Era um fim de semana escaldante de verão no balneário de águas quentes, daqueles lugares onde o ar cheira a cloro, protetor solar e desejo reprimido. Eu, minha noiva Laura, e dois casais de amigos — o Rafael com a namorada dele, e o Pedro com a esposa — alugamos uma casa ampla com vista para o mar. Laura era o tipo de mulher que chamava atenção sem esforço: pele branca e macia, cabelos loiros caindo em ondas pelos ombros, seios médios com bicos pontudos que marcavam qualquer tecido fino, corpo cheinho, bumbum avantajado e coxas grossas que se roçavam ao andar. Seus lábios eram carnudos, sempre pintados de vermelho, e entre as pernas... ah, ela era bem bucetuda, com lábios inchados que preenchiam a calcinha de forma quase indecente. Eu sempre tive essa fantasia de exibi-la. Não era ciúme comum — era o tesão de saber que outros homens a desejavam. Rafael era o mais próximo, um cara alto, moreno, com olhar afiado. Ele já tinha comentado, em tom de brincadeira, como Laura era “gostosa pra caralho”. Aquela viagem era a oportunidade perfeita. Na primeira noite, depois de muito vinho e risadas na piscina, Laura subiu para o quarto exausta. Eu a ajudei a tirar o biquíni molhado, beijei seus seios até os bicos ficarem duros e salientes, mas parei antes do sexo. “Dorme só de camiseta, amor. Tá quente demais”, sugeri. Ela, sonolenta e confiante, concordou. Tirei sua calcinha devagar, guardando-a no bolso. A visão dela de lado, com a camiseta curta mal cobrindo a bunda redonda e a buceta exposta, já me deixou com o pau latejando. Desci e encontrei Rafael sozinho na varanda, tomando uma cerveja. — Cara, esqueci meu celular no quarto. Pode subir e pegar pra mim? A porta tá aberta, Laura tá dormindo, não vai nem acordar. Ele ergueu uma sobrancelha, mas sorriu. — Beleza, mano. Meu coração disparou. Só de imaginar ele entrando no quarto escuro, vendo minha noiva loira deitada de bruços, a camiseta subida até a cintura, a bunda empinada e aquela buceta carnuda entre as coxas grossas... meu cacete ficou duro na hora, pressionando o short de banho. Rafael demorou. Cinco minutos. Sete. Dez. Quando desceu, seu rosto estava corado, a respiração um pouco acelerada. E não dava para disfarçar: o volume na sunga era evidente, o pau semi-duro marcando o tecido fino, quase como se tivesse acabado de se masturbar. — Achou? — perguntei, fingindo naturalidade. — Achei... — ele respondeu, a voz rouca. Entregou o celular, mas seus olhos pareciam distantes, ainda presos na imagem que tinha visto. Não conversamos muito depois. Ele se sentou um pouco afastado, bebendo em silêncio, a ereção demorando a baixar. Eu não conseguia parar de imaginar o que tinha acontecido lá em cima. Será que ele só olhou? Ficou parado na porta, admirando os seios com bicos pontudos marcando a camiseta, a curva generosa da bunda, os lábios rosados da buceta entreabertos? Ou foi mais longe? Será que se aproximou, respirou o cheiro dela, tocou de leve uma coxa grossa? Talvez tenha se masturbado ali mesmo, olhando para minha noiva dormindo, gozando perto dela? Laura desceu uns vinte minutos depois, sonolenta, esfregando os olhos. A camiseta mal cobria as coxas e os bicos dos seios ainda estavam marcados. Ela deu um beijo na minha boca e sentou no meu colo, inocente. Não fazia ideia de nada. Rafael mal conseguia olhar direto para ela. Seu olhar descia, disfarçadamente, para o decote, para o contorno da bunda quando ela se levantou para pegar água. Eu sentia uma mistura louca de tesão, orgulho e uma pontada de ciúme que só aumentava minha excitação. Mais tarde, quando fomos para o quarto, transei com Laura com mais fome que o normal. Enquanto metia nela, imaginava Rafael ali, assistindo. Ela gemeu alto, a buceta molhada apertando meu pau, os seios balançando. Gozei pensando no que meu amigo tinha visto... e no que talvez tivesse feito. No dia seguinte, Rafael estava diferente. Mais quieto, mas com um sorriso cúmplice quando nossos olhares se cruzavam. Eu nunca perguntei o que aconteceu exatamente naquele quarto. Às vezes, prefiro não saber. A dúvida, a imagem que criei na cabeça, era mais forte que qualquer confissão. E o fim de semana ainda tinha mais duas noites. Eu já pensava em novos jeitos de deixar a porta aberta.
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