O corredor de laticínios estava quase deserto naquela terça à noite. Eu só queria um leite e sumir. Foi quando ela se abaixou na prateleira de baixo, de costas pra mim. O vestido justo subiu, revelando a parte de baixo da bunda redonda, lisa, sem nenhuma marca de calcinha. As coxas grossas se tocando. Eu fiquei parado, pau já começando a endurecer dentro da calça. Ela se endireitou devagar, como se soubesse que eu estava olhando. Virou o rosto e me pegou em flagrante. Em vez de se irritar, passou a língua nos lábios e sorriu de canto. — Gostou do que viu, safado? A voz era rouca, baixa. — Gostei pra caralho. Ela olhou pros lados. Ninguém por perto. Pegou uma caixa de leite e colocou no carrinho, mas não andou. Ficou me encarando. — Meu marido tá em casa esperando. Acha que eu vim comprar sobremesa… — ela deu uma risadinha suja — …mas o que eu tô com vontade de comer agora não tá nessa prateleira. Eu me aproximei. O cheiro dela era perfume barato misturado com suor leve. — Então o que você tá com vontade de comer? Ela olhou direto pro volume na minha calça. — Isso aí. Inteiro. Até o fundo da garganta. No estacionamento ela parou ao lado de um carro prata. Me deu a chave. — Dirige. Eu não consigo esperar. No banco do passageiro ela já puxou o vestido até a cintura. Sem calcinha mesmo. A boceta lisa, inchada, brilhando de molhada. Enquanto eu dirigia ela abriu as pernas e começou a se masturbar bem na minha frente, dois dedos entrando e saindo, o barulho molhado enchendo o carro. Gemendo baixinho, me olhando. — Olha o estado que eu tô… só de imaginar teu pau. Chegamos no meu apartamento em menos de dez minutos. No elevador ela já estava de joelhos. Abriu meu zíper, tirou o pau pra fora e engoliu até a base de uma vez só. Sem asco, sem rodeio. A garganta dela apertando a cabeça, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no chão. Eu agarrei o cabelo dela e fodi a boca dela ali mesmo, estocadas profundas, ouvindo ela engasgar e gemer ao mesmo tempo. Quando a porta abriu no meu andar ela se levantou com a boca vermelha e molhada, saliva escorrendo. Mal fechei a porta do apartamento e eu a empurrei contra a parede. Levantei o vestido, agachei e enfiei a língua na boceta dela. Chupei o clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos fundo. Ela gozou em menos de um minuto, tremendo, molhando minha cara, segurando minha cabeça com as duas mãos e esfregando a boceta na minha boca. — Chupa essa porra… assim… enfia a língua… Levantei, virei ela de costas, abri as nádegas e enfiei o pau de uma vez só. Ela gritou. A boceta quente, molhada, apertando cada centímetro. Comecei a foder duro, sem piedade, batendo a bunda dela na parede a cada estocada. O som molhado, o cheiro de sexo, o gemido dela cada vez mais alto. — Isso… fode essa casada… arrebenta essa boceta… Eu puxei o cabelo dela pra trás, mordi o pescoço e continuei. Quando senti que ela ia gozar de novo, tirei o pau, virei ela e enfiei de novo, agora de frente, levantando uma perna dela. Estocadas profundas, o pau sumindo inteiro. Ela gozou gozando, escorrendo pelos meus saco, gemendo no meu ouvido: — Me enche… goza dentro… quero sentir escorrendo… Eu gozei fundo, bombeando tudo dentro dela. Continuei metendo devagar enquanto gozava, sentindo o porra vazando e escorrendo pelas coxas dela. Mas não parou por aí. Levei ela pro sofá. Deitei de costas e ela montou. Sentou até o fundo, gemeu alto e começou a quicar, batendo a bunda nas minhas coxas. Eu segurei as tetas dela por baixo do vestido, apertando os mamilos duros. Ela se masturbava enquanto cavalgava, olhando pra mim com cara de puta. — Olha essa casada sentando no teu pau… meu marido nunca me fode assim… Quando ela gozou de novo eu a virei de quatro no sofá. Enfiei de novo, agora mais fundo, e comecei a bater na bunda dela enquanto fodia. A marca vermelha aparecendo. Ela gemendo, pedindo mais. — Mais forte… me usa… usa essa puta casada… Eu cuspí na boceta dela, enfiei o polegar no cu enquanto continuava fodendo. Ela gozou gritando, o corpo inteiro tremendo. Eu tirei o pau, enfiei na boca dela e gozei de novo, dessa vez na garganta. Ela engoliu tudo, limpou o que sobrou com a língua e me olhou com a boca suja de porra. Ficamos um tempo ali, suados, fedendo a sexo. Ela se levantou, ajeitou o vestido (agora todo amassado e molhado entre as pernas), pegou a sacola do supermercado e me deu um beijo sujo, passando a língua na minha. — Agora sim tenho sobremesa pra levar pro meu marido. Ele vai sentir o cheiro, mas não vai ter coragem de perguntar. Ela saiu. Eu fiquei no sofá, pau ainda semi-duro, o cheiro dela impregnado no apartamento. Combinamos um próximo encontro, mas não perguntei o seu nome. Só que ela voltou na semana seguinte... Sempre “comprando sobremesa”.
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