A Vizinha e o Computador Lucas, 42 anos, era casado há 15 anos e morava em um condomínio tranquilo. Trabalhava de casa como designer, e sua esposa viajava muito a trabalho. A vida era monótona, até que Letícia, a vizinha de 19 anos, apareceu. Letícia era a típica novinha evangélica: corpo jovem e cheio de curvas, pele morena clara, cabelo liso longo, olhos grandes e inocentes. Frequentava a igreja três vezes por semana, usava saias longas e blusas comportadas, mas nada conseguia esconder os seios firmes e a bunda redonda e empinada. Numa tarde quente de sexta-feira, ela bateu na porta dele. — Tio Lucas, desculpa incomodar… meu computador pifou de novo e eu tenho que entregar um trabalho da faculdade hoje à noite. Posso usar o seu rapidinho? Lucas hesitou só um segundo. A esposa estava viajando. Ele sorriu: — Claro, entra. Letícia sentou na cadeira do escritório, de frente para o computador. A saia subiu um pouco nas coxas grossas enquanto ela digitava. Lucas ficou atrás dela, fingindo ajudar, mas o olhar descia para o decote da blusa que marcava os seios. Depois de meia hora, o trabalho estava quase pronto. Letícia se esticou, gemendo baixinho de cansaço, e a blusa subiu, mostrando um pedaço da barriga lisinha. — Nossa, tio… muito obrigado mesmo. Não sei o que faria sem o senhor. Lucas não aguentou. Colocou as mãos nos ombros dela e massageou de leve. — Você está bem tensa… relaxa um pouco. Letícia ficou quieta, mas não se afastou. Ele desceu as mãos pelos braços, depois pela cintura. Ela respirou fundo. — Tio Lucas… isso não é certo. Eu sou da igreja… o senhor é casado. Mesmo assim, ela não se levantou. Lucas se inclinou, beijou o pescoço dela devagar. Letícia soltou um suspiro trêmulo. — Só um pouquinho… — murmurou ela, quase sem voz. Ele a virou na cadeira, abriu a blusa devagar e liberou os seios firmes. Chupou os mamilos rosados enquanto a mão subia por baixo da saia, sentindo a calcinha já molhada. Letícia gemia baixinho, as pernas tremendo. Lucas a colocou de pé, virou contra a mesa e levantou a saia. A bunda grande e redonda apareceu, só com a calcinha fina. Ele abaixou a própria calça, o pau duro latejando. — Eu nunca fiz… — confessou ela, envergonhada. — Vou devagar — prometeu ele. Primeiro ele esfregou o pau na bucetinha molhada, só a cabecinha entrando e saindo. Letícia rebolava, gemendo. Depois ele cuspiu no cuzinho virgem e apertado, pressionou devagar. Letícia soltou um gemido alto quando a cabeça entrou. — Ai… tá doendo… mas continua… Lucas foi empurrando devagar, centímetro por centímetro, até enterrar metade do pau no cuzinho quente e apertadíssimo da novinha. Ela agarrava a mesa, ofegando. Ele começou a meter mais fundo, cada vez mais rápido. A bunda dela balançava gostoso a cada estocada. Letícia, entre gemidos e lágrimas de prazer, pedia: — Mais… fode meu cuzinho, tio… Lucas segurou os quadris dela com força e meteu fundo, arrombando a novinha evangélica na mesa do escritório. O barulho molhado de pele contra pele enchia o cômodo. Ele deu tapas na bunda redonda enquanto fodia o cuzinho cada vez mais forte. Quando sentiu que ia gozar, ele acelerou. Letícia gozou primeiro, o cuzinho apertando forte no pau dele, o corpo inteiro tremendo. Lucas gozou logo depois, enchendo o cuzinho virgem de porra quente e grossa. Eles ficaram ali, ofegantes. Porra escorrendo pelas coxas dela. Letícia se virou, o rosto vermelho, olhos brilhando: — Isso foi pecado… mas… posso voltar amanhã se meu computador ainda estiver ruim? Lucas sorriu, passando o dedo na boca dela: — Pode voltar sempre que quiser, princesinha.
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