Lucas sorriu com aquele ar perigoso e a levantou da cama como se ela não pesasse nada. Ana envolveu as pernas na cintura dele, sentindo o pau semi-duro roçar contra sua boceta molhada enquanto ele a carregava para o banheiro. A água quente caiu sobre eles assim que Lucas ligou o chuveiro. Sem perder tempo, ele a prensou contra os azulejos frios. O contraste de temperatura fez Ana gemer. Ele a beijou com violência, língua invadindo sua boca enquanto uma mão segurava seu pescoço e a outra apertava sua bunda com força. — Você pediu pra eu te foder contra a parede... — rosnou ele contra os lábios dela. — Então aguenta. Lucas a suspendeu um pouco mais, alinhou o pau — agora completamente duro novamente — e meteu fundo em um único golpe. Ana soltou um grito de prazer misturado com surpresa. Ele começou a estocar com força bruta, o corpo molhado batendo contra o dela. Cada investida fazia suas costas deslizarem nos azulejos, os seios balançando com o impacto. A água escorria entre eles, tornando tudo mais escorregadio e intenso. Lucas baixou a cabeça e chupou um mamilo com força, mordendo de leve enquanto acelerava as estocadas. Ana cravava as unhas nas costas dele, deixando marcas vermelhas. — Mais fundo... caralho... — ela implorou, voz rouca. Ele obedeceu. Segurou uma das pernas dela mais alto, quase dobrando-a, e meteu ainda mais fundo. O ângulo permitia que o pau grosso roçasse perfeitamente no ponto que a fazia ver estrelas. O som molhado da foda ecoava no box junto com os gemidos dela e os grunhidos roucos dele. Lucas virou-a de repente, colocando-a de frente para a parede. Puxou seus quadris para trás, fazendo-a empinar, e meteu novamente. Uma mão enrolou o cabelo molhado de Ana, puxando sua cabeça para trás enquanto a outra deslizava entre suas pernas e massageava o clitóris inchado com rapidez. — Goza pra mim de novo — ordenou ele, metendo sem parar. — Quero sentir essa boceta apertando meu pau. Ana não resistiu. O orgasmo veio violento, fazendo suas pernas tremerem. Ela gritou, o corpo convulsionando enquanto gozava forte ao redor dele. Lucas não parou. Continuou fodendo através do orgasmo, prolongando-o até ela quase perder as forças. Ele saiu de dentro dela, virou-a novamente e a colocou de joelhos na frente dele. A água caía sobre o rosto de Ana enquanto ela olhava para cima, olhos cheios de desejo. Segurou o pau grosso com as duas mãos e o colocou na boca, chupando com fome. Lucas segurou a cabeça dela e fodeu sua boca devagar no início, depois mais fundo, gemendo quando a cabeça do pau batia no fundo da garganta dela. — Isso... chupa gostoso... — grunhiu ele. Depois de alguns minutos, ele a puxou de volta para cima, levantou uma de suas pernas e meteu novamente. O ritmo era selvagem. Estocadas curtas e brutas, pele molhada batendo contra pele molhada. Lucas apertava o pescoço dela com a pressão certa, olhando nos olhos enquanto a fodia. — Vou gozar dentro dessa boceta — avisou ele, voz rouca. Ana apertou as unhas nas costas dele. — Goza... me enche... Com um gemido gutural, Lucas enterrou-se até o fundo e gozou forte. Jatos quentes e grossos explodiram dentro dela, enchendo-a enquanto ele continuava metendo devagar, prolongando o prazer. Ana gozou novamente, mais fraco, mas profundo, o corpo tremendo contra o dele. Ficaram colados sob a água quente por longos minutos, respirando pesado. Lucas beijava seu pescoço com uma mistura de possessividade e carinho, ainda dentro dela. — Você é viciante pra caralho... — murmurou ele. Ana sorriu, exausta e satisfeita, passando os dedos pelos cabelos molhados dele. — Então me vicia o dia inteiro.
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