Era uma tarde quente de sexta-feira. Ana, uma mulher de 28 anos, corpo curvilíneo, pele morena clara e uma bunda bem empinada, decidiu marcar uma massagem relaxante após uma semana exaustiva de trabalho. O lugar era discreto, recomendado por uma amiga. O massagista se chamava Lucas, um homem alto, forte, com mãos grandes e voz grave. — Pode tirar a roupa toda e deitar de bruços na maca. Vou usar óleo quente — disse ele, com tom profissional. Ana hesitou por um segundo, mas tirou o vestido e a lingerie, ficando completamente nua. Deitou-se, sentindo o couro frio da maca contra os seios e a barriga. Lucas começou pelos ombros. Suas mãos eram firmes e quentes. Desceu devagar pelas costas, pressionando os nós de tensão. Ana soltou um suspiro profundo. — Você tá muito travada… relaxa pra mim — murmurou ele. As mãos dele desceram até a base da coluna, chegando à curva da bunda. Ele passou óleo generosamente e começou a massagear as nádegas com movimentos circulares lentos e profundos. Ana sentiu um arrepio. — Isso… aí tá bom — gemeu ela baixinho. Lucas sorriu e continuou. Abriu levemente as pernas dela e massageou a parte interna das coxas, subindo cada vez mais perto da boceta. Seus dedos roçavam de leve na virilha, fazendo Ana tremer. — Você tem permissão pra ir mais fundo? — perguntou ele, a voz mais rouca. — Sim… pode ir — respondeu Ana, já com a respiração alterada. Lucas derramou mais óleo, abriu bem a bunda dela com as duas mãos e começou a massagear o períneo, roçando o dedo polegar bem perto do cuzinho e da boceta. Ana soltou um gemido mais alto quando ele pressionou o clitóris inchado com o dedo lubrificado. — Caralho… — sussurrou ela. Ele não parou. Enfiou dois dedos grossos na boceta dela enquanto o polegar massageava o cuzinho. Ana empinava a bunda involuntariamente, pedindo mais. — Vira de frente — ordenou Lucas. Ana obedeceu. Seus seios estavam pesados, mamilos duros. Lucas massageou os peitos com óleo, apertando e beliscando os bicos enquanto descia uma mão até a boceta encharcada. — Olha como você tá molhada… — disse ele, enfiando três dedos fundo. Ana gemia sem vergonha, abrindo as pernas. Lucas tirou a camisa, revelando o corpo definido, e abaixou a calça. Seu pau grosso e duro pulou para fora. Ele subiu na maca, abriu bem as pernas dela e meteu tudo de uma vez na boceta quente e molhada. — Aaaahh porra! — gritou Ana, agarrando os ombros dele. Lucas começou a foder com força, estocadas profundas e ritmadas, enquanto apertava os seios dela. A maca rangia a cada metida. — Quero seu cu agora — rosnou ele. Ana virou de quatro rapidamente. Lucas cuspiu no cuzinho, massageou com o pau e foi enfiando devagar até enterrar tudo. Ela gemeu alto, sentindo-se completamente cheia. — Isso… fode meu cu… me usa como sua puta — implorou ela. Lucas segurou a cintura dela e meteu com força, alternando entre o cu e a buceta, cada vez mais rápido. O barulho molhado enchia o quarto. Quando sentiu que ia gozar, ele enterrou tudo no cuzinho dela e explodiu, enchendo o intestino com jatos grossos e quentes de porra. Ana gozou junto, tremendo inteira, a boceta pingando na maca. Lucas tirou o pau devagar, vendo a porra escorrer do cuzinho arrombado. Deu um tapa forte na bunda dela e falou: — A massagem terminou… mas você pode voltar semana que vem pra uma sessão mais completa. Ana, ainda ofegante e com o cu latejando, sorriu safada: — Pode marcar pra segunda-feira. Quero a versão sem limite.
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