A TENTAÇÃO DA IRMÃ - PARTE 3

A Tentação da Irmã – Parte 3
Depois daquela noite na sala de oração, o desejo deles virou uma compulsão. A ousadia crescia a cada encontro. O que começou com encoxadas discretas no fundo do salão agora ameaçava expô-los a qualquer momento.
No culto de domingo seguinte, o templo estava lotado. Rosa sentou-se no canto do penúltimo banco, como sempre. Durante o louvor, João tocava violão no palco, mas seus olhos não paravam de procurá-la. No meio de um hino animado, ele desceu do palco “para pegar uma garrafa d’água”. Passou pelo corredor lateral e, ao chegar perto do banco dela, parou.
O salão vibrava com as vozes altas. Ninguém notaria.
Rosa sentiu a mão dele nas costas. Depois, o corpo dele se aproximando por trás do banco. Ele se inclinou como se estivesse conversando baixo com ela. Na verdade, pressionou o pau duro — já para fora da calça — contra a lateral do corpo dela, bem na altura do quadril.
— Aqui? — sussurrou Rosa, chocada, mas já sentindo o tesão subir.
— Agora — respondeu ele, a voz rouca.
Ela virou ligeiramente o corpo para o lado, fingindo que arrumava a saia. João encaixou o pau entre a coxa dela e o banco, bem debaixo da saia longa. Começou a mover os quadris devagar, encoxando-a ali mesmo, no meio do culto.
O risco era absurdo. A poucos metros, o pastor pregava. As irmãs ao redor cantavam de olhos fechados. E João metia o pau entre as coxas grossas de Rosa, roçando a cabeça inchada contra a calcinha encharcada. Ela apertava as coxas, criando pressão, rebolando discretamente no banco enquanto fingia acompanhar o hino no hinário.
— Você é louco... — murmurou ela, mordendo o lábio.
— E você está pingando — respondeu ele, sentindo o calor molhado atravessando o tecido.
O movimento era lento, mas intenso. A fricção constante no clitóris dela fazia suas pernas tremerem. Rosa segurava o hinário com força, os nós dos dedos brancos. Quando o hino chegou ao refrão mais alto, João acelerou um pouco, esfregando o pau com mais pressão. Rosa gozou ali, sentada, em silêncio, o corpo inteiro sacudindo levemente enquanto fingia que o Espírito Santo estava tocando ela. O gozo escorreu pela coxa, molhando o banco de madeira.
João gozou logo depois, jatos quentes acertando a parte interna da saia e a coxa dela. Ele guardou o pau rapidamente e voltou para o palco como se nada tivesse acontecido.
Rosa ficou o resto do culto com a calcinha destruída, a saia manchada por baixo e o coração disparado. O cheiro de sexo misturado com o perfume dela era leve, mas perigoso.

Quarta-feira à noite – O ápice da ousadia

No ensaio do coral feminino, Rosa estava no meio das irmãs cantando. João “ajudava com o som”. Durante um intervalo, ele chamou ela para “ver o problema no microfone do fundo”.
Eles foram até o canto mais escuro do templo, atrás da cortina pesada do batistério. O lugar era apertado, quase sem espaço. As vozes das outras irmãs ecoavam a poucos metros.
João não perdeu tempo. Sentou-se em uma cadeira velha e puxou Rosa para o colo, de costas para ele. Levantou a saia até a cintura, puxou a calcinha para o lado e encaixou o pau duro bem entre os lábios molhados da buceta dela, sem penetrar — só a encoxada mais safada até agora.
— Rebola devagar — ordenou ele baixinho no ouvido dela.
Rosa obedeceu. Sentada no colo dele, começou a mover os quadris em círculos lentos e profundos, esfregando a buceta quente e encharcada contra toda a extensão do pau. A cabeça grossa pressionava o clitóris inchado a cada volta, enquanto a base esfregava na entrada apertada. O atrito era escorregadio, barulhento. O som molhado de carne contra carne era abafado apenas pelas vozes distantes das irmãs.
João segurava os seios grandes por baixo da blusa, apertando os mamilos com força enquanto ela rebolava cada vez mais rápido, quase sem controle. A posição era indecente: a coroa evangélica respeitada, sentada no colo do músico jovem, rebolando como uma vadia enquanto o coral ensaiava “Como é bom louvar ao Senhor”.
— Eu vou gozar de novo... não consigo parar — gemeu Rosa baixinho.
— Goza. Goza no meu pau aqui, onde qualquer uma pode aparecer — provocou ele, mordendo o lóbulo da orelha dela.
Rosa gozou forte, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando e esguichando um pouco contra o pau dele. João segurou os quadris dela com força e gozou logo em seguida, enchendo a barriga e a parte de cima da buceta dela de porra quente. O sêmen escorreu pelos lábios inchados, sujando as coxas e a cadeira.
Eles mal tiveram tempo de se arrumar. Uma irmã chamou:
— Rosa? Você está aí?
— Já estou indo! — respondeu ela, a voz ainda rouca.
Quando saiu de trás da cortina, o rosto corado, a saia com manchas úmidas discretas, ninguém desconfiou. Mas Rosa sabia que estava cada vez mais perto do limite.
E, estranhamente, quanto maior o risco, mais ela queria.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A TENTAÇÃO DA IRMÃ - PARTE 3

Codigo do conto:
267472

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
17/07/2026

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