Vizinha e o Computador – Parte 3 No dia seguinte, assim que a mãe de Letícia saiu para o culto estadual, ela mandou uma mensagem para Lucas: “Pode vir. Estou sozinha.” Lucas foi em menos de cinco minutos. Assim que entrou na casa dela, Letícia pulou no colo dele, beijando com fome. Ela vestia apenas uma camisola fina e curta, sem calcinha. — Eu orei a manhã toda pedindo força… mas só consigo pensar em você me fodendo — confessou ela, envergonhada. Lucas a carregou até a sala, sentou no sofá e fez ela sentar de frente no pau dele. Letícia desceu devagar, encaixando primeiro na bucetinha molhada. Cavalgou gostoso, os seios firmes balançando na cara dele enquanto ele chupava os mamilos. Depois de um tempo, ele a virou de quatro no sofá e enfiou no cuzinho sem aviso. Letícia gemeu alto, agarrando as almofadas. — Ai, tio… me arromba! Ele meteu fundo, estocadas fortes, batendo a barriga na bunda grande e redonda dela. O som ecoava pela casa silenciosa. Letícia gozou pela primeira vez ali, tremendo, o cuzinho apertando o pau dele. Lucas não parou. Levou ela para a cozinha, colocou de lado em cima da mesa e continuou fodendo o cuzinho, alternando com a buceta. Letícia gemia sem vergonha, completamente entregue. Depois foram para o quarto dela. Lucas deitou na cama da novinha evangélica e mandou ela sentar no rosto dele. Enquanto ele chupava a buceta e o cuzinho, Letícia rebolava, gemendo o nome dele. Em seguida, ela desceu e sentou novamente no pau, agora no cuzinho, cavalgando com vontade, as mãos apoiadas no peito dele. — Eu sou sua putinha… fode meu cu quantas vezes quiser — dizia ela, rebolando cada vez mais rápido. Lucas segurou a bunda dela e meteu de baixo, forte. Letícia gozou novamente, esguichando um pouco na barriga dele. Ele a virou de lado, levantou uma perna dela e fodeu o cuzinho com força até gozar fundo, enchendo o intestino mais uma vez de porra quente. Eles não pararam o dia todo. No banheiro, ele fodeu ela contra o espelho, vendo o reflexo da novinha sendo arrombada. Na varanda dos fundos (com risco de algum vizinho ver), Letícia ficou de joelhos chupando o pau dele até Lucas gozar na boca dela. E, no final da tarde, de novo no quarto, ele a fodeu de quatro, alternando buceta e cuzinho até os dois estarem exaustos e melados. Quando a noite chegou, Letícia, deitada na cama com porra escorrendo do cuzinho e da buceta, olhou para Lucas: — Amanhã minha mãe volta… mas eu posso inventar desculpas para vir na sua casa. Eu não quero mais parar, tio Lucas. Ele passou a mão na bunda dela, apertando a carne macia: — Então não para. Sempre que quiser meu pau no seu cuzinho, é só bater na minha porta. Letícia sorriu, beijando o peito dele: — Amém.
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