Era uma tarde quente de verão na casa de campo da família. Eu tinha ido ajudar com alguns consertos, como sempre fazia quando minha esposa viajava a trabalho. A casa estava quase vazia, exceto por ela: Letícia, a sobrinha da minha mulher. Aos 40 anos, morena de pele bronzeada, 1,75m de pura tentação, corpo sarado de quem malhava religiosamente, com aqueles seios fartos e durinhos que pareciam desafiar a gravidade mesmo sob a blusa fina de alcinha. Ela sempre fora o tipo de mulher que chamava atenção sem esforço. Olhos escuros penetrantes, cabelos longos e ondulados caindo pelos ombros, quadril largo mas firme, pernas longas e definidas. "Tio, você pode me ajudar com a prateleira do quarto?" pediu ela com aquele sorriso safado que eu já conhecia bem. Subi as escadas atrás dela, tentando não olhar demais para a bunda empinada marcada pelo short jeans justo. No quarto, o ar estava quente, carregado. Enquanto eu segurava a prateleira, ela se aproximou mais do que o necessário, roçando o corpo no meu. Senti o perfume dela, doce e provocante. — Você está suado... — murmurou, passando a mão no meu peito por cima da camisa. Não resisti. Virei-me e a puxei pela cintura, colando nossos corpos. Nossos lábios se encontraram num beijo faminto, línguas se enroscando com urgência. Minhas mãos desceram pelas costas dela até apertar aquela bunda macia e dura ao mesmo tempo. Letícia gemeu baixinho contra minha boca, pressionando os seios fartos contra meu peito. — Faz tempo que eu quero isso... — confessou ela, ofegante, enquanto puxava minha camisa para cima. Tirei a blusa dela num movimento rápido. Os seios pularam livres, pesados, mamilos escuros e arrepiados. Eram mesmo perfeitos: redondos, firmes, implorando por atenção. Abaixei a cabeça e chupei um deles com vontade, mordiscando de leve enquanto minha mão massageava o outro. Letícia arqueou as costas, gemendo alto, enfiando os dedos nos meus cabelos. — Ah, tio... continua... Desci o short dela junto com a calcinha. A boceta era lisinha, inchada de tesão, já molhada brilhando. Passei os dedos por entre os lábios carnudos, sentindo o quanto estava encharcada. Ela abriu as pernas ali mesmo, encostada na cama, e eu me ajoelhei, lambendo tudo com fome. Língua circulando o clitóris, entrando nela, chupando enquanto ela rebolava no meu rosto, gemendo sem parar. — Quero te sentir dentro... agora. Levantei, tirei o resto da roupa e a virei de costas. A visão daquela bunda sarada empinada para mim era demais. Posicionei a cabeça do pau na entrada molhada e empurrei devagar, sentindo ela me engolir centímetro por centímetro. Quente, apertada, latejando. Letícia soltou um gemido longo quando entrei todo. Comecei a meter com força, segurando os quadris dela, o som de pele contra pele enchendo o quarto. Os seios balançavam a cada estocada. Ela olhava para trás, mordendo o lábio: — Mais forte... me fode gostoso... Acelerei o ritmo, metendo fundo, uma mão subindo para apertar aqueles peitos maravilhosos. Ela tremia, a boceta apertando meu pau cada vez mais. Virei ela de frente, levantei uma perna dela sobre meu ombro e voltei a entrar, agora olhando nos olhos. O suor escorria entre os seios, o corpo sarado brilhando. Letícia gozou primeiro, gritando meu nome, o corpo convulsionando, a boceta pulsando forte ao meu redor. Aquilo me levou ao limite. Saí de dentro dela no último segundo e gozei forte sobre a barriga e os seios, jatos quentes cobrindo aquela pele morena perfeita. Caímos na cama, ofegantes, corpos entrelaçados. Ela sorriu, passando o dedo na porra que escorria nos seios e levando à boca. — Isso fica entre nós, tio... mas podemos repetir sempre que a tia viajar. O sol entrava pela janela, iluminando o corpo dela. Eu já sabia que essa "ajuda" na casa de campo ia virar rotina.
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