DE VOLTA A FARMÁCIA



Ela entrou na farmácia sozinha. Vestido curto e, por baixo, uma calcinha minúscula de fio dental que mal cobria qualquer coisa. A fila do balcão de injeções estava vazia. Quando chegou a vez, o atendente — um homem de uns trinta anos, jaleco branco — pediu que a acompanhasse até a salinha dos fundos.
A sala era pequena. Maca, bancada, cortina semiaberta. Ele preparou a seringa com calma.
— Pode subir na maca e levantar o vestido. A aplicação é no glúteo.
Ela subiu, virou de lado e ergueu o vestido até a cintura. A calcinha minúscula apareceu: um fio fino que se perdia entre as nádegas e na frente mal cobria os lábios. Quando abriu um pouco a perna de cima, a lateral da buceta e o começo do cuzinho ficaram visíveis.
O homem passou o algodão com álcool. Os dedos roçaram a pele da nádega e demoraram um segundo a mais do que o necessário. A calcinha se deslocou um pouco com o movimento. Ele aplicou a injeção com profissionalismo, mas os olhos desceram e travaram na fenda que o fio não escondia.
— Pode ficar assim um momento — disse ele, a voz mais baixa. — Vou só fazer a anotação.
Ela não baixou o vestido. Em vez disso, abriu mais a perna e puxou o fio da calcinha para o lado com os dedos. A buceta depilada e já úmida ficou completamente exposta sob a luz fria da sala. O cuzinho também apareceu.
O homem engoliu em seco. A caneta parou no ar. Os olhos ficaram fixos nela.
— Está molhada — murmurou ele, quase sem perceber que falou alto.
Ela manteve a calcinha puxada e as pernas abertas.
— Pode olhar. Meu marido gosta quando eu mostro.
Ele se aproximou um passo. A mão livre tocou a coxa interna dela, subindo devagar até os lábios. Dois dedos abriram a fenda, sentindo a umidade. O polegar encontrou o clitóris e esfregou em círculos lentos enquanto a outra mão ainda segurava a prancheta.
Ela gemeu baixo. Ele enfiou os dedos dentro, moveu-os com firmeza, o polegar trabalhando o clitóris sem parar. O som molhado ficou claro na sala pequena. Em poucos minutos ela gozou, a buceta apertando os dedos dele, as coxas tremendo na maca.
Ele retirou a mão devagar, os dedos brilhando, e limpou na própria calça do jaleco. Ajeitou a calcinha dela de volta no lugar, mas deixou o vestido erguido.
— A anotação está feita — disse, a voz rouca. — Se precisar de outra aplicação… pode marcar comigo.
Ela desceu da maca com as pernas ainda trêmulas, o vestido caindo pela metade. A umidade marcava a calcinha minúscula. Na saída, ele a acompanhou com o olhar até ela desaparecer no corredor.

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Ficha do conto

Foto Perfil mestrern
mestrern

Nome do conto:
DE VOLTA A FARMÁCIA

Codigo do conto:
272041

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
12/09/2026

Quant.de Votos:
3

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