Era uma tarde quente. Paula, a namorada do meu enteado Mário, era uma safada de 26 anos com cara de puta, boca carnuda, seios fartos e pesados que balançavam o tempo todo, e uma bunda enorme, rabuda, redonda e empinada — daquelas que fazem qualquer homem perder a cabeça. Ela estava na cozinha lavando louça, usando um short jeans curto que mal cobria a metade de baixo da bunda e uma regata fina branca, sem sutiã. Os mamilos duros marcavam o tecido. Entrei por trás em silêncio, colei meu corpo no dela e agarrei aquela bunda grossa com as duas mãos. — O que você tá fazendo?! — sussurrou Paula, assustada. — O Mário vai chegar do trabalho a qualquer momento! Não respondi. Puxei o short e a calcinha dela até os joelhos, cuspi no pau e meti tudo de uma vez na bocetinha quente. — Aaaahh, caralho! — gemeu Paula, segurando na pia. Comecei a foder ela com força por trás, estocadas fundas e brutais, fazendo aquela bunda rabuda bater contra minha barriga. — Porra, Paula… essa buceta gulosa tá encharcada hoje — rosnei no ouvido dela, apertando forte a cintura. — Ai… vai devagar… o Mário pode chegar… — gemeu ela, mas empinava a bunda pra trás, recebendo as metidas. — Cala a boca e toma no meio das pernas, sua safada — respondi, metendo mais forte. — Essa bucetinha já é minha há um tempo, né? Fodi ela com vontade, os seios fartos sacudindo enquanto eu dava tapas na bunda grande. Depois de vários minutos, segurei firme aqueles quadris e enterrei até o fundo: — Vou encher essa buceta de porra… toma tudinho, sua puta. Explodi dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a boceta até transbordar. Fiquei pulsando lá dentro até esvaziar completamente. Quando tirei o pau, um fio grosso de porra escorria pela coxa dela. — Não se limpe — ordenei, puxando o short dela de volta. — Quero que fique com minha porra bem guardada dentro dessa bucetinha safada. Algumas horas depois, Mário chegou do trabalho. Paula foi recebê-lo na sala com um sorriso bem safado. — Amor, vem pro quarto comigo… tô com a buceta latejando de saudade — disse ela, mordendo o lábio. Eles foram pro quarto. Eu fiquei na sala, confortavelmente sentado no sofá, com a porta entreaberta para escutar tudo. Assim que entraram, Paula falou com voz manhosa e puta: — Deita na cama, Mário. Hoje eu quero que você me chupe bem gostoso… Ouvi o barulho dele se deitando. Paula continuou, bem safada: — Tira minha calcinha… isso… agora abre bem minhas pernas. Olha como minha buceta tá inchadinha hoje… Chupa ela pra mim, amor. Enfia essa língua bem fundo. Mário gemeu satisfeito e começou a lamber. Paula soltou um gemido longo e safado: — Aaaahhh, isso… lambe tudo, Mário… tá tão molhadinha e cremosa hoje, né? Chupa mais forte… engole tudinho que tem aí dentro. Eu sorria na sala, ouvindo o barulho molhado da língua dele. Paula estava cada vez mais excitada e safada: — Isso, amor… come minha buceta… lambe bem no fundinho… caralho, você tá chupando tão gostoso hoje! Engole tudo que tá saindo de mim… tá sentindo o gostinho diferente? Hmm… continua, não para! Ela gemia alto, rebolando na cara dele: — Aaaai, Mário… sua língua tá me deixando louca… chupa essa porra toda que tá dentro da minha buceta… isso, engole tudinho, seu safado… limpa bem pra mim! Paula gozou gemendo bem alto, apertando a cabeça dele entre as coxas grossas, o corpo tremendo enquanto Mário continuava lambendo e engolindo tudo sem imaginar que estava comendo minha porra quente. Depois de gozar, ela falou com a voz preguiçosa e satisfeita: — Nossa, amor… você nunca chupou tão bem… limpou tudo direitinho. Minha buceta tá toda limpinha agora graças à sua boca gostosa. Eu continuava na sala, pau duro novamente, imaginando a cena da porra que eu tinha deixado dentro dela sendo toda comida pelo próprio namorado.
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