A Tentação da Irmã – Parte 10 De volta à rotina da igreja, o contraste era insano. Rosa ensinava as crianças na escola dominical com o mesmo sorriso doce de sempre, mas agora carregava marcas roxas escondidas debaixo da blusa e o cuzinho ainda sensível das foda do retiro. Toda vez que via João no palco tocando violão, sua buceta molhava involuntariamente. Eles tentaram se controlar. Durou três dias. Na quarta-feira à noite, durante o ensaio do coral, João a chamou novamente para a sala de oração. Assim que a porta fechou, ele a prensou contra a parede, levantou a saia e enfiou dois dedos na buceta. — Eu não consigo mais ficar sem te foder — rosnou ele. Rosa tentou resistir por alguns segundos: — Aqui é perigoso… alguém pode entrar a qualquer momento. Mas quando João abaixou a calça e encostou o pau duro nela, ela mesma puxou a calcinha para o lado e empinou a bunda. Ele meteu na buceta com força, fodendo em pé, rápido e urgente. Depois trocou para o cuzinho, arrombando com estocadas profundas enquanto tapava a boca dela. Rosa gozou mordendo a mão dele, o corpo tremendo. João gozou logo depois, enchendo o cuzinho de porra quente. Eles mal se arrumaram e alguém bateu na porta. Era uma das irmãs procurando Rosa para o ensaio. A partir daí, o risco virou jogo. No culto seguinte, João a fodeu novamente atrás da cortina do palco enquanto o pastor pregava. No banheiro, durante o intervalo. E uma vez, no carro dela no estacionamento da igreja, com Rosa cavalgando o pau dele no banco do motorista até gozar, a saia enrolada na cintura. Mas a tensão estava crescendo. Algumas irmãs começaram a comentar que Rosa “andava mais corada” e que João “olhava demais para ela”. Um diácono quase os flagrou saindo da sala de oração juntos. Na penúltima noite da história, o perigo chegou ao máximo. Durante um culto de cura e libertação, com o templo lotado e o pastor chamando as pessoas para irem à frente, João mandou mensagem: “Palco, agora, atrás da cortina grande.” Rosa foi. Atrás da enorme cortina preta que cobria o fundo do palco, enquanto o pastor orava em voz alta e as pessoas gemiam em “línguas”, João abaixou a calça e sentou numa caixa de equipamentos. Rosa tirou a calcinha, sentou de frente no pau dele e começou a cavalgar. Ela rebolava fundo, o pau entrando inteiro na buceta molhada. Depois virou de costas, empinando a bunda e descendo no pau novamente, agora no cuzinho. Fodia o próprio cu no pau dele enquanto o culto acontecia a poucos metros. O som molhado era abafado pelos gritos de “Glória!” e “Aleluia!” da congregação. Rosa gozou forte, apertando o pau dentro do cuzinho. João segurou a bunda dela e gozou também, enchendo tudo de porra. Quando terminaram, ofegantes, ouviram passos subindo no palco. O pastor estava voltando para pegar o microfone. Eles ficaram imóveis, o pau ainda dentro do cuzinho dela, porra escorrendo. O pastor passou a menos de dois metros deles, pegou o microfone e voltou para o púlpito. Rosa desceu tremendo, arrumou a saia e saiu primeiro. João saiu depois. Na saída do culto, ela olhou para ele com os olhos brilhando de adrenalina e medo: — Isso vai acabar mal… mas eu não quero parar. João sorriu: — Então não para.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.