O ônibus circular do campus estava quase lotado no final da tarde. Ela entrou com o vestido folgado, leve, de tecido fino que balançava a cada passo. Nada colado, só solto demais nas coxas, o bastante pra esconder e ao mesmo tempo convidar. Cabelo solto, mochila no ombro, cara de quem acabou de sair da última aula. Você ficou atrás dela no corredor apertado. O balanço do ônibus fez o vestido se mexer. Sem pensar muito, você se aproximou e encostou. Primeiro só a virilha naquela bunda coberta pelo tecido leve. Ela olhou de canto, surpresa, mas não se afastou. O ônibus freou na curva do estacionamento. Você aproveitou e encoxou de verdade. A mão na cintura dela, por baixo do vestido, puxando o quadril pra trás enquanto esfregava o pau já duro contra a fenda. O tecido fino do vestido não escondia quase nada: o calor da pele, o formato da bunda, a ausência de resistência. Você sentiu que por baixo só tinha uma calcinha fina, quase inexistente. Ela prendeu a respiração. O rosto corou. Mas empurrou de leve pra trás, fingindo que só se equilibrava. Você ergueu a barra do vestido o bastante pra passar a mão por baixo, os dedos deslizando pela parte interna da coxa até encontrar a calcinha já um pouco úmida. Apertou a buceta por cima do tecido, sentindo os lábios se abrirem sob a pressão enquanto continuava a esfregar o pau nela com força. — Quietinha… — murmurou no ouvido dela, a voz baixa. — Todo mundo aqui é da universidade. Ninguém vai reparar se você ficar quieta. Ela mordeu o lábio. O ônibus virou de novo e você encoxou mais fundo, o pau marcando a racha, a mão apertando o clitóris por cima da calcinha. O vestido folgado escondia tudo: a mão entre as pernas, o movimento do seu quadril, o jeito que a buceta dela já começava a molhar o tecido. Você puxou a calcinha de lado com dois dedos e sentiu a pele nua, quente e escorregadia. A glande do pau bateu direto nela por cima do vestido, depois por baixo, só a ponta entrando um pouco enquanto o ônibus seguia o trajeto circular. Ela tremeu, as pernas abrindo um pouco mais, o rosto virado pra frente, tentando parecer normal enquanto você a encoxava devagar e fundo no meio dos outros alunos. O vestido solto fazia o trabalho perfeito. Ninguém via. Só ela sentia. E você sentia ela se entregando a cada parada, a cada curva, a buceta latejando e molhando seus dedos enquanto o circular continuava a volta pelo campus. O ônibus circular seguiu o trajeto pelo campus, passando pelo prédio de humanas e virando em direção à biblioteca. O movimento constante fazia o vestido folgado dela balançar, escondendo perfeitamente o que estava acontecendo por baixo. Você manteve a mão entre as coxas dela, a calcinha puxada de lado. Dois dedos já deslizavam para dentro, lentos, profundos, enquanto o pau continuava esfregando a bunda e a entrada molhada. Cada curva do circular empurrava você mais fundo. Ela segurava a barra com força, os nós dos dedos brancos, o rosto tentando manter a expressão neutra de quem só estava indo para a próxima parada. Você se inclinava um pouco e falava baixo, quase colado no ouvido: — Olha quanta gente… alunos, professores, todo mundo. E você aqui, de vestido solto, me engolindo os dedos no meio do ônibus. Ela soltou um gemido abafado, quase inaudível. A buceta se apertou em volta dos seus dedos. Você sentiu o líquido escorrer pela mão, molhando a parte interna da coxa. Empurrou o pau com mais intenção, a glande abrindo caminho entre os lábios inchados, entrando só a ponta enquanto os dedos continuavam o trabalho. O ônibus parou no ponto da biblioteca. Algumas pessoas desceram. Outras entraram. O espaço ficou um pouco menos apertado, mas ainda o suficiente para ninguém reparar no que o vestido escondia. Você aproveitou o momento e enterrou mais, o pau deslizando devagar para dentro dela, quente e apertado. A calcinha esticada de lado, o tecido fino do vestido caindo por cima, cobrindo tudo. Ela tremeu. As pernas abriram um pouco mais, involuntárias. Você segurou o quadril dela com a outra mão e começou a se mover de verdade — estocadas curtas, controladas, o suficiente para sentir cada centímetro entrar e sair. O barulho úmido se misturava ao motor do ônibus. Ninguém olhava. Ou talvez alguém olhasse de relance e fingisse não ver. Você puxou o cabelo dela com delicadeza, forçando o rosto a ficar erguido, olhando para a frente como se nada estivesse acontecendo. — Continua assim… cara de boa aluna. Enquanto eu te fodo no circular. Ela obedeceu. Os olhos semicerrados, a respiração irregular. A cada solavanco do ônibus, você entrava mais fundo. A buceta dela já estava encharcada, apertando e soltando, traindo qualquer resistência que ainda restasse. O vestido folgado fazia o trabalho perfeito: escondia a mão que a segurava, o movimento do seu quadril, o pau que entrava e saía molhado. O circular acelerou de novo em direção ao centro do campus. E você não parou.
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