A Tentação da Irmã – Parte 8 A loucura deles já não tinha mais limites. No culto de domingo pela manhã, com o templo lotado, o pastor pregando sobre “fugir da tentação da carne”, João e Rosa cruzaram o último limite. Durante o momento de louvor, quando todos estavam de pé cantando com os olhos fechados e mãos levantadas, João se aproximou por trás dela no penúltimo banco. A multidão cantava alto. Ninguém prestava atenção. Ele colou o corpo nas costas dela, levantou discretamente a saia longa por trás e encaixou o pau duro direto na buceta molhada. Rosa agarrou o hinário com força, fingindo cantar, enquanto ele a penetrava devagar, centímetro por centímetro, ali, em pé, no meio de centenas de pessoas. — Canta — sussurrou ele no ouvido dela, começando a meter devagar. Rosa cantava tremendo, a voz falhando nos agudos. O pau grosso entrava e saía da buceta encharcada com estocadas curtas e profundas. A saia escondia tudo, mas o risco era absurdo. Qualquer movimento mais brusco, qualquer olhar para o lado... João metia com mais força, uma mão segurando o quadril dela por baixo da saia, controlando o ritmo. Rosa sentia o pau batendo fundo, roçando no ponto G, enquanto o clitóris inchado roçava contra o tecido da roupa a cada movimento. O pastor continuava pregando no púlpito. Quando o hino terminou e todos se sentaram, João sentou logo atrás dela. Rosa se inclinou um pouco para trás no banco. Ele puxou a saia, encaixou o pau novamente e continuou fodendo devagar enquanto todos ouviam o sermão. Ela mordia o hinário para não gemer. O pau entrava e saía molhado, fazendo um barulhinho discreto que só eles ouviam. João esticou a mão por baixo do banco e esfregou o clitóris dela enquanto metia. Rosa gozou primeiro — um orgasmo violento e silencioso, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele com força, melando tudo. João não parou. Continuou metendo devagar até que também gozou, enchendo a buceta dela de porra quente enquanto o pastor dizia “Amém”. Quando o culto acabou, Rosa levantou com as pernas bambas, sentindo o sêmen dele escorrendo pela coxa interna enquanto caminhava para fora do templo. Ela cumprimentava as irmãs com um sorriso piedoso, o cuzinho e a buceta ainda latejando, a calcinha destruída. Na saída, João passou por ela e sussurrou: — Amanhã tem retiro espiritual no sítio da igreja. Quatro dias sozinhos no mato. Eu quero te foder em todos os cantos. Rosa apenas olhou para ele, os olhos cheios de desejo e rendição. Ela já não orava mais pedindo perdão. Agora ela orava pedindo mais.
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