A Tentação da Irmã – Parte 7 Depois da noite no tanque e da foda anal na sala dos fundos, Rosa já não conseguia mais fingir. O corpo dela agora respondia só de ouvir a voz de João no louvor. A culpa ainda existia, mas o tesão era muito maior. Na noite de um culto de jovens, o templo ficou cheio de gente. João mandou uma mensagem simples: “Banheiro feminino dos fundos. Tranca a porta.” Rosa foi, o coração na boca. O banheiro era pequeno, com uma pia e uma cabine. Assim que ela trancou a porta, João já estava em cima dela, beijando com fome e levantando a saia. — Hoje eu quero tudo — disse ele, virando-a de frente para o espelho. Ele abaixou a calcinha dela até os joelhos, cuspiu no pau e encaixou direto no cuzinho ainda sensível da última foda. Rosa gemeu alto, apoiando as mãos na pia. Ele meteu fundo de uma vez, enterrando quase tudo no buraco apertado. — Olha no espelho — ordenou ele. — Olha como você fica sendo arrombada. Rosa obedeceu. Viu seu próprio rosto corado, boca aberta, enquanto João fodia seu cuzinho com estocadas firmes e profundas. A água da pia corria para disfarçar os sons molhados de pele contra pele. Ele metia forte, as bolas batendo na buceta encharcada dela. Depois de alguns minutos, ele saiu do cuzinho, virou ela de frente, sentou na tampa da privada e puxou Rosa para o colo. Ela desceu sentando no pau, agora na buceta, rebolando gostoso enquanto ele chupava seus seios por baixo da blusa. — Quero gozar nos dois buracos hoje — rosnou ele. Rosa cavalgava cada vez mais rápido, gemendo baixo. O pau entrava fundo, batendo no fundo da buceta. Quando ela gozou, apertando ele inteiro, João a levantou, virou de novo contra a pia e enfiou de volta no cuzinho. Metia com força, sem piedade. O banheiro ecoava os barulhos molhados. Alguém tentou abrir a porta do banheiro. — Tem alguém aí? — perguntou uma voz feminina. Rosa congelou, o pau de João enterrado até o fundo no seu cu. — Já estou saindo! — respondeu ela, a voz trêmula. Assim que a mulher se afastou, João acelerou como um animal. Fodeu o cuzinho dela com estocadas curtas e brutas até gozar forte, enchendo o intestino de porra quente mais uma vez. Rosa gozou de novo só com a sensação de ser enchida, as pernas tremendo, um fio de sêmen escorrendo pela coxa quando ele tirou o pau. Eles se arrumaram às pressas. Quando saíram do banheiro, separados, o culto ainda estava rolando. Rosa sentou no banco com a calcinha molhada, o cuzinho latejando e vazando porra, sentindo-se a mulher mais devassa da igreja. Mas o pior (ou melhor) estava por vir.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.