CONTANDO PARA O MARIDO O EXIBICIONISMO QUE FEZ PARA O PEDREIRO E AJUDANTE
Ela estava na cozinha quando o marido chegou. Ainda usava a mesma camiseta curta. Ele largou a chave na mesa e a olhou de cima a baixo. — E então? — perguntou, a voz já mais baixa. — Como foi o primeiro dia? Ela se aproximou, passou os braços pelo pescoço dele e falou perto da boca: — Eles chegaram cedo. Eu abri a porta do mesmo jeito. A camiseta curta, o fio-dental… O marido a puxou pela cintura e a fez sentar na bancada, abrindo as pernas dela. — Continua. — Andei na frente deles até a área. Toda vez que me curvava para mostrar a parede ou o registro, a camiseta subia. Ficava assim alguns segundos a mais. O fio aparecia inteiro. As nádegas também. Ele ergueu a camiseta dela até a cintura e passou a mão pela parte interna da coxa. — E eles? — Ficavam em silêncio. O ajudante pigarreava. O pedreiro passava a mão na nuca. Mas olhavam. Muito. Quando fui buscar água e me estiquei no armário, a camiseta subiu de novo. Os dois pararam o que estavam fazendo. O marido abriu o zíper, tirou o pau já duro e encaixou na buceta dela de uma vez, entrando fundo. Ela gemeu. — E depois? — perguntou, metendo devagar, obrigando-a a continuar falando. — Fiquei sentada na cadeira baixa, de frente para eles. A camiseta subida até a metade da coxa. Não ajeitei. Descruzava as pernas e deixava a parte de dentro à mostra. O ajudante, ajoelhado no chão, erguia o rosto o tempo todo. O pedreiro media a parede, mas os olhos desciam. Ele acelerou um pouco as estocadas, segurando a cintura dela. — No final do dia? — Fui mostrar o registro do quintal. Me curvei bem devagar. A camiseta subiu bastante. Fiquei naquela posição girando o registro, sabendo que os dois estavam atrás me olhando. Quando voltei, deixei a porta aberta. De vez em quando um deles passava e olhava para dentro, onde eu ainda estava com a camiseta alta e as pernas abertas. O marido meteu mais fundo, o barulho molhado enchendo a cozinha. — Eles falaram alguma coisa? — Só o pedreiro, na hora de ir embora. A voz estava rouca. Disse que amanhã continuam. E olhou para as minhas coxas antes de sair. Ele a puxou para a beira da bancada e começou a foder com força, as mãos apertando as nádegas dela. — Amanhã você vai estar do mesmo jeito — falou contra a boca dela. — E se a camiseta subir demais… deixa. Quero que eles vejam tudo outra vez. Ela só conseguiu gemer, as unhas nas costas dele, enquanto ele a comia gostoso, obrigando-a a repetir cada detalhe entre uma estocada e outra.
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