Letícia estava sozinha na casa de campo naquela noite quente. A tia tinha viajado novamente e o tio não viria. Ou pelo menos era o que ela pensava. Depois do encontro proibido com ele, o corpo dela não parava de latejar. A safada de 40 anos, morena, sarada, com aqueles seios fartos e durinhos, não conseguia mais segurar o tesão. Vestia apenas uma camisola fina de seda que mal cobria as coxas grossas e firmes. Deitou na cama grande, as pernas abertas, o ventilador girando devagar no teto. A boceta já estava molhada só de lembrar das estocadas do tio. Desceu a mão devagar, levantando a camisola até a cintura. Os dedos deslizaram por entre os lábios inchados, sentindo o mel quente escorrendo. — Hmmm... caralho... — murmurou, mordendo o lábio inferior. Começou devagar, circulando o clitóris com a ponta do dedo médio, enquanto a outra mão apertava um dos seios pesados, beliscando o mamilo escuro. A respiração acelerou. Enfiou dois dedos na boceta apertada, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem. Entrava e saía devagar no começo, depois mais rápido, fazendo um barulhinho molhado que enchia o quarto. Mas não era suficiente. Esticou o braço até a gaveta da mesinha e pegou o vibrador grosso, preto, daqueles que têm várias velocidades. Ligou no modo baixo e encostou a cabeça vibrante bem no clitóris inchado. — Ahhh... porra... — gemeu alto, arqueando as costas. O corpo sarado tremeu inteiro. Continuou fodendo a boceta com os dois dedos, agora mais fundo, curvando-os para acertar aquele ponto que a fazia ver estrelas, enquanto o vibrador pressionava forte contra o clitóris. Aumentou a velocidade do brinquedo. O zumbido intenso misturava com os gemidos dela. Letícia rebolava os quadris contra a mão, os seios balançando pesados, mamilos duros como pedra. O suor brilhava na pele morena. Tirou os dedos por um segundo só para passar o vibrador na entrada molhada, lubrificando ele todo, e depois enfiou devagar na boceta gulosa. — Isso... me fode... — sussurrou, imaginando o pau do tio. Empurrou o vibrador até o fundo e ligou na velocidade máxima. Com a outra mão voltou a esfregar o clitóris inchado, rápido e forte. As pernas tremiam descontroladas, os pés se encolhendo. A boceta apertava o vibrador com força, sugando ele pra dentro. O orgasmo veio forte, avassalador. — Ai, caralho! Tô gozando... tô gozandoooo! O corpo inteiro convulsionou. Letícia gritou de prazer, os olhos revirando, a boceta esguichando um jato quente que molhou a mão dela e o lençol. Continuou metendo o vibrador fundo, prolongando o gozo, onda após onda de prazer intenso. Os seios subiam e desciam rápido com a respiração ofegante, o corpo sarado brilhando de suor. Quando finalmente parou, ela ficou largada na cama, o vibrador ainda ligado dentro dela pulsando fraco, um sorriso safado no rosto. — Delícia... mas ainda quero mais daquele pau... — murmurou para si mesma, já pensando na próxima vez que o tio aparecesse.
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