Lucas sentia a buceta da irmã pulsar ao redor do seu pau, quente, molhada e apertada como um punho de veludo. Cada estocada fazia um som molhado ecoar baixinho no quarto escuro. Sofia mordia o lábio inferior, tentando segurar os gemidos, mas era inútil. O prazer era forte demais. — Lucas... para... por favor... — sussurrou ela mais uma vez, a voz entrecortada, mesmo enquanto suas pernas se abriam mais para recebê-lo. Ele não parou. Ao contrário, segurou as coxas dela com mais força, levantando-as um pouco para penetrá-la mais fundo. O baby-doll subiu até a cintura, deixando a calcinha ainda afastada de lado, os lábios inchados da buceta dela brilhando com os sucos misturados. — Você diz não, mas tá me apertando tanto... — grunhiu ele no ouvido dela, mordiscando o lóbulo. — Tá encharcada pra mim, Sofia. Admita. Ela balançou a cabeça, lágrimas de excitação escorrendo pelo canto dos olhos, mas o corpo traía cada palavra. Seus quadris subiam para encontrar as estocadas do irmão, o clitóris roçando contra a base do pau dele a cada vez que ele entrava completamente. Lucas acelerou o ritmo, fodendo-a com força agora, a cama rangendo levemente. Sofia agarrou os ombros dele, as unhas cravando na pele. Outro orgasmo se aproximava rápido. A buceta dela contraiu violentamente ao redor do pau grosso do irmão, esguichando um jorro quente que molhou a barriga dele e escorreu até o lençol. — Ahh! Não... eu tô gozando de novo... irmão... — gemeu ela, o corpo convulsionando. Lucas não aguentou mais. Sentindo as paredes internas da irmã massageando seu pau sem parar, ele deu algumas estocadas profundas e brutais, enterrando-se até o fundo. Com um gemido rouco, ele gozou forte dentro dela, jatos quentes e grossos enchendo a buceta proibida de Sofia. Ele ficou ali, pulsando, despejando tudo enquanto a abraçava apertado contra o peito. Por alguns segundos, só se ouvia a respiração pesada dos dois. Lucas ainda estava dentro dela, o pau amolecendo lentamente, o sêmen misturado aos sucos da irmã escorrendo para fora. Sofia virou o rosto, envergonhada, mas sem forças para afastá-lo. — Isso não pode acontecer de novo... — murmurou ela, a voz fraca. Lucas sorriu contra o pescoço dela, beijando a pele suada. — Nós dois sabemos que vai acontecer de novo. E de novo. Você é minha, Sofia. Proibido ou não. Ele saiu devagar de dentro dela, mas logo puxou o corpo mole da irmã contra o seu, cobrindo-os com o lençol. A calcinha ainda estava de lado, a buceta inchada e vazando o gozo dele. Sofia fechou os olhos, o corpo traidor já formigando com a possibilidade de mais. A noite estava apenas começando.
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