FELIZ DOTE, A ESPOSA BUCETUDA MOSTRANDO PARA OUTROS MACHOS
No dia seguinte No dia seguinte o sol estava ainda mais forte. Beth escolheu de propósito a tanga mais mínima que tinha levado: um fio-dental branco quase transparente quando molhado. Rubens sabia exatamente o que ela ia fazer. E aprovava. Eles chegaram cedo e escolheram um lugar um pouco mais afastado, perto de um grupo de três homens jovens que jogavam futevôlei. Beth se esticou na toalha de barriga para cima, abriu as pernas só o suficiente e deixou o sol fazer o resto. Em poucos minutos a tanga branca já estava completamente engolida. Os lábios grossos e rosados se projetavam de forma escandalosa, brilhando com o protetor solar. A fenda profunda ficava à mostra, o tecido fino do biquíni quase invisível no meio da carne úmida. Qualquer um que passasse perto via tudo. Rubens, deitado ao lado, sentia o pau endurecer dentro do bermuda. Observava os homens do futevôlei. Um deles, moreno alto, parou de jogar e ficou olhando abertamente. Beth percebeu. Em vez de fechar as pernas, ela se ajeitou melhor, ergueu um pouco o quadril e puxou a tira da tanga para o lado, como se estivesse ajeitando… mas deixou os lábios ainda mais expostos por alguns segundos. O homem engoliu em seco. Os outros dois também pararam. Rubens se aproximou do ouvido dela e falou baixo, a voz rouca: — Está gostando, vadia? Deixando esses caras virem seu dote todo? Beth sorriu sem abrir os olhos. — Adorando… Eles não tiram o olho. Ela se virou de bruços, ergueu o bumbum e abriu mais as coxas. A tanga desapareceu por completo entre os lábios proeminentes. De trás, dava para ver a parte de baixo da fenda, úmida e inchada pelo calor. Um dos homens deixou a bola cair e veio até a beira da água, fingindo molhar o rosto, mas claramente olhando. Rubens passou a mão pela bunda da esposa, deslizou o dedo pela fenda de fora e abriu os lábios dela bem na frente dos três. Beth gemeu baixinho, mas não se mexeu. Ficou ali, oferecida, enquanto o marido exibia o “dote” dela como se fosse um troféu. — Olha que buceta linda minha mulher tem — murmurou Rubens alto o suficiente para os homens ouvirem. — Grossa, carnuda… engole qualquer coisa. Beth sentiu o calor subir no rosto e entre as pernas. Estava encharcada. Quando se virou de novo de barriga para cima, a tanga já não cobria quase nada. Os lábios estavam vermelhos, abertos, brilhando. Ela olhou direto para o homem mais alto e abriu um pouco mais as pernas, desafiadora. Rubens se inclinou e puxou a tira do biquíni para o lado de vez, deixando a buceta dela completamente nua por longos segundos. Os três homens pararam o que estavam fazendo. Um até passou a mão na frente da sunga. Beth respirou fundo, o coração batendo forte. Nunca tinha se sentido tão exposta… e tão excitada. O marido voltou a cobri-la só o suficiente para não dar flagrante total, mas o estrago já estava feito. Todo mundo ali tinha visto o tamanho, a forma e a avidez daquele dote. Mais tarde, quando foram ao mar, Rubens a puxou para água mais funda e falou no ouvido: — Amanhã a gente volta. E dessa vez eu quero que você tire a tanga de vez quando eles estiverem olhando. Beth tremeu de tesão e só conseguiu responder: — Pode deixar… eu mostro tudo de novo.
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