No dia seguinte meu marido saiu cedo para uma reunião. Assim que o carro desapareceu na rua, eu fui atrás de Pedro. Encontrei ele na cozinha. Nem falei nada. Só peguei na mão dele e puxei para o quarto. Fechei a porta, tirei o vestido, tirei a calcinha e subi na cama de quatro. — Mete. Agora. Pedro não perguntou nada. Já estava duro. Cuspiu no pau, encaixou no meu cu ainda sensível da noite anterior e enfiou fundo de uma vez. Eu soltei um gemido alto, enterrando a cara no travesseiro. Ele começou a meter com força, segurando minha cintura. O barulho molhado encheu o quarto. Eu estava molhada demais, o cu ainda um pouco folgado da porra que ele tinha deixado no dia anterior e do que meu marido tinha colocado na xoxota à noite. Depois de algumas estocadas profundas, eu olhei por cima do ombro, ofegante: — Ontem… depois que você me comeu no banheiro… eu transsei com ele. Pedro parou por um segundo, ainda enterrado até o fundo. — Com o marido? — Foi. Ele me comeu na cama. Eu ainda estava cheia da sua porra. Sentia escorrendo do meu cu enquanto ele metia na minha xoxota. Pedro soltou um riso baixo, quase um rosnado, e voltou a me foder, agora mais bruto. — E ele percebeu alguma coisa? — Acho que não. Falou que eu estava diferente… mais molhada… mais puta. Gozei pensando em você. Enquanto ele gozava dentro de mim, eu só conseguia lembrar do seu pau no meu cu e da sua porra escorrendo. Pedro puxou meu cabelo, forçou minha cabeça para trás e meteu ainda mais fundo. — Então a senhora deu pra ele com o cu ainda sujo da minha porra? — Dei. E gostei. Fiquei o tempo todo apertando as coxas, sentindo sua porra vazar enquanto ele me fodia. Ele aumentou o ritmo, estocadas pesadas, o saco batendo forte na minha bunda. Eu gemia alto, sem nenhum cuidado. — Conta mais — ele mandou, ofegante. — Depois que ele gozou… escorreu a porra dos dois. A dele da xoxota… e a sua do meu cu. Misturou tudo no lençol. Eu dormi com o cheiro dos dois homens em mim. Pedro rosnou, segurou minha cintura com força e começou a me comer de verdade, sem nenhuma piedade. Eu gozei rápido, tremendo, o cu apertando o pau dele. Ele não parou. Continuou metendo forte, falando putaria no meu ouvido: — Então a senhora é uma puta mesmo. Dá pro marido com o cu cheio da porra do criado. E ainda goza pensando em mim. — Gozo — eu admiti, a voz falhada. — Gozo mais pensando em você. Ele me virou de barriga para cima, dobrou minhas pernas e enfiou de novo no cu, olhando na minha cara. As estocadas nessa posição eram profundas demais. Eu conseguia ver o pau grosso desaparecendo dentro da minha bunda. — Quero que você goze dentro de novo — pedi. — Quero passar o dia com sua porra escorrendo… e à noite, se ele quiser me comer de novo, vou dar com o cu ainda sujo de você. Pedro não aguentou muito depois disso. Cravou os dedos nas minhas coxas e descarregou fundo, enchendo meu cu outra vez. Eu gozei junto, sentindo os jatos quentes batendo lá dentro. Quando ele tirou, a porra escorreu imediatamente, grossa, descendo pela minha bunda. Pedro passou o dedo, juntou um pouco e empurrou de volta para dentro. Depois limpou o resto na minha boca. Eu chupei. Ele se deitou ao meu lado, ainda ofegante. — A senhora está ficando viciada nisso. Eu sorri, com as pernas ainda abertas, sentindo a porra nova escorrer devagar. — Estou. E você também. Pedro passou a mão na minha bunda e deu um tapa leve. — Quando ele viajar de novo… a gente passa a noite inteira. Quero te comer até você não aguentar mais andar. Eu fechei os olhos, ainda sentindo o cu latejar, e já estava contando as horas para o próximo dia em que meu marido saísse de casa. — A Castelhana Porto Alegre — RS
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