pau no cuzinho e empurrou com firmeza. A resistência cedeu devagar. Larissa enterrou o rosto no sofá e gemeu alto quando a cabeça entrou. Roberto seguiu avançando, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. — Porra… que cu apertado… Ele ficou parado um segundo, deixando ela se acostumar. Depois começou a meter. No começo devagar, fundo, puxando quase tudo pra fora e enfiando de novo. Larissa gemia sem parar, a voz embargada, misturando dor e prazer. — Mais… pode ir mais forte… Roberto agarrou os quadris dela com as duas mãos e acelerou. O pau grosso abria o cuzinho a cada estocada, a bunda batendo contra a barriga dele. O som molhado e o gemido dela enchiam a sala. Ele inclinou o corpo sobre o dela, mordeu a nuca e meteu ainda mais fundo. — Fala. Fala que você gosta de levar no cu. — Gosto… adoro… me fode o cuzinho, tio… arromba… Larissa enfiou a mão entre as pernas e esfregou a própria buceta enquanto ele a fodia. Em pouco tempo ela gozou, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau dele com força. Roberto não aguentou. Enterrou até o fundo e gozou dentro, enchendo o cuzinho dela de porra quente. Ficaram assim por um tempo, ofegantes. Quando ele saiu, a porra escorreu lenta pelo furinho avermelhado e aberto. Larissa virou o rosto, ainda de quatro, o cabelo grudado na testa suada, e sorriu de lado. — Domingo eu vou pro culto de novo… Roberto passou o polegar no cuzinho dela, empurrando a porra de volta para dentro. — E segunda eu volto.
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