FUDENDO A COLEGIAL NA RUA ESCURA E DESVIRGINANDO O SEU CUZINHO

A rua lateral era estreita e mal iluminada. Só uma luz amarelada distante, fraca demais para revelar detalhes. O muro baixo de concreto ficava à esquerda, na altura da cintura dela.
Você colocou a mão no meio das costas dela e a empurrou com firmeza até ela ficar de frente para o muro. O peito e a barriga dela tocaram o concreto frio. A saia ainda estava erguida, a calcinha puxada de lado pelas próprias mãos. Ela soltou um som baixo quando o frio do muro contrastou com o calor do corpo.
— Mãos no muro — você ordenou, a voz baixa e próxima do ouvido. — E não tira.
Ela obedeceu. As mãos se abriram contra o concreto áspero, os braços estendidos, o corpo ligeiramente inclinado para a frente. A posição deixava a bunda mais proeminente, a buceta exposta e o cuzinho visível entre as nádegas. A iluminação fraca mal revelava os contornos, mas você via o brilho da umidade nela.
Você se posicionou atrás, ainda sem pressa. Uma mão desceu pela lateral da coxa e subiu de novo, apertando a carne macia. A outra mão voltou para entre as pernas. Os dedos deslizaram devagar pelos lábios inchados, espalhando o líquido que já escorria um pouco pela parte interna da coxa. Você apertou o clitóris entre dois dedos, esfregando em círculos lentos e firmes, sentindo o corpo dela reagir com um tremor.
O polegar da outra mão encontrou o cuzinho novamente. Alisou com mais pressão dessa vez, girando em volta do furinho, abrindo um pouco os glúteos para ter melhor acesso. A cada movimento você sentia o músculo se contrair e relaxar sob o toque. Ela arqueava as costas quase involuntariamente, empurrando a bunda na sua direção, mas ainda mantinha as mãos no muro como tinha sido mandado.
— Olha o que você está fazendo — você falou perto da orelha dela, a voz baixa o suficiente para não ecoar na rua quieta. — Exposta numa rua escura, saia no quadril, calcinha de lado, se agarrando num muro enquanto eu brinco com a sua buceta e o seu cuzinho. E você continua quietinha. Continua obedecendo.
Ela soltou um gemido abafado, a testa quase tocando o concreto. As pernas tremiam mais. Você aumentou um pouco a intensidade: os dedos na buceta agora abriam os lábios e deslizavam de cima a baixo, sempre sem penetrar, só torturando a superfície sensível. O polegar no cuzinho pressionava com mais insistência, quase pedindo entrada, mas ainda só alisando e apertando o anel apertado.
A pouca luz fazia tudo mais sujo. Qualquer pessoa que passasse no final da rua veria apenas duas silhuetas — uma inclinada contra o muro, a outra colada por trás. O risco era real, e isso só deixava o corpo dela mais reativo. A umidade aumentava a cada segundo. O cheiro dela subia até você.
Você encoxou de leve, o pau duro ainda dentro da calça pressionando a fenda exposta, enquanto as mãos continuavam o trabalho deliberado e cruel. Não havia pressa em ir além. O poder estava exatamente ali: ela presa na posição que você escolheu, num lugar semi-público e escuro, recebendo só o que você decidia dar, e ainda assim não pedindo para parar.
A submissão dela já não era só verbal. Era corporal, posicionada, exposta sob a luz fraca da rua.
Você abriu o zíper e tirou o pau duro. A cabeça já estava úmida de pré-gozo. Sem avisar, encaixou na entrada da buceta dela e enterrou de uma vez, fundo, até as bolas baterem na carne macia.
Ela soltou um gemido alto, abafado contra o muro. As mãos apertaram o concreto com força. Você segurou os quadris dela e começou a foder com estocadas firmes e profundas. O pau entrava inteiro, saindo quase todo e voltando com força, o barulho molhado ecoando baixo na rua escura. A cada embalo a bunda dela tremia e a buceta se apertava quente em volta de você.
— Mais alto — você ordenou, a voz rouca perto do ouvido. — Quero ouvir.
Ela tentou segurar, mas não conseguiu. Os gemidos saíam soltos, agudos, misturados com a respiração ofegante. Você acelerou o ritmo, fudendo com vontade, o quadril batendo contra a bunda dela. A saia ainda estava erguida, a calcinha minúscula esticada de lado, inútil. O concreto frio contrastava com o calor do corpo dela.
Depois de vários minutos fodendo a buceta, você tirou o pau de dentro, escorrendo. Ela gemeu de frustração, o corpo ainda tremendo. Você juntou a umidade da buceta dela com os dedos e passou no cuzinho, alisando, abrindo um pouco o furinho. Depois posicionou a cabeça do pau ali.
Você estava com a cabeça do pau já pressionando o cuzinho dela quando ela falou, a voz quebrada e ofegante contra o muro:
— Espera… eu nunca dei o cuzinho…
Só… só dei a buceta duas vezes… nunca isso…
A confissão saiu embargada, misturada de vergonha e medo. Você parou por um segundo, sentindo o anel apertado tremer sob a glande. Depois falou baixo, firme, perto do ouvido dela:
— Então vai ser a primeira vez. E você vai sentir tudo.
— Respira.
Ela obedeceu, ofegante. Você empurrou devagar. A resistência inicial cedeu e a cabeça entrou. Ela soltou um gemido mais agudo, quase um choro, as unhas arranhando o muro.
— Porra… — ela gemeu alto, a voz embargada.
Você estava com a cabeça do pau já pressionando o cuzinho dela quando ela falou, a voz quebrada e ofegante contra o muro:
— Espera… eu nunca dei o cuzinho…
Só… só dei a buceta duas vezes… nunca isso…
