Ele a conheceu num site de relacionamento comum. O perfil dela era discreto: fotos sem rosto, um sorriso de canto, e uma bio curta que dizia apenas “Procuro alguém que não tenha medo de escutar o que eu realmente quero”. Conversaram por semanas. Ela se chamava Marina. Ele, André. Uma noite, depois de muita conversa rasa, ela resolveu ser direta: — Eu tenho uma fantasia. Não é de ser dominada. Não é de ser humilhada. É de ser… currada. André perguntou o que isso significava. Marina explicou com calma, sem vergonha: — Desde sempre eu me senti incompleta quando é só um homem. Como se faltasse alguma coisa. Eu quero ser fodida por vários ao mesmo tempo. Quero sentir três paus dentro de mim, um depois do outro, até eu não conseguir mais pensar. Quero que me usem até eu ficar mole, molhada, e finalmente quieta por dentro. Quero que me fodam com gosto, quero ser currada até não aguentar mais.É um desejo insano esse que sinto, não sei nomear. André não se assustou. Pelo contrário. Disse que podia ajudar. Duas semanas depois, numa sexta-feira, ela chegou no apartamento que ele havia alugado só para aquela noite. Vestia um vestido simples e preto. Os outros dois homens já estavam lá: Ricardo, mais velho, calmo, e Lucas, mais novo, de olhar intenso. André os tinha escolhido com cuidado. Marina ficou parada na porta por alguns segundos. Eles a levaram para o quarto sem pressa. André fechou a porta atrás deles enquanto Ricardo e Lucas já tiravam a camisa. Marina ficou parada no meio do tapete, o coração batendo forte no peito. André se aproximou por trás, passou os braços em volta da cintura dela e beijou o lado do pescoço, bem devagar, sentindo o cheiro de perfume dela misturado com nervosismo. — Ainda quer isso? — perguntou baixo contra a orelha dela. Marina só assentiu, a voz falhando. As mãos de André subiram e puxaram o zíper do vestido preto. O tecido escorregou pelos ombros e caiu no chão. Por baixo ela só usava uma calcinha fina, já escura de tanto que estava molhada. Ricardo se ajoelhou na frente dela e puxou a calcinha para o lado com dois dedos. A buceta dela estava inchada, brilhante, os lábios abertos e pingando. Ele passou a língua bem no meio, de baixo pra cima, chupando o clitóris com força. Marina soltou um gemido agudo e agarrou o cabelo dele. Enquanto Ricardo a chupava, Lucas se colocou atrás e abriu as nádegas dela com as mãos. Cuspiu bem no meio do cu e espalhou a saliva com o polegar, apertando a entrada apertada. André tirou a própria roupa e se aproximou com o pau já duro, grosso, as veias saltadas. Segurou o queixo de Marina e enfiou a cabeça do pau entre os lábios dela. — Chupa — mandou, baixo. Ela abriu a boca e engoliu. O gosto salgado preencheu a língua. André foi empurrando devagar até a cabeça bater no fundo da garganta. Marina engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não recuou. Ricardo continuava lambendo e chupando a buceta dela com barulho molhado, enfiando a língua dentro e saindo, enquanto Lucas já metia dois dedos no cu dela, abrindo e fechando, esticando. Quando ela já estava tremendo, André deitou de costas na cama grande. Marina montou nele de frente. Ele segurou o próprio pau e ela desceu devagar, a buceta quente e escorregadia engolindo centímetro por centímetro até ele estar completamente enterrado nela. Os dois gemeram juntos. Marina começou a rebolar, sentindo o pau dele bater no fundo. Ricardo se ajoelhou atrás dela. Passou mais lubrificante no cu e enfiou a cabeça do pau. Marina prendeu a respiração. Ele empurrou com força constante. A entrada cedeu aos poucos, o anel se abrindo ao redor da grossura dele. Quando ele enterrou tudo, Marina soltou um gemido longo, quase um choro, e se agarrou no peito de André. Lucas se colocou na frente, de joelhos na cama, e enfiou o pau na boca dela de novo. Agora eram os três: André fundo na buceta, Ricardo no cu, Lucas na garganta. Eles começaram a se mexer. André empurrava para cima enquanto Ricardo estocava o cu com ritmo pesado e fundo. Cada vez que Ricardo entrava, Marina sentia o pau dele roçar no de André através da parede fina. O atrito era brutal. Lucas segurava a cabeça dela com as duas mãos e fodia a boca sem piedade, a salinha escorrendo pelos cantos dos lábios, pingando nos seios dela. — Olha pra mim — André mandou, a voz rouca. Marina abriu os olhos marejados. A boca cheia, o cu e a buceta completamente esticados. Ricardo aumentou a força das estocadas, as nádegas dela batendo contra a virilha dele com barulho molhado. André segurava os quadris dela e empurrava com força, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo até o fundo. Marina veio primeiro. O corpo inteiro travou, a buceta e o cu se contraindo com força ao redor dos dois paus. Ela gritou com a boca cheia, o som abafado, e um jato quente escorreu pela base do pau de André, molhando as bolas dele. Ricardo não parou. Continuou fodendo o cu dela enquanto ela ainda tinha espasmos, esticando ainda mais a entrada já sensível. Trocaram de posição. Ricardo deitou de costas. Marina montou nele de novo, a buceta ainda latejando, e enfiou o pau dele até o fundo. André se ajoelhou atrás e voltou a entrar no cu dela, agora mais fácil, o caminho já aberto e escorregadio de lubrificante e saliva. Lucas se colocou de lado e enfiou o pau de novo na boca dela. Dessa vez o ritmo ficou mais selvagem. André e Ricardo se moviam quase juntos, enchendo os dois buracos ao mesmo tempo, esticando Marina até o limite. Ela gemia sem parar, o som saindo abafado pelo pau de Lucas. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. A buceta escorria sem parar, molhando a virilha de Ricardo. O cu fazia barulho molhado a cada vez que André entrava e saía. — Mais fundo… porra… — ela conseguiu dizer quando Lucas tirou o pau da boca por um segundo. André segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e falou no ouvido: — Vai levar porra dos três. Vai ficar cheia até não aguentar mais. Marina só gemeu em resposta, o olhar perdido. Ricardo gozou primeiro. Segurou os quadris dela com força e jorrou fundo na buceta, jato quente atrás de jato. Marina sentiu cada pulsação. Logo em seguida André enterrou o pau até o fundo do cu e gozou também, o sêmen quente enchendo ela. Lucas tirou o pau da boca, se masturbou rápido e gozou no rosto e na língua dela. Marina abriu a boca e engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Eles a soltaram devagar. Marina caiu de lado na cama, as pernas abertas, a buceta e o cu abertos e vazando porra branca. A respiração era irregular. O corpo inteiro tremia em espasmos pequenos. André se deitou ao lado dela e passou a mão pelo cabelo suado. — Como você está? — perguntou, a voz baixa. Marina demorou a responder. Os olhos ainda estavam vidrados, a boca entreaberta. Depois ela sorriu, fraco, cansado, e sussurrou: — Currada… puta que pariu… currada. Eles ficaram ali em silêncio por vários minutos. O cheiro de sexo era pesado no quarto. Marina ainda gotejava entre as pernas, a mistura dos três escorrendo devagar pela coxa interna. André passou os dedos ali, sentindo o quão molhada e usada ela estava, e ela só arquejou, sem se afastar. Naquela noite, a coisa inquieta dentro dela finalmente tinha calado.
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