Irmã Rebeca entrou na sala de culto com a Bíblia aberta e o vestido longo de sempre. Três presos estavam lá, como combinado: Silvio, o mais velho, condenado por roubo; Marcos, o quieto de olhar pesado; e Diego, o mais novo, sempre com um sorrisinho no canto da boca. O guarda trancou a porta e se afastou. Rebeca fechou a Bíblia devagar e a colocou em cima da mesa. — Hoje não vai ter palavra — disse, já desfazendo o coque. O cabelo preto caiu pelos ombros. — Hoje eu só vim me exibir e foder. Ela se virou de costas para eles e desabotoou o vestido até a cintura. Empurrou o tecido para baixo, deixando os seios pesados à mostra. Depois puxou a saia inteira, ficando só de calcinha preta. Virou-se de frente e puxou a calcinha para o lado, mostrando a boceta já molhada. — Olhem bem. Vocês três vão usar isso hoje. Silvio foi o primeiro a se levantar. Rebeca se ajoelhou na frente dele, abriu o zíper da calça e engoliu o pau grosso até a base, sem pressa, olhando nos olhos dele enquanto chupava. Marcos e Diego ficaram de pé ao lado, tirando as próprias calças. Ela tirou a boca do pau de Silvio, lambeu o de Marcos e depois o de Diego, alternando, babando, gemendo baixo. — Agora me fodem. Silvio a puxou para cima da mesa de culto. Rebeca se deitou de costas, abriu as pernas e ele enterrou o pau nela de uma vez só. Ela soltou um gemido alto, agarrando as bordas da mesa. Marcos se aproximou e enfiou o pau na boca dela. Diego ficou ao lado, masturbando enquanto assistia. Silvio meteu forte, segurando as coxas dela abertas. Quando sentiu que ia gozar, puxou para fora e jorrou no ventre dela. Rebeca ainda estava com o pau de Marcos na boca quando Diego a virou de bruços, puxou a bunda para cima e enfiou. Marcos aproveitou e voltou a foder a boca dela. Diego a comeu de quatro em cima da mesa, batendo a pélvis com força, enquanto ela engolia o pau de Marcos até engasgar. Quando Diego gozou dentro dela, Marcos a puxou para o colo, sentou e fez ela montar. Rebeca cavalgou ele com a boceta ainda escorrendo, gemendo sem se importar com o volume. Silvio, já recuperado, se aproximou por trás e enfiou dois dedos no cu dela enquanto ela subia e descia. — Vocês três… — ela ofegava — vão me deixar toda arrombada hoje. Marcos gozou dentro. Ela desceu, se ajoelhou no chão e abriu a boca. Os três se posicionaram em volta. Rebeca chupou um, depois o outro, depois o terceiro, até que todos gozassem de novo na cara e na língua dela. Ela engoliu o que conseguiu, passou os dedos pelo queijo escorrendo e lambeu. Quando o tempo acabou, ela se vestiu em silêncio. Coque de novo. Vestido longo. Bíblia debaixo do braço. O cheiro de porra ainda no ar. Na saída, o diretor perguntou se a pregação tinha sido boa. Rebeca sorriu, a boca ainda inchada. — Foi. Eles receberam a palavra com muita fé. E saiu andando, já marcando mentalmente a próxima visita.
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