A primeira vez que o criado fudeu meu cuzinho Aconteceu numa tarde de chuva fina, quase no fim do inverno. O marido tinha saído para uma reunião que, segundo ele, “podia se estender”. Eu sabia que não voltaria antes das oito. João estava no quintal, podando a roseira que nunca florescia direito. Eu o chamei pela porta da cozinha. Ele entrou, tirou as botas molhadas, limpou as mãos no pano. Eu já estava sem calcinha por baixo do vestido leve. Não precisei dizer nada. Ele me olhou da cabeça aos pés, entendeu, e trancou a porta dos fundos. Me empurrou contra a mesa da cozinha. Levantou o vestido. As mãos ásperas abriram minhas nádegas. Senti o polegar dele circular o meu ânus, ainda seco, apertado. Eu tremia. Nunca tinha dado o cu para ninguém. Nem para o marido. — Tem óleo? — perguntou, a voz rouca. Apontei para o armário. Ele pegou o azeite de oliva. Despejou um fio generoso entre minhas nádegas. O líquido escorreu quente. Depois passou dois dedos, devagar, abrindo caminho. Eu gemi, a testa apoiada no mármore frio. Doía e ardia ao mesmo tempo. Ele insistiu até conseguir enfiar o segundo dedo inteiro. Me masturbava o clitóris com a outra mão enquanto me abria. Quando os dedos saíram, eu já estava molhada na frente e escorrendo azeite atrás. Ele cuspiu na cabeça do pau, posicionou e empurrou. A cabeça grossa e quente forçou a entrada. Eu soltei um grito abafado. Ele parou, esperou, depois avançou mais um pouco. A dor era aguda, dilatadora, quase insuportável. Eu me contraía sem querer e ele segurava minhas ancas com força. — Relaxa… — murmurou. — Abre pra mim. Respirei fundo. Ele penetrou mais. Centímetro por centímetro o pau negro e grosso foi entrando no meu cuzinho virgem. Quando finalmente enterrou até o fundo, eu senti as bolas baterem nas minhas nádegas e um calor estranho se espalhar pela barriga. Estava completamente preenchida. Cheia demais. Ele começou a foder. Devagar no começo, longas estocadas que me faziam gemer alto. Depois foi aumentando o ritmo. O azeite fazia um barulho molhado e obsceno a cada investida. Eu me agarrava na beira da mesa, as pernas abertas, o cu arder e ao mesmo tempo abrir para ele com uma facilidade que me assustava. A dor foi se misturando com um prazer fundo, sujo, diferente de tudo. Cada vez que ele enfiava fundo, meu clitóris latejava. Comecei a empurrar o quadril para trás, pedindo mais. Ele rosnou, segurou meu cabelo e fodeu com força. O pau entrava e saía do meu cu com violência controlada, esticando, arrombando, me possuindo por completo. Gozei primeiro. Um orgasmo seco, intenso, que me fez contrair o ânus em volta do pau dele e gritar com a boca aberta contra o mármore. Ele não parou. Continuou me fodendo enquanto eu ainda tremia, até que senti o pau latejar e jorrar quente, fundo dentro do meu cu. Ele gozou tanto que o esperma escorreu pelas minhas coxas quando ele se retirou. Fiquei ali, debruçada, o cu latejando, aberto, escorrendo porra e azeite. Ele limpou o pau no meu vestido, ajeitou a calça e saiu sem dizer nada. Eu ainda estava na mesma posição quando ouvi a porta da frente abrir. O marido chegara mais cedo. Levantei, puxei o vestido para baixo e fui até o banheiro cambaleando. Sentei no vaso e senti o esperma do criado escorrer do meu cuzinho arrombado. Naquela noite, quando o marido me comeu de lado, eu ainda estava mole e dilatado atrás. Ele não notou. Mas eu notei. E a partir daquele dia, sempre que João me olhava de determinado jeito, eu já sentia o cu latejar de vontade.
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