A DAMA DO LOTAÇÃO: VOLTANDO AO CEMITÉRIO E FAZENDO UMA DP, ONDE CHOROU E CONVULSIONOU DE TANTO GOZAR
Solange voltou no final da tarde seguinte. O sol já baixava, tingindo as lápides de laranja sujo. O vestido era outro, ainda mais fino, quase transparente com o suor. Sem nada por baixo. As marcas da véspera ainda ardiam levemente nas nádegas. Eles já a esperavam perto do túmulo de Alberto. O coveiro e o jardineiro. Os dois sem camisa, suor escorrendo pelo peito, o cheiro de terra e grama cortada misturado com cigarro. O coveiro cuspiu no chão quando a viu se aproximar. — Chegou a puta. Não houve conversa. O jardineiro agarrou Solange pelo cabelo e a empurrou de quatro sobre a lápide. O coveiro ergueu o vestido de uma vez e deu o primeiro tapa seco e forte na bunda dela. O som ecoou. Solange soltou um gemido. Ele deu outro, e outro, e outro. A pele foi ficando vermelha rápido. O jardineiro se ajoelhou na frente, abriu a bermuda e enfiou o pau na boca dela enquanto o coveiro continuava as palmadas. As mãos grandes e cheias de calos do coveiro não pouparam nada. Batia na bunda, depois nas coxas, depois descia e dava tapas secos direto na buceta inchada. Solange gritava com a boca cheia. Ele virou-a de frente, agarrou os seios e deu palmadas firmes nos peitos, deixando as marcas vermelhas dos dedos. Solange chorava já, as lágrimas escorrendo, mas empurrava o corpo para frente, pedindo mais. O coveiro a virou de novo de quatro. Cuspiu na mão, espalhou saliva na buceta e no cu dela e enfiou o pau grosso de uma vez na boceta. O jardineiro tirou o pau da boca, ajoelhou-se atrás também e posicionou a cabeça fina na entrada do cu. Solange sentiu a pressão. O jardineiro empurrou devagar no começo, depois de uma vez. Os dois paus entraram. A DP começou. O coveiro metia fundo na buceta, o jardineiro no cu, os dois no mesmo ritmo brutal. Solange gritava sem parar, a boca aberta, a baba escorrendo no mármore da lápide. Cada estocada fazia o corpo dela balançar. O coveiro não parava de dar palmadas: na bunda já marcada, nas coxas, de vez em quando enfiava a mão por baixo e batia seco no clitóris inchado. O jardineiro segurava o cabelo dela com força e puxava a cabeça para trás, obrigando-a a gritar mais alto. — Chora, puta — rosnou o coveiro. — Chora e goza. Solange gozou primeiro assim, com os dois paus dentro. O corpo inteiro tremeu, um grito longo e rouco saiu da garganta, as lágrimas escorrendo sem controle. Eles não diminuíram. Continuaram fodendo com força, as palmadas cada vez mais fortes. A bunda dela estava vermelha e marcada, os seios também, a buceta latejando e inchada dos tapas. Solange gozou de novo, e de novo. No terceiro orgasmo o corpo dela começou a ter espasmos violentos, quase convulsões. As pernas bateram no chão, o ventre se contraiu com força, um choro alto e descontrolado misturado com gemidos. O jardineiro gozou primeiro no cu dela, enterrado até o fundo, gemendo baixo. O coveiro tirou o pau da buceta, deu mais três palmadas secas bem no meio da boceta vermelha e inchada, e depois enfiou de novo para gozar dentro, enchendo-a enquanto Solange ainda tremia e soluçava. Eles a deixaram de quatro sobre o túmulo por um tempo. O vestido rasgado na barra, a bunda, os seios e a buceta todos marcados de vermelho, o sêmen escorrendo dos dois buracos, misturado com a terra e o suor. Solange chorava ainda, o corpo inteiro em espasmos menores, quase sem força para se mexer. O coveiro passou a mão suja na bunda marcada dela e falou, a voz rouca: — Amanhã a gente traz o outro. Vai caber mais um pau nessa puta. Solange só conseguiu gemer em resposta, a testa ainda colada na lápide de Alberto, as lágrimas pingando sobre o nome do marido. O sol tinha sumido de vez. E ela ainda tremia.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.