A confissão saiu embargada, misturada de vergonha e medo. Você parou por um segundo, sentindo o anel apertado tremer sob a glande. Depois falou baixo, firme, perto do ouvido dela:
— Então vai ser a primeira vez. E você vai sentir tudo.
Empurrou.
A resistência inicial foi forte. O cuzinho dela, virgem, se fechou com força. Você insistiu com pressão constante e controlada. A cabeça do pau foi abrindo o furinho aos poucos, esticando o anel apertado. Ela soltou um grito agudo, alto demais para a rua quieta, as unhas arranhando o concreto.
— Aih… porra… dói…!
Você começou a se mover. Estocadas curtas no começo, depois mais longas e profundas. O cuzinho dela apertava o pau com força, quente e estreito. A cada vez que você entrava até o fundo ela soltava um gemido mais alto, o corpo inteiro tremendo contra o muro. Você segurou o cabelo dela com uma mão e puxou a cabeça para trás, forçando o arco das costas, enquanto a outra mão ia para a frente e esfregava o clitóris molhado.
Os gemidos dela não paravam mais. Saíam soltos, ritmados com as estocadas, ecoando baixinho na rua mal iluminada. Você fodia o cuzinho com vontade, o pau sumindo entre as nádegas, a bunda batendo contra a sua virilha. Ela estava completamente entregue: mãos no muro, saia no quadril, gemendo sem se importar se alguém ouvia.
Você acelerou, sentindo o aperto intensificar. Os gemidos dela ficaram mais desesperados, quase soluçados, enquanto você enfiava fundo e grosso no cuzinho apertado dela, no meio da rua escura, sem nenhuma intenção de parar.
Você não parou. Continuou entrando centímetro por centímetro. O cuzinho dela se abria com dificuldade, engolindo o pau grosso pela primeira vez. Quando a cabeça passou completamente, ela gritou de novo, um som longo e desesperado, o corpo inteiro tremendo contra o muro.
— Tá entrando… tá entrando inteiro…!
Você segurou os quadris dela com força e foi enterrando o resto. O aperto era absurdo, quente, estreito demais. Cada centímetro fazia ela gemer e gritar mais alto, a voz falhando entre dor e tesão. Quando você chegou até o fundo, as bolas encostando na bunda, ela soltou um grito abafado e longo, a testa batendo de leve no concreto.
— Nunca… nunca tinha… aih caralho…!
Você começou a se mover. Estocadas curtas no começo, abrindo caminho. O cuzinho dela se contraía com força a cada retirada e se abria de novo a cada entrada. Os gemidos viraram gritos ritmados, altos, sem nenhum controle. Ela não conseguia mais ficar quieta. A cada vez que você enfiava fundo, um grito mais agudo saía da boca dela, ecoando na rua mal iluminada.
— Mais fundo… dói mas… não para…!
Você puxou o cabelo dela, forçando o arco das costas, e começou a foder de verdade. O pau sumia inteiro no cuzinho virgem, saindo quase todo e voltando com força. O barulho era molhado e obsceno. Ela gritava a cada estocada, a voz rouca e desesperada, as pernas tremendo tanto que quase não se aguentava de pé.
— É o meu primeiro… aih… você tá arrombando meu cuzinho…!
Você não aliviava. Continuava enfiando fundo e grosso, sentindo o anel apertado se abrir e se fechar em volta do pau, enquanto ela gritava e gemia sem nenhuma contenção, finalmente entregue por completo contra o muro escuro.
Você gozou fundo no cuzinho dela, sentindo o corpo inteiro tremer contra o muro. Os gemidos dela ainda ecoavam baixinho quando você tirou o pau devagar, escorrendo. O gozo branco começou a vazar imediatamente, descendo pela parte interna das coxas dela e manchando a pele.
Ela continuava inclinada, ofegante, as mãos ainda no concreto. Você se abaixou, puxou a calcinha minúscula de renda que estava torta de lado e a tirou por completo, passando pelas pernas dela. Guardou no bolso da calça.
— Essa vai comigo — disse, a voz rouca. — Prêmio.
Você vai voltar pra casa sem calcinha, sentindo meu gozo escorrendo pelas coxas a cada passo.
Ela olhou por cima do ombro, o rosto vermelho, os olhos ainda úmidos. Não protestou. Só ajeitou a saia folgada para baixo, sentindo o tecido grosso da saia roçar a pele nua e o líquido quente já escorrendo mais.
Vocês saíram da rua escura juntos. Andaram lado a lado em silêncio por alguns quarteirões. Ela caminhava com as pernas um pouco abertas, consciente de cada gota que descia, da ausência da calcinha e do ar fresco tocando a buceta e o cuzinho ainda sensíveis. De vez em quando você notava ela apertar as coxas, tentando conter o que escorria.
Quando chegaram à rua onde ela morava, pararam sob a luz fraca de um poste. Ela tirou o celular com a mão ainda um pouco trêmula. Vocês trocaram números sem muita conversa. Só o necessário.
— Vai ter próxima vez — você falou, olhando direto nos olhos dela. Não era pergunta.
Ela mordeu o lábio inferior e assentiu, a voz baixa:
— Vai.
Você observou enquanto ela entrava no prédio. A saia balançava, e você sabia que, do outro lado da porta, ela ainda sentiria o gozo escorrendo, a calcinha ausente e a marca do que tinha acontecido.
Depois virou e seguiu para a sua rua, a calcinha minúscula no bolso, a certeza de que aquilo não tinha sido só uma vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FUDENDO A COLEGIAL NA RUA ESCURA E DESVIRGINANDO O SEU CUZINHO

Codigo do conto:
272430

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
16/09/2026

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