Feliz Dote Meu nome é Beth e sou casada há cinco anos com meu marido Rubens, que é um amor de homem. Somos jovens: eu tenho 23 e ele 26. Temos uma filhinha de cinco anos. Ele é do tipo moreno, magro, porém gostoso e muito simpático. Eu, conforme ele mesmo pediu que escrevesse, sou loira, do tipo mignon, com seios pequenos e coxas bem torneadas. Ambos somos de estatura média. O fato que passo a narrar tem origem no meu próprio nascimento. Como fruto da hereditariedade, adquiri de minha mãe uma característica que hoje me proporciona bastante prazer. Desde pequena notei que minha fenda vaginal era um tanto pronunciada — achava que era grande demais para a minha idade. Quando tinha mais ou menos uns 14 anos, perguntei à minha mãe se aquilo era normal, pois me comparava com as outras garotas da minha idade e via que, nesse ponto, eu levava nítida vantagem. Como meu relacionamento com ela sempre foi bastante aberto, ela me explicou que aquilo era uma qualidade de que eu iria me orgulhar no futuro. Um dia, tomando banho juntas, percebi que ela falava a verdade: a fenda do sexo de mamãe era realmente grande, e a minha ficaria assim também. O tempo passou e não dei importância ao fato até que, aos 18 anos, comecei a namorar Rubens, meu primeiro e único homem. É claro que não era nenhuma santa. Em pouco tempo ele descobriu esse meu privilegiado dote numa noite em que fomos ao cinema. Eu usava uma saia na altura dos joelhos, mas naquele momento ele fez o favor de deixá-la ao redor da minha cintura. Há tempos eu ansiava por aquele momento e delirei quando ele, com a mão, foi apalpando as minhas coxas e chegou até a minha calcinha que, devido ao fato que já mencionei, fica permanentemente enterrada em meu sexo, delineando suas formas desejosas. Naquele instante Rubens enlouqueceu de admiração. — Beth, você é demais. Eu nunca vi uma garota assim! Eu não estava em condições de responder direito, mas consegui dizer: — Por que você não conhece melhor a minha vagina, querido? Arreganhei um pouco mais as pernas. Imediatamente dois dedos penetraram pelo lado da minha calcinha, já molhada. Virei os olhos de tesão, joguei a cabeça para trás no encosto da poltrona e gemi baixinho enquanto Rubens percorria com os dedos toda a extensão do meu sexo em fogo — do ânus quase até o começo da calcinha, perto do umbigo. Ele enfiou dois, três e finalmente quatro dedos na entrada da minha vagina e admirou-se, ficando em absoluta felicidade. Imaginei que ele estava pensando mal de mim, que achava que eu era assim porque havia transado com muitos rapazes. Logo lhe expliquei tudo. Ele pareceu não acreditar muito, mas não esboçou qualquer protesto. Até o dia em que estávamos em minha casa e ele observou minha mãe usando uma apertada calça de lycra que mostrava, nitidamente, os grandes lábios vaginais dela. Então, realmente, Rubens se convenceu. Passado pouco tempo, perdi minha virgindade com ele. A partir daí algo tomou conta de nós dois. Exalávamos sexo por todos os poros e estávamos sempre dispostos a trepar em qualquer hora e lugar: em casa, no carro, no cinema e até em ônibus durante viagens longas. Rubens se excitava em me ver vestida com calças superjustas e calcinhas tipo tanga. No princípio me envergonhava, mas aos poucos foi me excitando também. Certa vez fiz-lhe uma surpresa inesquecível no Dia dos Namorados: depilei totalmente meu sexo e o aguardei em casa vestida apenas com uma calça “listradinha” justa, sem nada por baixo, e uma miniblusa que deixava quase toda a minha barriguinha de fora. Olhei-me no espelho e vi que a calça ficava literalmente enterrada na minha xoxota; a racha dos meus lábios vaginais ficava escandalosamente pronunciada. Por trás a mesma coisa, com meu gostoso bumbum sendo fortemente marcado pelo tecido justo. Estava quase gozando por antecipação quando ele chegou. Quando me viu, quase não acreditou. Por pouco não trepamos ali mesmo. Conseguimos, a duras penas, nos controlar e passamos a noite num motel à beira da Rodovia Castelo Branco. Lá chegando, Rubens me despiu imediatamente e me elogiou dizendo mil coisas. Fomos para a