Na semana seguinte, Rebeca voltou. Mesmo vestido longo, mesmo coque apertado, mesma Bíblia debaixo do braço. Mas o olhar já era outro. O diretor a cumprimentou no corredor e ela respondeu com um sorriso doce, quase angelical. — Hoje trouxe um estudo sobre o perdão — mentiu. Os três estavam de novo na sala: Silvio, Marcos e Diego. O guarda trancou a porta e sumiu. Rebeca não perdeu tempo. Apoiou a Bíblia na mesa, desabotoou o vestido até a cintura e puxou o tecido para baixo, deixando os seios caírem livres. Depois tirou a saia inteira de uma vez. Estava sem calcinha. — Hoje eu quero mais bruto — disse, andando até eles. — Quero que me usem de verdade. Silvio a agarrou pela cintura e a empurrou de frente contra a parede. Marcos e Diego se aproximaram. Ela abriu as pernas e Silvio enfiou o pau nela de uma só estocada, funda, sem carinho. Rebeca gemeu alto, a testa apoiada no concreto frio. Marcos se posicionou ao lado e enfiou o pau na boca dela. Diego ficou atrás, espalhando saliva no cu de Rebeca e empurrando o dedão com calma. Quando sentiu que ela estava aberta o suficiente, tirou o dedo e colocou a cabeça do pau. — Relaxa — murmurou. Diego entrou devagar no cu dela enquanto Silvio continuava fodendo a boceta. Rebeca soltou um gemido abafado no pau de Marcos, os olhos se fechando. Os dois homens a estocavam no mesmo ritmo, um na frente e outro atrás, preenchendo ela por completo. Marcos segurava o cabelo dela e metia mais fundo na garganta. — Isso… me fodem os dois buracos — ela conseguiu falar entre engasgos. Silvio gozou primeiro, puxando para fora e jorrando nas costas dela. Diego aproveitou e meteu mais forte no cu, segurando os quadris dela com força. Marcos tirou o pau da boca de Rebeca, a virou de frente e a fez ajoelhar. Ela abriu a boca e engoliu enquanto Diego continuava a foder o cu dela de joelhos. Quando Diego gozou dentro do cu, Marcos a puxou para cima da mesa de culto, deitou ela de costas e enfiou na boceta ainda escorrendo. Silvio, já recuperado, se aproximou e enfiou o pau na boca dela de novo. Diego se masturbava ao lado, olhando a cena. Marcos meteu até gozar fundo. Rebeca estava suada, o cabelo grudado no rosto, a boceta e o cu latejando. Os três se posicionaram em volta dela. Ela se ajoelhou no chão frio, abriu a boca e a língua, e deixou que gozassem na cara dela um depois do outro. Engoliu o que conseguiu, passou a mão no que escorria e lambeu os dedos. Depois se vestiu em silêncio. Coque. Vestido. Bíblia. Na saída, o diretor perguntou: — E aí, irmã? Conseguiu plantar alguma semente hoje? Rebeca limpou o canto da boca com o dedo e sorriu. — Plantei. Bem fundo. E saiu andando, já pensando na próxima semana.
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