FELIZ DOTE, GANHANDO UMA MASSAGEM E UMA FODA NO HOTEL
No hotel No final da tarde, depois da praia, Beth pediu uma massagem no quarto. Rubens ficou sentado na poltrona, de bermuda, observando tudo com um sorriso safado. O massagista era um homem de uns trinta e poucos anos, corpo atlético, mãos grandes. Quando Beth deitou de bruços na maca improvisada, vestindo apenas a tanga mínima que ainda estava úmida de suor e mar, ele engoliu em seco. O fio branco desaparecia completamente entre os lábios grossos e proeminentes. A fenda carnuda ficava à mostra, brilhando, os lábios se abrindo um pouco com a posição. Ele começou pelas costas e pelas pernas, profissional. Mas quando chegou às coxas, os dedos já demoravam mais. Beth abriu um pouco mais as pernas, sem jeito nenhum. O massagista passou as mãos pela parte interna e os polegares roçaram de leve a borda dos lábios inchados. — Pode… explorar melhor — murmurou ela, a voz rouca. Rubens, da poltrona, falou baixo: — Mostra pra ele, amor. Deixa ele ver direito o que você tem. Beth ergueu o quadril e puxou a tira da tanga para o lado. Os lábios grossos e rosados se abriram, revelando tudo: a entrada úmida, o clitóris inchado, a carne macia e generosa. O massagista parou por um segundo, respirando fundo. — Porra… que buceta linda — ele disse, sem conseguir disfarçar. Ele passou os polegares pelos lábios, abrindo-os devagar, sentindo a textura quente e elástica. Beth gemeu alto quando ele começou a massagear em círculos, apertando de leve a carne proeminente, esticando, soltando, passando os dedos pela fenda inteira. O óleo escorria entre os lábios, deixando tudo brilhante e escorregadio. Rubens se levantou, puxou a bermuda e tirou o pau duro, masturbando-se devagar enquanto assistia. — Mete os dedos nela — mandou. — Ela gosta quando abrem bem. O massagista não precisou de mais incentivo. Enfiou dois dedos grossos de uma vez, abrindo os lábios com a outra mão para que Rubens visse tudo. Beth gritou de prazer, empurrando o quadril para trás. Os dedos entravam e saíam, molhados, fazendo barulho. Ele abria a buceta dela com os polegares, mostrando a entrada piscando, e voltava a enfiar mais fundo. Beth já estava tremendo. O massagista acelerou, curvou os dedos e massagou o ponto certo enquanto o polegar esfregava o clitóris. Os lábios grossos se contraíam ao redor dos dedos dele a cada movimento. — Vai gozar pra ele, vadia — rosnou Rubens. — Mostra como essa buceta goza gostoso. Beth gritou, o corpo inteiro engessado. O orgasmo veio forte, a buceta se apertando nos dedos do massagista, o líquido escorrendo pelas coxas e molhando a maca. Ela gozou em espasmos longos, gemendo alto, os lábios inchados e vermelhos latejando enquanto ele continuava a massagear devagar, tirando cada onda de prazer. Quando ela finalmente afrouxou, ofegante, o massagista tirou os dedos devagar, ainda brilhantes de tesão dela. Passou a mão uma última vez pelos lábios proeminentes, como se estivesse se despedindo daquela visão. Rubens se aproximou, puxou a cabeça da esposa e enfiou o pau na boca dela enquanto ela ainda tremia. — Agora limpa o meu… e depois a gente vê se ele quer mais uma rodada. Beth, com a boca cheia e os olhos vidrados de prazer, só conseguiu gemer em resposta, os lábios da buceta ainda abertos e latejando na maca. O massagista não precisou de mais convite. Com a tanga de Beth já jogada no chão, ele se ajoelhou na frente da maca e puxou as coxas dela com força, abrindo bem. Os lábios grossos e inchados estavam vermelhos, brilhando de óleo e de tesão, a fenda profundamente aberta. Ele não perdeu tempo: enterrou o rosto ali de uma vez. A língua larga e quente passou devagar de baixo para cima, separando a carne proeminente, lambendo cada prega. Beth gritou, arqueando as costas. O massagista abria os lábios dela com os polegares e chupava com vontade, fazendo barulho molhado, puxando a pele macia com a boca, soltando, voltando a chupar o clitóris inchado. A cada vez que ele puxava os lábios com os dentes de leve, ela tremia inteira. Rubens, em pé ao lado, segurava o cabelo da esposa e enfiava o pau fundo na boca dela. — Isso… chupa essa buceta gostosa. Olha o tamanho desses lábios. Come tudo. O massagista gemeu contra a xoxota dela, a vibração fazendo Beth gozar de novo, curto e forte, molhando a boca dele. Ele não parou. Continuou chupando, enfou a língua dentro, abriu os lábios com as mãos e mostrou para Rubens como a entrada dela piscava, molhada e aberta. Quando Beth já estava quase chorando de prazer, o massagista se levantou, puxou a sunga e tirou um pau grosso e pesado. Rubens sorriu, safado, e se afastou só o suficiente para ver tudo. — Mete nela. Quero ver esses lábios engolindo seu pau. O massagista posicionou a cabeça grossa bem no meio da fenda carnuda e empurrou devagar. Beth gritou alto quando a glande abriu caminho, os lábios proeminentes se esticando ao redor do pau dele, engolindo centímetro por centímetro. Era uma visão obscena: a carne rosada e grossa se abrindo, agarrando o pau como se tivesse sido feita exatamente para aquilo. Ele começou a foder com força, segurando as coxas dela abertas. Cada estocada fazia os lábios se moverem, batendo contra a base do pau, molhados e barulhentos. Rubens voltou a enfiar o pau na boca da esposa, fodendo a garganta dela no mesmo ritmo. — Que delícia… olha como ela engole — rosnava o massagista. — Essa buceta é um absurdo. Beth estava perdida. Gemia engasgada com o pau do marido, os olhos revirados, o corpo inteiro tremento. O massagista acelerou, batendo forte, abrindo ainda mais os lábios dela com os polegares para ver o pau sumindo dentro. Quando sentiu ela apertar, ele puxou até quase sair, deixou só a cabeça dentro e voltou a enterrar tudo de uma vez. Beth gozou gritando, a buceta se contraindo violentamente ao redor do pau dele, escorrendo ainda mais. O massagista não aguentou. Com um gemido rouco, enterrou fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo ela. Rubens tirou o pau da boca da esposa a tempo de gozar no rosto e nos lábios abertos dela, misturando tudo. Por longos segundos só se ouvia a respiração pesada dos três. O pau do massagista ainda pulsava dentro de Beth, os lábios grossos dela agarrados na base, a porra dos dois escorrendo devagar pela fenda proeminente e molhada. Rubens passou o dedo ali, empurrando a porra de volta para dentro, e olhou para o massagista com um sorriso sujo. — Ainda tem mais óleo aí? Porque eu quero ver você chupar ela limpa agora… e depois a gente começa de novo.
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