cama. Ele ficou por baixo, a meu pedido, enquanto eu o cavalgava fazendo os movimentos de que mais gosto: empurrar a pélvis para frente e para trás, sentindo o pênis dele deslizar por toda a extensão da minha fenda. Gozamos como loucos. Naquele Dia dos Namorados fizemos, na cama, tudo a que tínhamos direito. Naquele ano casamos e logo depois tivemos uma filha. Nem preciso dizer que o parto foi normal e que os médicos ficaram admirados ao saber que era o meu primeiro filho. O nascimento da nossa filhinha diminuiu um pouco o nosso apetite sexual no início, mas, passado um ano, meu desejo voltou com toda a força. Notei que meu marido ficava realmente desgastado com as sessões quase diárias de sexo que eu promovia. Eu bem que tentava diminuir ou disfarçar meu apetite, mas em vão. Até que, ao completarmos dois anos de casamento, recebi um grande presente. Meu marido chegou à noite em casa já meio entorpecido pela bebida da nossa comemoração. Levou-me para a cama e apagou a luz sem mesmo nos despirmos. Ficamos nos beijando e chupando. Tiramos as roupas quando ele me disse que havia me comprado um presente que seria muito útil para mim e que também o ajudaria a ter um pouco mais de descanso. No princípio não entendi e quis acender a luz para ver. Ele me impediu: — Relaxe e espere, meu amor. Em seguida mergulhou a cabeça entre minhas pernas e me levou à loucura. A língua dele passou a me acariciar na parte da vagina próxima do ânus enquanto, ao mesmo tempo, o nariz penetrava mais acima. Senti algo estranho quando ele tirou de baixo da cama algo que substituiu sua boca. Veio falar ao meu ouvido: — Espero que você goste do meu presente! Que loucura: era um vibrador enorme, de plástico, oco por dentro. Suas dimensões realmente não eram comuns. A cabeça do instrumento pressionava a abertura da minha vagina buscando a entrada e não passava. Além disso o comprimento também excedia — eu o sentia esbarrar no meu joelho. Fiquei superexcitada, beijei Rubens, agradeci e o auxiliei na difícil tarefa de empurrá-lo para dentro de mim. Fiquei com as pernas totalmente abertas. Com ambas as mãos segurei a cabeça do vibrador e pincelei com ela meus lábios vaginais enquanto meu marido se posicionava melhor, ajoelhado entre minhas coxas, segurando com as duas mãos a base do tronco que iria me levar às nuvens. Disse que estava pronta. Então, com os dedos, fui empurrando cada uma das laterais da minha vagina para o lado enquanto Rubens, vagarosamente, escorregava aquele mastro para dentro de mim. Gemi feito uma cadela no cio e pedia mais e mais. Nossa filhinha até acordou com o escândalo que eu fazia, mas felizmente voltou a dormir. Quase a metade havia entrado. Tentei fechar as pernas para sentir melhor aquele tesão, mas foi impossível: o vibrador era como se fosse uma outra perna que eu tinha ali no meio. Chorei de prazer e gemia cada vez mais, pedindo a meu homem que me rasgasse toda, que me partisse em duas. Ele, por sua vez, xingava e me dizia obscenidades que eu nunca tinha ouvido. Estávamos embriagados de tesão e volúpia. Finalmente chegou ao fim: entrou quase todo. Fiquei então segurando-o com as mãos, movimentando-o dentro da minha gruta. Rubens veio até a minha boca e a encheu com seu pau grosso e duro. Desde esse dia somos ainda mais felizes na cama e fora dela. Rubens não permite mais que eu use saias ou vestidos — apenas calças justas e calcinhas bem cavadas. Quando vamos à praia ficamos excitados, pois qualquer tipo de traje se torna explícito no meu caso: fica totalmente engolido pelo meu sexo, da parte de baixo até em cima. Meu marido, para facilitar, pede que eu use tanguinhas tipo fio-dental, o que leva os banhistas à loucura quando veem meu corpo estendido e meu sexo gostosamente tomando sol, com uma parte do biquíni que apenas aparece na parte de trás das nádegas e só volta a surgir na frente quando emerge do mais profundo interior do meu sexo. É claro que desde aquele dia venho me depilando com frequência. Um dote igual a esse deve realmente ser apreciado e cobiçado, vocês não acham?
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