A Tentação da Irmã – Parte 4 O perigo já não era mais um freio. Era combustível. Naquela sexta-feira à noite, a igreja realizava um culto de vigília de oração que duraria até altas horas. O templo ficava aberto, com grupos pequenos de irmãos espalhados pelos bancos, alguns ajoelhados, outros orando em voz alta. As luzes principais estavam apagadas, restando apenas a iluminação baixa do altar e algumas lâmpadas laterais. Rosa chegou vestindo uma saia longa preta, mais justa que o normal, e uma blusa de botões. Por baixo, nada de calcinha. Ela mesma havia tirado no banheiro antes de entrar, o coração martelando. João a encontrou durante um momento de louvor coletivo. Ele a puxou discretamente para o corredor lateral que dava acesso ao púlpito — um espaço estreito, semi-escondido por uma cortina fina, mas de onde se via parte do salão principal. — Aqui não... vão nos ver — sussurrou ela, já molhada só de imaginar. — Por isso mesmo — respondeu João, virando-a de frente para o salão e colando o corpo atrás dela. Ele abriu o zíper, tirou o pau duro para fora e levantou a saia dela até a cintura. Encostou a cabeça grossa direto contra a buceta molhada e começou a encoxada mais perigosa até então: em pé, quase no meio do culto. Rosa segurou na parede com uma mão e na cortina com a outra. João metia o pau entre as coxas dela, esfregando toda a extensão quente e pulsante contra os lábios inchados e o clitóris. O movimento era firme, molhado, escorregadio. Cada vez que ele empurrava para cima, a cabeça do pau pressionava forte contra o ponto mais sensível, fazendo ela tremer. Do salão, qualquer pessoa que olhasse na direção certa poderia ver a silhueta dos dois atrás da cortina fina. O risco era real. — Olha como você está encharcada... rebola pra mim — ordenou ele baixinho, uma mão apertando o seio dela por baixo da blusa, a outra segurando o quadril largo. Rosa obedeceu. Empinou a bunda e começou a rebolar contra ele, deslizando a buceta melada para cima e para baixo no pau duro. O atrito era intenso. O som molhado era abafado pelo canto alto dos irmãos, mas ainda assim perigoso. Ela sentia cada veia do pau dele roçando em sua carne sensível, a cabeça inchada batendo repetidamente no clitóris. O prazer subia rápido demais. Rosa mordia o próprio braço para não gemer. João acelerou, encoxando-a com força, quase como se estivesse fodendo de verdade, só que sem penetração. A fricção era perfeita, suja, desesperada. — Eu vou gozar... João... aqui na frente de todo mundo... — gemeu ela, a voz quase inaudível. — Goza. Quero sentir você melando meu pau inteiro. Ela gozou violentamente. As pernas tremeram, a buceta contraiu e soltou um jorro quente que escorreu pelas coxas e pelo pau dele. O orgasmo foi tão forte que ela precisou apoiar a testa na parede, o corpo inteiro convulsionando. João não parou. Continuou esfregando o pau melado na buceta sensível dela até que também gozou, jatos grossos e quentes acertando direto na entrada da buceta, escorrendo pelos lábios inchados, pingando no chão. Ele segurou a bunda dela aberta enquanto gozava, marcando-a toda. Eles mal tiveram tempo de se ajeitar. Uma irmã mais velha passou perto do corredor para ir ao banheiro. Rosa baixou a saia rapidamente, sentindo o sêmen dele escorrendo pelas pernas enquanto fingia estar orando de cabeça baixa. Quando a mulher passou, João sussurrou no ouvido dela: — Amanhã tem batismo. O tanque vai estar cheio. Quero você lá depois do culto. Rosa, com as coxas meladas e o corpo ainda tremendo, apenas assentiu. A ousadia tinha virado vício.
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