Depois do sexo
Os três ficaram em silêncio por alguns minutos, apenas recuperando o fôlego. Carla estava deitada de lado, a barriga enorme subindo e descendo rapidamente. Sua buceta e cuzinho estavam abertos, vermelhos e escorrendo uma mistura abundante de porra. Leite ainda pingava dos mamilos inchados.
Carla foi a primeira a falar, com a voz rouca e satisfeita:
— Caralho… eu nunca me senti tão cheia na vida. Os dois ao mesmo tempo… foi intenso pra caralho. — Ela passou a mão na barriga e sorriu. — O bebê até se mexeu bastante.
O marido, ainda ajoelhado na cama, olhava para a esposa com uma mistura de choque, desejo e carinho. Seu pau ainda estava semi-duro, sujo de porra.
— Eu… não esperava sentir tanto tesão vendo vocês dois — confessou ele, quase envergonhado. — Quando senti o pau dele no seu cu enquanto eu tava na sua buceta… foi surreal. Você tava apertando tanto nós dois.
Ele se aproximou e acariciou a barriga de Carla com cuidado, depois deu um beijo suave nos lábios dela.
— Você tá bem? Não machucou nada? — perguntou, preocupado com a gravidez.
— Tô ótima — respondeu ela, puxando o marido para mais perto. — Foi seguro, ele foi cuidadoso. Mas confesso que ainda tô sentindo os dois dentro de mim.
Eu, sentado na beira da cama, observava a cena. Carla estendeu a mão para mim.
— Vem cá. Não fica aí afastado.
Eu me deitei ao lado dela, do outro lado. Carla pegou uma das minhas mãos e colocou sobre sua barriga, enquanto a outra mão segurava a do marido.
— Isso é estranho… mas gostoso — disse ela, olhando para nós dois. — Eu me senti desejada, usada e cuidada ao mesmo tempo. Vocês dois me dando atenção.
O marido respirou fundo e falou, ainda processando:
— Eu achei que ia sentir mais ciúme… mas ver você gozando assim, com ele dentro de você, me deixou louco. Quase gozei só de assistir vocês dois. Agora, ver toda essa porra saindo de você… é surreal.
Carla riu baixinho e apertou nossas mãos.
— Eu adorei. Adorei ver você se masturbando enquanto ele me fodia, depois participando. Quero que isso vire nossa coisa. Não toda semana, mas de vez em quando… quando der vontade.
Ela virou o rosto para mim:
— E você? Gostou de me foder na frente do meu marido?
— Gostei pra caralho — respondi. — Ver ele assistindo e depois participando deixou tudo mais intenso. Sua buceta e seu cu apertando nós dois ao mesmo tempo foi uma das coisas mais safadas que já fiz.
Carla sorriu, satisfeita, e passou a mão na nossa virilha.
— Olha… vocês dois ainda estão melados da minha buceta. — Ela olhou para o marido. — Quer limpar ele também?
O marido hesitou por um segundo, mas o tesão falou mais alto. Ele se aproximou e deu algumas lambidas no meu pau, limpando os restos de Carla.
Carla gemeu só de ver a cena.
— Isso é tão safado… amanhã vou acordar toda dolorida e feliz.
Ficamos os três deitados na cama por mais algum tempo. Carla no meio, com a cabeça no ombro do marido e a mão no meu peito, acariciando a barriga ocasionalmente.
— Obrigada aos dois — murmurou ela, quase cochilando. — Foi o melhor sexo da minha gravidez.
O marido beijou a testa dela e disse baixinho:
— Vamos fazer isso dar certo.