A GRÁVIDA: VOLTANDO PARA CASA COM A BUCETA CHEIA DE PORRA, COM O MARIDO EM CASA - CAP. 5
De volta para casa, cheia de porra. Carla estava com sete meses agora. A barriga tinha crescido ainda mais, pesada, redonda e baixa. Os seios estavam enormes, quase dolorosamente cheios, e ela me mandou mensagem dizendo que o marido tinha voltado de viagem e estava em casa. Mesmo assim, ela queria me ver. “Preciso ser bem comida antes de voltar pra ele”, escreveu. Marcamos no mesmo hotel. Quando ela chegou, o vestido mal continha o corpo. Tirei-o rapidamente. Sua barriga estava magnífica — tensa, brilhante, com estrias leves e o umbigo completamente saltado. Os seios vazavam leite só de encostar. Não perdi tempo. Deitei ela de lado, uma perna levantada, e enfiei o pau na buceta já encharcada com uma estocada só. Carla gemeu alto, segurando a própria barriga. — Me fode forte hoje… quero sair daqui pingando. Meti fundo e rápido, sentindo a barriga balançar contra mim a cada investida. Os peitos jorravam leite fino com o movimento. Depois coloquei ela de quatro, a barriga pendurada, e voltei a arrombá-la. O som molhado era obsceno. Carla rebolava contra mim, pedindo mais: — Isso… me enche… quero voltar pra casa com a buceta cheia da sua porra. Fodi com vontade, alternando entre buceta e cuzinho. O cuzinho dela, já acostumado, engolia meu pau com facilidade. Meti fundo no cu por alguns minutos, depois voltei para a buceta quente e apertada. Quando senti que ia gozar, segurei seus quadris e enterrei até o talo, explodindo dentro dela. Jatos grossos e longos encheram sua buceta grávida. Gozei tanto que, quando tirei o pau, um rio branco e viscoso começou a escorrer dos lábios inchados, escorrendo pelas coxas. Carla vestiu a calcinha por cima da bagunça. A peça fina logo ficou encharcada, marcando o tecido. — Quero sentir você escorrendo enquanto dirijo pra casa — disse ela, sorrindo safada. Beijei sua boca uma última vez e ela saiu. Quando Carla chegou em casa, o carro do marido já estava na garagem. Ele estava na sala, vendo televisão. Ela entrou tentando parecer normal, mas caminhava devagar, as pernas um pouco abertas. A cada passo, mais porra escorria da buceta, molhando a calcinha e começando a descer pela parte interna das coxas. — Chegou tarde — disse o marido, olhando para ela. — Fui dar uma volta… precisava arejar — respondeu Carla, a voz um pouco rouca. Ela se aproximou para dar um beijo rápido no rosto dele. Nesse momento, um filete grosso de sêmen branco escorreu pela sua coxa, visível por baixo do vestido curto. Carla sentiu o calor descendo e apertou as pernas, mas era tarde. Parte da porra pingou no chão da sala. O marido franziu a testa. — O que é isso? — perguntou, olhando para o chão e depois para as pernas dela. Carla não respondeu. Apenas sorriu levemente, sentindo a buceta pulsar e mais porra escorrendo. A barriga pesada subia e descia com a respiração acelerada. Ela estava excitada de novo, sabendo que o marido tinha acabado de ver o resultado da foda que acabara de levar. — Vou tomar banho — disse ela, virando-se e caminhando para o banheiro, deixando um rastro sutil de sêmen no chão. Enquanto a água caía, Carla passou os dedos na buceta ainda cheia, sentindo meu gozo espesso saindo dela, e gozou mais uma vez em silêncio, mordendo o lábio.
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