Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, a buceta cheia de porra, ainda escorrendo e pulsando. A cada passo que dava ela sentia a porra grossa escorrer.
Quanto chegou na sala, o marido sentado no sofá, perguntou:
— Diga a verdade. Onde você estava? — perguntou ele, levantando do sofá.
Antes que ela pudesse responder, um filete grosso e branco escorreu pela parte interna da coxa direita e pingou no chão. O marido arregalou os olhos.
— Isso é porra, Carla?
— Sim, não tenho como negar, é porra de outro macho.
— Eu precisava ser comida — confessou baixinho, a voz rouca de tesão. — Você mal me toca desde que a barriga cresceu…
O marido ficou em silêncio, olhando para as pernas dela. Um novo filete grosso escorreu, caindo no chão com um som quase audível. Carla abriu a toalha e deixou ele ver a buceta escorrendo pelos lábios grossos, inchada e vermelha.
— Ele me fodeu agora há pouco — confessou, a voz rouca. — Gozou muito dentro de mim. Tá tudo escorrendo…
O marido ficou em silêncio por alguns segundos, respirando pesado, o pau marcando a calça. A visão da esposa grávida de sete meses, barriga enorme, seios vazando leite e buceta pingando porra de outro homem o deixou louco.
Ele se aproximou, agarrou Carla pela cintura e a virou de costas, empinando-a contra o sofá. Jogou a toalha no chão. A buceta estava vermelha, aberta, e um rio grosso de sêmen escorria sem parar.
— Porra… tá toda melada dele — murmurou o marido, excitado.
Sem esperar, enfiou o pau na buceta cheia. O som foi molhado e obsceno. Meu sêmen facilitou a entrada, fazendo um barulho de “ploc” quando ele meteu tudo. Carla gemeu alto, segurando a barriga pesada com as duas mãos.
— Isso… me fode com a porra dele ainda dentro de mim!
O marido começou a meter com força, cada estocada fazendo mais porra escorrer para fora, escorrendo pelas bolas dele e pingando no chão. Ele segurava a barriga dela por baixo, sentindo o peso enquanto fodia a esposa com raiva e tesão.
— Sua vadia… chegou em casa cheia da porra de outro e ainda quer mais?
— Quero… me arromba! — respondeu Carla, rebolando contra ele.
Ele meteu ainda mais fundo, alternando entre buceta e cuzinho. O cuzinho dela, já usado por mim, estava macio e escorregadio. Quando ele enfiava no cu, a porra da buceta servia de lubrificante. Carla gemia sem parar, os seios balançando e jorrando leite.
O marido a virou de frente, colocou uma perna dela sobre o sofá e meteu novamente na buceta, olhando para baixo. Via o pau dele entrando e saindo, coberto de uma mistura branca e espessa do meu gozo com os fluidos dela.
— Tá tão aberta… ele te fodeu bem, né? — rosnou.
— Fodeu fundo… gozou muito… — respondeu Carla, quase delirando.
Ele apertou os seios dela com força, fazendo leite espirrar, e meteu com violência. Carla gozou primeiro, a buceta apertando o pau do marido enquanto mais porra minha saía junto. O marido não aguentou: enterrou fundo e gozou, misturando o próprio sêmen com o meu dentro da buceta grávida dela.
Ficaram alguns segundos conectados, ofegantes. Quando ele tirou o pau, um verdadeiro rio de porra misturada escorreu da buceta aberta de Carla, caindo no chão da sala em fios grossos.
Ela sorriu, exausta, passando os dedos na mistura e lambendo.
— Agora tô cheia dos dois…
O marido, ainda duro, olhou para a esposa grávida, suada, com a barriga enorme e a buceta destruída e escorrendo, sem saber se estava com raiva ou mais excitado do que nunca.
Agarrou a barriga dela com as duas mãos, sentindo o peso de sete meses.
— Sua vadia… chegou em casa grávida e cheia da porra de outro? — rosnou, mas a voz estava carregada de excitação.
— Sim… — gemeu Carla, empinando a bunda para ele. — Ele me comeu gostoso. Metia fundo, arrombou meu cu também… e gozou tanto que não para de escorrer.
— Gostou de me fuder com a buceta cheia de porra, não foi? Gostou de ser corno?
— Quem é ele? Como ele te fodeu?
— Um cara que conheci no app… pau grosso… me colocou de quatro e me arrombou — respondeu ela.
— Falou que minha barriga de grávida deixava ele louco… e gozou bem fundo, olha como tá saindo…
— Sua puta grávida… chegou pingando e ainda quer mais pau?
— Quero! Me fode mais forte! Quero que misture ainda mais a sua porra com a porra dele! — gritou Carla.
Ele a virou de frente, colocou uma perna dela sobre o braço do sofá e meteu novamente, olhando para baixo. Via o pau entrando e saindo, coberto de uma mistura branca e espessa.
— Olha isso… sua buceta tá destruída. Ele te comeu bem, né?
— Comeu pra caralho… me fez gozar várias vezes — respondeu ela, olhos semicerrados de prazer. — Apertou meus peitos, bebeu meu leite enquanto me fodia…
O marido apertou os seios dela com força. Leite espirrou nos dedos dele.
— Esses peitos são meus… mas hoje você tá toda dele — rosnou, torcendo os mamilos.
— São seus… mas ele usou primeiro hoje — provocou Carla, rebolando contra ele.
— Agora fode sua esposa grávida cheia de porra alheia!
Ele perdeu o controle. Metia com violência, o som molhado ecoando na sala. Carla gozou primeiro, apertando o pau dele enquanto mais sêmen meu escorria junto.
— Tô gozando… porra, tá me fazendo gozar com a porra dele dentro!
O marido gemeu alto e enterrou fundo, gozando forte, misturando seu sêmen quente com o meu. Ficou dentro dela por longos segundos, pulsando.
Quando tirou o pau, um verdadeiro dilúvio de porra misturada escorreu da buceta aberta de Carla, pingando no chão em fios grossos e longos.
Ela passou os dedos na mistura, levou à boca e lambeu devagar na frente dele.
— Agora tô cheia dos dois… — sussurrou, sorrindo safada. — Gostou de me comer assim?
O marido, ainda ofegante e com o pau sujo de porra, só conseguiu balançar a cabeça, sem palavras.
Carla acariciou a barriga grande, satisfeita.
— Da próxima vez… talvez eu deixe ele gozar de novo antes de voltar pra casa.