Era quase 3h da madrugada. A casa estava em silêncio absoluto. Eu estava acordado, pau duro latejando só de lembrar da porra que tinha enchido a buceta da Paula mais cedo. Levantei devagar e fui até o quarto que ela dividia com o Mário. A porta estava entreaberta. Entrei silenciosamente. Mário dormia pesado de lado, de costas para ela. Paula estava deitada de bruços, usando apenas uma camisola fina e curta que mal cobria a bunda enorme. A visão daquela rabuda empinada na cama me deixou louco. Me aproximei devagar, levantei a camisola dela até a cintura e puxei a calcinha para o lado. Paula acordou assustada, virou o rosto e arregalou os olhos ao me ver. — Você tá louco?! — sussurrou ela, apavorada. — O Mário tá bem do lado! Não respondi. Apenas segurei aquela bunda grossa com as duas mãos, abri bem e encostei o pau duro na entrada da bocetinha dela, que ainda estava melada da porra de mais cedo. — Shhh... fica quietinha, sua safada — murmurei baixinho no ouvido dela. — Vou comer essa buceta de novo enquanto seu namorado dorme. Paula mordeu o travesseiro quando eu meti tudo de uma vez, devagar mas fundo. Ela soltou um gemidinho abafado. — Ai caralho... você é muito safado... — sussurrou ela, já empinando levemente a bunda pra trás. Comecei a foder ela bem devagar, estocadas longas e profundas, enquanto o Mário dormia a menos de um metro de distância. Cada vez que eu metia mais forte, a cama dava um leve rangido. Paula enterrava o rosto no travesseiro para abafar os gemidos. — Isso... toma meu pau bem fundo, sua puta — rosnei baixinho, apertando aquela bunda rabuda. — Tá sentindo como sua buceta ainda tá cheia da minha porra de hoje? — Sim... tá tão molhada... — gemeu ela baixinho, olhos semicerrados de tesão. — Fode devagar... se ele acordar... Quanto mais ela pedia cuidado, mais eu metia. Segurei os cabelos dela e comecei a dar estocadas mais firmes, fazendo aquela bunda grande tremer. Os seios fartos estavam espremidos contra o colchão, vazando pelos lados da camisola. Paula estava completamente molhada, a boceta fazendo barulhinhos molhados a cada metida. — Você adora isso, né? Ser comida do lado do seu namorado corno... — sussurrei. — Adoro... sou uma puta safada... — respondeu ela, voz tremendo. — Fode mais... me enche de novo... Aumentei o ritmo, metendo mais fundo e mais rápido. O risco de Mário acordar deixava tudo ainda mais excitante. Paula mordia o travesseiro com força, gemendo abafado. Quando senti que ia gozar, segurei firme aquela bunda e enterrei até o fundo: — Vou encher essa buceta de novo... toma toda, sua vadia. Explodi dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a boceta mais uma vez. Fiquei pulsando lá dentro até esvaziar completamente, depois tirei o pau devagar, vendo um fio grosso de porra escorrendo dela. Paula virou o rosto, olhou pra mim com cara de safada e sussurrou: — Você é louco... mas eu amo isso. Agora sai antes que ele acorde... Eu saí do quarto sorrindo, enquanto Paula ficava deitada, buceta cheia da minha porra novamente, ao lado do namorado que dormia tranquilamente.
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