O ônibus seguia balançando, lotado, o cheiro de gente misturado com o perfume dela. Você manteve o quadril colado, o pau duro e quente pressionando forte contra a fenda dela por cima da meia-calça. A cada solavanco, o tecido fino da meia se molhava mais, colando na buceta nua, marcando os lábios inchados e o clitóris latejante. Você ergueu um pouco mais a barra do vestido, só o bastante pra esconder a mão entre as pernas dela. Os dedos deslizaram pela meia molhada, apertando a boceta de fora, espalhando o líquido quente que já escorria pela virilha. Ela prendeu a respiração, as pernas tremendo levemente. Você enfiou dois dedos por cima da meia, pressionando a entrada, sentindo o tecido fino ceder e afundar um pouco dentro dela. A meia-calça esticava, quase rasgando, enquanto você encoxava com mais força, o pau subindo e descendo naquela racha escorregadia. — Continua quietinha… — murmurou no ouvido dela, a voz baixa e rouca. A outra mão subiu pela cintura, apertando o seio por cima do vestido. O mamilo duro se marcava no tecido discreto. Você apertou, rolando o dedo em círculos enquanto o quadril trabalhava sem parar, esfregando o pau grosso com força, quase fudendo a bunda dela por cima da meia. O calor era absurdo. A buceta dela latejava contra a sua mão, molhando a meia até o tecido ficar transparente e brilhante. Você puxou a meia-calça um pouco pra baixo, só o suficiente pra sentir a pele nua. O pau agora batia direto na bunda macia, a glande escorregando entre as nádegas e descendo até a boceta quente. Sem calcinha, era fácil. Você enfiou a cabeça do pau entre os lábios molhados, só a ponta, enquanto continuava a encoxar. Ela arqueou as costas, empurrando pra trás, engolindo mais um pouco. O ônibus freou de novo e você enterrou mais fundo, o pau deslizando devagar dentro daquela buceta apertada e molhada, ainda com a meia-calça esticada nas coxas. Os dedos dela apertaram o corrimão com força. Você segurou o quadril dela com as duas mãos e começou a foder de verdade, curto e fundo, escondido pelo vestido e pela multidão. Cada estocada molhava mais, o barulho úmido quase inaudível no barulho do motor. A meia-calça rasgou um pouco na lateral. Você sentiu ela tremer, a boceta se apertando no seu pau, já perto de gozar ali mesmo, no meio do ônibus, vestido de igreja e tudo.
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