No dia seguinte Na manhã seguinte, Carla acordou com a buceta ainda dolorida e sensível. A mistura da noite anterior tinha secado entre suas coxas, formando uma crosta fina. A barriga de sete meses estava pesada e ela sentia o bebê se mexendo enquanto se levantava. O marido já estava na cozinha, tomando café. Quando ela apareceu, vestindo apenas uma camisola fina que mal cobria a barriga e os seios, ele a encarou. — Bom dia — disse ele, a voz ainda rouca da noite anterior. Carla se aproximou, serviu-se de um copo de suco e sentou-se na frente dele, abrindo ligeiramente as pernas. A camisola subiu, revelando a buceta ainda inchada e avermelhada. — Dormiu bem? — perguntou ela, com um sorrisinho. Ele olhou diretamente para entre as pernas dela. — Quase não dormi. Fiquei pensando naquilo… você chegando em casa pingando porra de outro cara. Carla bebeu o suco devagar, depois passou a mão na barriga. — E o que você sentiu? — Raiva… tesão… confusão. — Ele hesitou, mas continuou: — Quando vi aquela porra escorrendo da sua buceta, eu fiquei louco. Nunca te vi tão molhada. Carla riu baixinho e abriu mais as pernas, mostrando que ainda estava marcada. — Ainda tá saindo um pouco, olha. Você gozou bastante também. Misturou tudo dentro de mim. O marido respirou fundo, o pau já marcando a calça do pijama. — Conta de novo. Como ele te fodeu? Carla se inclinou para frente, os seios pesados quase saindo da camisola. — Ele me colocou de quatro primeiro. Lambeu meu cu, cuspiu e meteu o pau grosso devagar. Depois me fodeu com força, falando que minha barriga de grávida deixava ele com mais tesão. Disse que eu era uma “puta casada e prenha”. — E você gostou disso? — perguntou o marido, a voz rouca. — Gostei pra caralho — respondeu ela sem vergonha. — Pedi pra ele meter mais fundo. Falei que você mal me toca mais… que eu precisava de um pau que me comesse direito. Quando ele gozou no meu cu, senti jato por jato enchendo tudo. Depois ele virou pra buceta e gozou de novo. Saí do hotel sentindo escorrer o tempo todo no carro. O marido levantou, puxou Carla para ficar de pé e a curvou sobre a mesa da cozinha. Levantou a camisola e enfiou dois dedos na buceta ainda melada. — Tá inchada… toda usada. — Tá — gemeu ela. — E ainda tem porra sua e dele misturada aí dentro. Ele tirou o pau para fora e enfiou de uma vez. Carla soltou um gemido alto. — Isso… me fode de novo — pediu. — Enquanto eu te conto mais. Ele começou a meter ritmado, segurando a barriga dela por trás. — Continua falando — ordenou. — Ele apertava minha barriga enquanto metia… dizia que queria gozar tanto que eu fosse pra casa te beijar com gosto de porra na boca. Quis gozar no meu rosto também, mas eu disse que ia trazer pra você ver escorrendo da buceta. O marido acelerou, metendo forte, as bolas batendo contra ela. — Sua vadia grávida… vai continuar encontrando ele? Carla rebolava contra as estocadas, gemendo. — Vou… se você deixar. Da próxima vez posso deixar ele gozar só na buceta e vir direto pra casa. Você pode me comer logo depois, enquanto ainda tá quente e cheio. — Porra… — gemeu ele, apertando os quadris dela. — Ou então… você pode estar em casa quando eu chegar de novo. Ver ele me deixar toda destruída e depois você terminar o serviço. Essas palavras fizeram o marido perder o controle. Ele meteu fundo e gozou pela segunda vez em menos de 24 horas, enchendo Carla novamente. Quando terminou, ela se virou, beijou a boca dele e sussurrou: — Então… posso marcar com ele de novo essa semana? O marido, ainda dentro dela, só conseguiu assentir.
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