FUDENDO E TRANSFORMANDO A EMPREGADA EM PUTA - NO MERCADO - DIA 6
No sexto dia, Roberto decidiu elevar o nível da degradação. Pela manhã, mandou uma mensagem para Maria: “Vista a roupa mais puta que você tiver. Saia curta, sem calcinha, blusa decotada. Coloque o plug maior. Vamos ao mercado. Eu vou te seguir de longe. Obedeça tudo que eu mandar pelo celular. Não me decepcione, sua vadia pública.” Maria leu a mensagem com o coração acelerado de vergonha e tesão. Escolheu uma saia jeans bem curta que mal cobria a bunda, uma blusa fina e decotada que marcava os seios firmes sem sutiã, e enfiou o plug anal maior que tinha. Já sentia o cuzinho esticado e a bocetinha molhada só de imaginar o que ia acontecer. Eles foram de carro separados. No estacionamento do grande supermercado, Roberto mandou a primeira mensagem: “Desce do carro. Empina a bunda enquanto pega o carrinho. Quero que as pessoas vejam esse cu plugado por baixo da saia.” Maria obedeceu, tremendo. Inclinou-se exageradamente para pegar o carrinho, a saia subindo e revelando a metade da bunda e a base do plug brilhando. Um homem que passava olhou duas vezes. Ela sentiu o rosto queimar de humilhação. Roberto (mensagem): “Boa cadela. Agora anda devagar pelos corredores. Toda vez que eu mandar, você vai se expor. E lembre: você não é mais uma pessoa. É um objeto que eu exponho pra diversão.” Dentro do mercado, lotado de gente, as ordens começaram a chegar: “Pare na seção de frutas. Abra as pernas um pouco e agache devagar pra pegar uma melancia. Mostra o plug pro pessoal atrás de você.” Maria agachou, a saia subindo completamente, o plug grosso bem visível no cuzinho. Duas senhoras e um rapaz viram. Ela ouviu um comentário baixinho e sentiu lágrimas de vergonha. Ainda agachada, respondeu a mensagem: “Eles estão olhando, patrão… eu me sinto tão barata…” Roberto: “Isso mesmo. Você é barata. Agora vá pra seção de laticínios. Tire o plug no corredor, lambuze com margarina que eu trouxe no seu bolso e enfie de volta devagar. Filma pra mim.” Com o coração disparado, Maria foi até um canto mais discreto mas ainda visível. Tirou o plug, pegou o potinho pequeno de margarina que ele havia colocado em sua bolsa, lubrificou o plug e o cuzinho, e enfiou de volta bem devagar, gemendo baixinho. Uma mulher passou e olhou chocada. Maria quase morreu de humilhação. Roberto (mensagem): “Boa putinha. Agora vá pro corredor dos refrigerantes. Levante a blusa e mostre os peitos por 10 segundos enquanto finge pegar algo na prateleira alta.” Maria obedeceu. Esticou o braço para cima, a blusa subiu, expondo os seios firmes e os mamilos duros pra quem estivesse olhando. Dois homens pararam e ficaram encarando. Ela sentiu-se completamente degradada, uma vadia exposta em público. Enquanto empurrava o carrinho, Roberto mandou outra ordem: “Vá até o caixa. Fique na fila e, quando estiver quase na frente, deixe cair algo no chão e agache de frente pra fila toda, pernas abertas. Mostra a boceta e o plug.” Maria deixou o celular cair. Agachou bem devagar de frente para a fila, a saia subindo até a cintura, bocetinha molhada e plug no cu completamente expostos. Várias pessoas viram. Alguém sussurrou “que puta”. As lágrimas escorriam pelo rosto dela enquanto o tesão latejava entre as pernas. No carro, no caminho de volta, Roberto parou ao lado dela num sinal e mandou abaixar o vidro. — Olha pra mim — disse ele, alto o suficiente para quem estivesse perto ouvir. — Como se sente sabendo que metade do mercado viu sua boceta e seu cu plugado hoje? Maria, com a voz baixa e quebrada, respondeu: — Eu me sinto a pior das vadias, patrão… uma empregadinha sem vergonha que adora ser exposta como uma cachorra no cio. Todo mundo viu o que eu virei… eu não tenho mais dignidade. Sou só sua puta pública agora. Assim que chegaram em casa, Roberto a fez entrar nua, de quatro, ainda com o plug e a margarina escorrendo. — De quatro no meio da sala. Empina e conta alto pra mim o que você sentiu quando as pessoas te viram como a vadia que é. Maria obedeceu, bunda empinada, voz alta e humilhada: — Eu senti vergonha, patrão… senti que todo mundo sabia que eu sou uma empregada corrompida, uma putinha de 23 anos que abre o cu por ordens do patrão… eu fiquei molhada quando me olharam… eu sou viciada em ser humilhada em público… sou inferior, sou suja, não mereço respeito… por favor, use sua vadia pública agora. Roberto tirou o plug, enfiou o pau grosso no cuzinho dela com força bruta e começou a foder com estocadas selvagens, alternando com a boceta enquanto continuava a destruir a mente dela: — Isso… agora o mundo inteiro pode ver o que você realmente é. Uma cadela anal que se expõe no mercado por diversão do dono. Goza pensando nisso, sua puta sem futuro. Maria gozou gritando, o corpo convulsionando, enquanto Roberto enchia seu cuzinho de porra quente até transbordar. Depois, ele a deixou de quatro, porra escorrendo, e disse: — Amanhã vamos subir o nível novamente. E você vai agradecer por cada humilhação. Maria, destruída e completamente submissa, murmurou com um sorriso quebrado: — Obrigada, patrão… por me expor… por me destruir… eu sou sua pra sempre.
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