Encoxada no Ônibus O ônibus estava infernalmente lotado naquela hora da tarde. Corpos prensados uns contra os outros, o calor subindo do asfalto e o cheiro de suor misturado com perfume barato. Eu estava parado no meio do corredor quando ela entrou, apertando a mochila contra o peito. Uma garota novinha, uns 19 ou 20 anos, pele morena clarinha, cabelo preto liso caindo nos ombros, saia plissada curta do uniforme da faculdade e blusinha branca justa que marcava os biquinhos dos seios pequenos e firmes. Ela se espremeu na minha frente, de costas, sem ter pra onde ir. O ônibus deu uma freada e o corpo dela colou no meu. Senti a bundinha redonda e empinada pressionando contra o meu pau, que já começou a endurecer dentro da calça. No começo foi só o balanço natural. Mas eu não resisti. Com uma mão segurando a barra de apoio, desci a outra discretamente por trás dela. Meus dedos deslizaram por baixo da saia plissada, subindo pela coxa macia até encontrar a calcinha fina. Ela deu um leve sobressalto, mas não se afastou. Ao contrário, abriu um pouquinho as pernas, facilitando. Comecei a alisar devagar por cima do tecido, sentindo o calor úmido da bucetinha dela. A calcinha já estava molhada. Puxei o tecido pro lado e toquei direto na carne quente e lisinha. Meu dedo médio deslizou entre os lábios inchados, alisando o clitóris devagar em círculos. Ela mordeu o lábio inferior com força, tentando não gemer. — Shhh... fica quietinha — sussurrei no ouvido dela, roçando a barba de leve na nuca. Enfiei o dedo devagar na entradinha apertada, sentindo ela pulsar e melar meu dedo inteiro. Fiquei metendo e tirando devagar, enquanto o polegar continuava alisando o clitóris inchado. O ônibus balançava e eu aproveitava cada solavanco pra enfiar mais fundo. Dois dedos agora, abrindo ela com calma, sentindo o mel escorrer pela minha mão e descer pela coxa dela. Ela estava tremendo, as pernas fraquejando. Empurrou a bundinha contra mim, esfregando a rola dura por cima da calça enquanto eu dedava gostoso por baixo da saia. Meu pau latejava, babando pré-gozo só de sentir ela tão molhada e apertada nos meus dedos. Quando o ônibus parou no ponto dela, eu tirei os dedos devagar, lambi eles discretamente e segurei o pulso dela. — Vem comigo. Ela olhou pra mim com os olhinhos vidrados de tesão, as bochechas vermelhas, e obedeceu. Descemos juntos. Caminhamos dois quarteirões em silêncio até um motel simples ali perto. Assim que a porta do quarto fechou, eu a empurrei contra a parede. Tirei a blusinha dela rápido, mamando aqueles peitinhos durinhos enquanto enfiava a mão por baixo da saia de novo. A calcinha estava encharcada. Deslizei os mesmos dois dedos dentro dela, agora com mais força, sentindo a bucetinha apertada e molhada pulsar. — Porra, você tá pingando... — rosnei. Ela gemeu alto, abrindo as pernas. Tirei a saia e a calcinha, deixando ela só de meias. Ajoelhei, lambi aquele clitóris inchadinho até ela tremer nas minhas mãos. Depois levantei, tirei a calça e botei a rola grossa na entrada dela. — Me fode... — ela pediu, voz manhosa. Entrei de uma vez, fundo, sentindo a buceta novinha me apertar inteira. Comecei a meter gostoso, forte, segurando aqueles quadris finos enquanto batia fundo. O barulho molhado da foda ecoava no quarto. Virei ela de quatro na cama, agarrei o cabelo e meti mais fundo ainda, sentindo a bundinha bater contra a minha barriga. — Isso, novinha... toma essa rola toda. Ela gozou primeiro, gritando, a buceta espremeu meu pau como se não quisesse soltar. Eu continuei metendo até não aguentar mais e gozei forte dentro dela, enchendo aquela xaninha quente de porra. Caímos na cama suados, ofegantes. Ela virou o rosto, sorriu com cara de safada satisfeita e disse baixinho: — Meu ponto é todo dia nesse horário...
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