A TENTAÇÃO DA IRMÃ - PARTE 2



A Tentação da Irmã
Na semana seguinte, o culto parecia mais quente que o normal. Rosa mal conseguia se concentrar no sermão. Cada vez que João tocava o violão, ela sentia um aperto no baixo-ventre, uma umidade inconveniente na calcinha. A saia que usava naquela noite era a mesma do encontro anterior — lavada, mas ainda com a memória da mancha seca dele.
Depois do culto, ela não precisou inventar desculpas. João simplesmente apareceu ao lado dela enquanto guardava os hinários.
— Irmã Rosa, a senhora pode me ajudar a levar isso para a sala dos fundos? — perguntou ele, a voz neutra para quem pudesse ouvir.
Ela assentiu, coração acelerado. Os dois caminharam pelo corredor escuro até a pequena sala de materiais, cheia de cadeiras empilhadas e caixas de Bíblias velhas. Assim que a porta se fechou, João a virou contra a parede.
— Eu pensei em você todos os dias — confessou ele, colando o corpo no dela por trás. — Naquela bunda macia esfregando em mim.
Rosa soltou um gemido baixo quando sentiu o pau dele já duro pressionando entre suas nádegas por cima da saia.
— Nós prometemos que não ia mais acontecer... — murmurou ela, mas empinou o quadril, facilitando o contato.
João não respondeu. Levantou a saia dela devagar até a cintura, revelando a calcinha branca de algodão, já úmida no meio. Ele encostou o pau para fora da calça — grosso, latejando, a cabeça brilhando — e colocou entre as coxas dela, roçando por cima da calcinha. Começou a mover os quadris em um vaivém lento, esfregando toda a extensão do pau contra a fenda molhada dela.
O atrito era delicioso. A cabeça inchada pressionava o clitóris a cada movimento para frente, enquanto a base esfregava contra a entrada da buceta. Rosa apoiou as mãos na parede, mordendo o lábio para não gemer alto.
— Tão molhada... a senhora fica assim só de pensar em mim? — perguntou João, uma mão descendo para apertar a bunda grande e macia, abrindo-a levemente enquanto continuava a encoxada.
— Sim... todo dia eu oro e termino tocando em mim pensando nisso — confessou ela, a voz entrecortada de vergonha e tesão.
Ele acelerou o ritmo, metendo o pau entre as coxas dela com força. O som molhado do atrito enchia a sala pequena. Rosa rebolava para trás, apertando as coxas em volta do pau dele, criando mais pressão. A calcinha estava completamente encharcada, o tecido deslizando junto com a fricção.
João puxou a blusa dela para cima, liberando os seios pesados do sutiã. Apertou os mamilos duros enquanto continuava esfregando o pau com força contra ela. Rosa sentia o orgasmo se aproximando rápido — aquela pressão constante no clitóris, o calor do pau dele, o perigo de serem descobertos.
— Eu vou gozar... João... não para... — pediu ela, quase choramingando.
Ele segurou os quadris com força e meteu mais rápido, o pau deslizando entre as coxas grossas, batendo contra a buceta molhada. Rosa gozou tremendo inteira, as pernas fraquejando, um gemido abafado saindo enquanto ela apertava as coxas com força em volta dele.
Sentindo ela gozando, João não aguentou. Puxou o pau para cima e gozou forte, jatos grossos e quentes acertando direto na bunda dela, escorrendo pela pele, sujando a parte de dentro da saia e a calcinha.
Eles ficaram colados, respirando pesado. Rosa virou o rosto, olhos brilhando.
— Isso está ficando perigoso... alguém pode entrar.
João sorriu, ainda com o pau semi-duro roçando na bunda melada dela.
— Então a gente precisa ser mais cuidadoso... ou mais ousado.
Dias depois
Na quarta-feira à noite, durante o ensaio do coral, Rosa recebeu uma mensagem no celular antigo: “Sala de oração. Agora.”
O coração dela disparou. A sala de oração ficava nos fundos, um lugar pequeno e escuro usado para aconselhamentos. Ela foi, trancou a porta atrás de si.
João estava esperando sentado no sofá velho. Assim que ela se aproximou, ele a puxou para o colo, de frente para ele. A saia subiu até a cintura. Ele abriu o zíper, tirou o pau para fora e encostou direto contra a calcinha dela.
Dessa vez a encoxada foi sentada: Rosa rebolava no colo dele, esfregando a buceta molhada por cima do pau duro, enquanto ele segurava a bunda grande com as duas mãos, guiando o movimento. Os seios dela balançavam na cara dele, ainda cobertos pela blusa. João chupava os mamilos por cima do tecido, deixando marcas de saliva.
— Quero sentir você gozando assim, sentada na minha rola — murmurou ele.
Rosa rebolava mais rápido, o clitóris inchado roçando na cabeça grossa do pau dele. O atrito era intenso, molhado, quase insuportável de tão bom. Quando ela gozou, apertou os braços em volta do pescoço dele, gemendo baixinho no ouvido dele, o corpo inteiro tremendo.
João gozou logo depois, pintando a barriga dela e a calcinha com porra quente.
Eles sabiam que não conseguiriam parar. A cada culto, a cada ensaio, encontravam um canto escuro da igreja para repetir o pecado: encoxadas cada vez mais intensas, mais molhadas, mais arriscadas.
A coroa evangélica mais respeitada da igreja agora carregava um segredo delicioso por baixo das saias longas.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A TENTAÇÃO DA IRMÃ - PARTE 2

Codigo do conto:
267470

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
17/07/2026

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