A Tentação da Irmã – Parte 6 Depois do risco no tanque de batismo, os dois sabiam que precisavam de um lugar mais reservado, mas a ousadia já tinha tomado conta. Na terça-feira à noite, a igreja estava praticamente vazia — apenas a equipe de limpeza havia ido embora. João esperou Rosa na sala dos fundos, a mesma onde tudo começou. Ela chegou nervosa, mas com os olhos brilhando de excitação. Assim que trancou a porta, João a beijou com fome, levantando a saia longa e apertando a bunda grande e macia. — Hoje eu quero mais — murmurou ele contra a boca dela. — Quero foder seu cuzinho. Rosa ficou vermelha, o corpo inteiro esquentando de vergonha e desejo. — João... isso é... eu nunca fiz isso — confessou ela, a voz trêmula. — Eu vou devagar. Você vai gostar — prometeu ele, virando-a de frente para a mesa e levantando a saia até a cintura. Ele se ajoelhou, abriu as nádegas grandes e macias e passou a língua devagar no cuzinho apertado dela. Rosa soltou um gemido surpreso, agarrando a borda da mesa. A língua dele circulava, molhando, pressionando. Depois ele cuspiu ali, lubrificando com saliva enquanto um dedo deslizava devagar para dentro do buraco virgem. — Ai, meu Deus... que coisa suja... — gemeu Rosa, mas empinava a bunda para ele, pedindo mais. João preparou bem. Dois dedos entrando e saindo devagar, abrindo o cuzinho apertado enquanto a outra mão esfregava o clitóris dela. Rosa estava encharcada, gemendo baixo, o corpo tremendo. Quando ele achou que ela estava pronta, ficou em pé, cuspiu na mão, passou no pau duro e encostou a cabeça grossa no cuzinho piscando. — Relaxa... respira — sussurrou ele. Empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade, esticando o anel apertado. Rosa soltou um gemido longo, misto de dor e prazer. João parou, acariciando as costas dela, depois continuou empurrando centímetro por centímetro até enterrar metade do pau no cuzinho quente e apertado. — Que delícia... tão apertado — grunhiu ele. Começou a foder devagar, entrando e saindo, cada vez mais fundo. Rosa sentia o pau grosso abrindo ela, uma sensação nova, cheia, proibida. A dor inicial foi dando lugar a um prazer profundo e vergonhoso. — Mais... mete mais — pediu ela, a voz rouca. João acelerou. Segurou os quadris largos e começou a foder o cuzinho dela com mais força. O som de pele contra pele ecoava na sala. Ele dava estocadas profundas, o pau entrando quase inteiro no buraco apertado, as bolas batendo na buceta molhada dela. Rosa rebolava para trás, empinando a bunda, completamente entregue. Uma mão dela desceu e esfregava o clitóris enquanto ele arrombava seu cuzinho. — Eu sou uma vadia... fode meu cuzinho, João... — gemeu ela, perdendo completamente a compostura. Ele meteu mais forte, segurando a cintura dela, o pau entrando e saindo rápido do buraco esticado. O cuzinho dela apertava em volta dele, quente, pulsante. Rosa gozou primeiro — um orgasmo intenso, o corpo inteiro tremendo, o cuzinho contraindo forte no pau dele enquanto ela gemia alto. Sentindo o aperto, João não aguentou. Enterrou o pau até o fundo e gozou dentro do cuzinho dela, jatos grossos e quentes enchendo o intestino. Ele ficou lá, pulsando, gozando bastante enquanto ela ainda tremia. Quando saiu, um fio de porra escorreu do cuzinho arrombado, descendo pela coxa dela. Rosa virou-se devagar, pernas fracas, olhos marejados de prazer e culpa. — Isso foi... pecado demais — sussurrou ela, mas com um sorriso pequeno nos lábios. João puxou ela para um beijo. — E nós ainda vamos fazer muito mais.
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